PROGRAMAÇÃO

Cabaré Vibrátil

CABARÉ VIBRÁTIL

A ATeliê voadOR volta ao Cabaré dos Novos, no Teatro Vila Velha, no dia 12 de julho com o espetáculo “Cabaré Vibrátil”, criação colaborativa livremente inspirada no conceito de “corpo vibrátil”, de Suely Rolnik.

“Cabaré Vibrátil” é uma peça-festa, leva o público e se comover, divertir, refletir e interagir com os atores em cena, fazendo estranhar o regime exclusivo de representação identitária fechada em si mesma e abrindo o leque da explosão da diversidade e também da sexualidade. Inspirada na estética dos cabarés alemães, em Brecht e Weill, os atores-cantores Duda Woyda, Leandro Villa e Talis Castro, acompanhados por uma banda feminina composta por Roberta Dantas, Poliana Coelho, Luísa Santos, Ingrid Steinhagen e Maira Lins, executam ao vivo músicas do cancioneiro queer. A ideia do autor e diretor Djalma Thürler é de celebrar o Cabaré dos Novos como um espaço festivo de encontros.

A cada noite “Cabaré Vibrátil” receberá convidados especiais, já estão confirmados nomes como os cantores Tito Bahiense, JP Castelhano, Cláudia Cunha e Dão.

 

SERVIÇO

O que? Cabaré Vibrátil
Onde: Cabaré dos Novos / Teatro Vila Velha
Quando: Sextas-feiras de julho e agosto
Horário: 22:00 h
Valor: 30,00 e 15,00


Ficha Técnica:

Dramaturgia e Direção: Djalma Thürler
Iluminação e Cenografia: Marcus Lobo
Elenco: Duda Woyda, Leandro Villa e Talis Castro
Musicistas: Roberta Dantas, Poliana Coelho, Luísa Santos, Ingrid Steinhagen e Maira Lins
Direção Musical e Arranjos Musicais: Roberta Dantas
Arranjos e preparação vocal: Neto Costa
Figurinos e Caracterização: Rainha Loulou
Direção de Movimentos: Adriana Bamberg
Design Visual: Talis Castro
Produção: ATeliê voadOR Companhia de Teatro
Assessoria de Imprensa: Théâtre Comunicação – Rafael Brito
Concepção e realização geral: ATeliê voadOR Companhia de Teatro

LABORATÓRIO DE ARTES CÊNICAS: ENTRE O NÃO DITO E O NÃO DANÇADO II: NÃO SOMOS TRANSPARENTES! com Martin Domecq

 

LABORATÓRIO DE ARTES CÊNICAS:  ENTRE O NÃO DITO E O NÃO DANÇADO II: NÃO SOMOS TRANSPARENTES!

com Martin Domecq

 

Neste Laboratório serão aprofundados alguns tópicos explorados na oficina Entre o não dito e o não dançado que foi ministrada no Vila em dezembro de 2018, estes tópicos são: o movimento poético que enlaça palavra e ação; os silêncios e as poéticas do corpo; ruídos e musicalidades do cotidiano; a improvisação como escrita corporal; o poema no espaço e a voz em dança. Treinamento, experimentação e improvisação pautarão um processo de criação que nos convidará a refletir sobre algumas provocações do livro Sociedade da transparência de Byung Chul Han. Deste modo, a proposta do Laboratório combina arte e filosofia, ação e poesia, dança e critica, criação e reflexão.  A oficina contará com a colaboração de Anderson Ribeiro (trilha sonora, sintetizador) e de Iaggo Bebert (preparação física, coreografia) que estarão em Salvador no final da segunda semana de trabalho.

 

Martin Domecq é formado em filosofia na Argentina, com Doutorado em Artes Cênicas pela UFBA. É professor da Universidade Federal do Sul da Bahia no bacharelado interdisciplinar em artes e no curso Artes do Corpo em Cena. Também coordena o projeto de pesquisa Filo & Arte e o projeto de extensão Topias, comunidades em cena. No último ano tem pesquisado as relações entre a poética da palavra e do movimento a partir de técnicas de improvisação e de leitura. Palavraemdança é fruto desse processo em andamento.

 

Requisitos:  1) Trazer um poema decorado e enviá-lo por e-mail antes do 19 de agosto: filoearte@gmail.com 2) Ler os capítulos 1 e 2 da Sociedade da Transparência de Byung-Chul Han 3) Responder à pergunta: porque vc não quer ser transparente?  (enviar por e-mail antes do 19 de agosto: filoearte@gmail.com)

 

Laboratório de Artes Cênicas: Entre o Não Dito e o Não Dançado Ii: Não Somos Transparentes!

26 de agosto a 06 de setembro

Segunda a sexta, das 9h às 13h

A oficina custa R$ 200,00 (+ R$ 20,00 taxa) até  12x de R$ 22,09. Inscreva-se em https://bit.ly/2KyZfeP

OFICINA DE ANÁLISE ATIVA, com João Sanches

OFICINA DE ANÁLISE ATIVA, com João Sanches

 

Estão abertas as inscrições para a Oficina de Análise Ativa, para diretores, atores e artistas interessados numa abordagem atualizada do Sistema Stanislávski. A oficina tem como ponto de partida o processo de encenação do texto OSSO, do escritor português Rui Zink. A proposta é realizar uma prática de análise ativa, com mediação do encenador João Sanches e colaboração dos atores Rodrigo Lélis, Vick Nefertiti e Loiá Fernandes.

 

 

João Sanches é Doutor e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL). Profissionalizou-se na área de Artes Cênicas, com ênfase em Dramaturgia, Encenação e Iluminação. Ganhou o Prêmio Braskem de Teatro três vezes: em 2013, nas categorias melhor autor e melhor espetáculo; em 2014, na categoria melhor espetáculo infanto-juvenil. De 1999 a 2016, suas peças receberam um total de 12 indicações ao referido prêmio. É professor da Escola de Teatro (Departamento de Técnicas do Espetáculo) e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA.

 

OFICINA DE ANÁLISE ATIVA. Com João Sanches

Dias: 26, 27 e 29 de agosto

Horário: 14h às 17h

Valor: R$ 50

Inscrições no Teatro Vila Velha, das 14h às 17h, de segunda a sexta. Pagamento em dinheiro ou débito.

Os Demônios: outra versão

 

NOVA VERSÃO DE OS DEMÔNIOS  ESTREIA EM AGOSTO

 

 

 

Volta a cartaz no Teatro Vila Velha esta adaptação para teatro do clássico Os Demônios, romance político-filosófico do escritor russo Fiódor Dostoiévski. Com dramaturgia original de Bárbara Pessoa e Daniel Guerra, o espetáculo traça uma ponte crítica e inusitada entre as convulsões sócio-políticas da Rússia do século XIX e o Brasil do século XXI.

 

O encenador Daniel Guerra realizou a primeira montagem junto à co-diretora Amine Barbuda, em novembro de 2018, no Teatro Vila Velha. Agora, em agosto de 2019, estreará o mesmo espetáculo com uma nova roupagem. Revela-se, portanto, uma vigorosa via experimental enquanto processo, que acata as mudanças radicais da época e a própria transformação da ideia original através do tempo. Quase um ano se passou, muitas mudanças aconteceram no país, e Daniel Guerra traz aos palcos uma outra visão, tendo como base a primeira versão. Agora o espetáculo se apresenta mais cru, mais selvagem, de onde o teor filosófico e existencial do texto sobressai, sem perder o ritmo frenético dos demônios dostoievskianos.

 

No palco, 20 atores incorporam a polifonia tresloucada de vozes e corpos daqueles jovens russos  que inspiraram Dostoiévski na sua crítica cruel à sociedade e à proporção trágica que as querelas políticas podem tomar. A nova versão, “Os Demônios - Outra versão”, tem encenação de Daniel Guerra, iluminação de Marcus Lobo, figurino do estilista Alexandre Guimarães e direção musical de Heitor Dantas.

 

No universo dostoievskiano não há uma moral última, não há lados a escolher, as definições morais e éticas surgem apenas das bocas dos personagens, e portanto, são sempre relativizadas por seus atos. Num país e numa época onde a cada passo se pede que nos definamos de um lado ou de outro, um golpe a uma só vez corrosivo e poético na sociedade como um todo pode revelar sempre uma beleza inusitada, como o faz Dostoiévski. Ao fim, é sempre a inteligência que será conclamada ao centro do jogo.

 

Nesta adaptação encontram-se os temas existenciais que despontam durante qualquer crise sócio-política: a relativização ética quanto ao valor da vida humana, como por exemplo a ideia de assassinato justificada por causas políticas, o suicídio como fuga ou redenção em meio a uma sociedade cruel. Há também um olhar preciso sobre como uma liderança política pode passar da influência à manipulação, e em como a energia erótica presente em qualquer confluência coletiva em torno de uma figura autoritária pode se transformar na mais cruel violência.

 

A emergência do autoritarismo, até entre indivíduos que apostam em valores libertários, é exposta de maneira precisa. A adaptação aborda ainda o conflito geracional que caracteriza a história da sociedade moderna ocidental, e suas consequências políticas no nível macro e micro estrutural. Esses e muitos outros temas são marcantes na escrita de Dostoiévski, trazidos à tona agora por uma equipe de mais de vinte profissionais baianos, num Brasil atordoado pelos rumos políticos atuais.

 

 

Serviço

O quê: Os Demônios — Outra Versão

Onde: Teatro Vila Velha

Quando: 15 de agosto a 08 de setembro. De sexta a domingo, com uma única quinta-feira de estreia, dia 15 de agosto. Sexta a Domingo, sempre às 19h.

Quanto: R$30 inteira/ R$15 meia

 

Encenação:

Daniel Guerra

Concepção original (Primeira versão):

Amine Barbuda e Daniel Guerra

Adaptação dramatúrgica:

Bárbara Pessoa e Daniel Guerra

Elenco:

José Carlos de Deus, Mariana Freire, Ludmila Brandão, Leopoldo Vaz, Carlos Caio, Robério Almeida, Kadu Fragoso, Thor Vaz, Clara Romariz, Felipe Benevides, Nicole Leão,Mari Gavim, Rafael Brito, Victor Fernandes, Genário Neto, Águeda Tavares, Eduardo Sena, Milena Nascimento, Jota Júnior, Loiá Nascimento.

Direção musical:

Heitor Dantas

Desenho de Som:

Luciano Simas

Criação dos instrumentos cênicos / Músico em cena:

Eudes Henriques

Iluminação:

Marcus Lobo

Figurino:

Alexandre Guimarães

Arte Gráfica:

Lia Cunha

Produção:

Agnes Oliveira, Fernando Emerenciano e Josy Miranda

Assessoria de imprensa:

Josy Miranda

Realização:

Laboratório Permanente

CIRCO EM FAMÍLIA, com Luana Serrat

 

CIRCO EM FAMÍLIA, com  Luana Tamaoki Serrat

 

A oficina promove uma vivência entre pais e filhos, com brincadeiras e exercícios corporais ligados ao universo circense a partir de um encontro experimental, onde a família explora sentidos e sensações que não são exploradas no dia a dia, criando um espaço de descoberta coletiva das artes circenses.

 Luana Tamaoki Serrat, circense desde o berço, seus pais Anselmo Serrat e Verônica Tamaoki fundaram a Escola Picolino em 2000 junto a Cia Picolino. Ela esteve na Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Holanda, Suiça, Dinamarca e Áustria, participando do O Circo das Mil Faces. Formada em artes cênicas na UFBA, fundou a Fulanas Cia de Circo e foi contemplada com o prêmio Carequinha -FUNARTE.

As inscrições já estão abertas e podem participar crianças a partir de 04 anos acompanhadas de um ou dois membros da família.

 

Circo em Família
14 de Setembro a 05 de Outubro 
Sábados das 10h às 12h*
A oficina custa 80,00 reais por dia ou em até 12x de 8,84 (+R$ 8,00 taxa). Ou os quatro dias completo 250,00 reais ou até 12x de 27,61 (+25,00 taxa). O acompanhante não paga. Inscreva-se em https://bit.ly/2GMaLlU

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

*Aos sábados, é permitido  estacionamento no Passeio Público, entrada pelo Largo dos Aflitos

O ATOR AUTOR , com Bertho Filho

 

O ATOR AUTOR , com Bertho Filho

 

Durante o processo, os participantes criam uma dramaturgia a ser encenada no encerramento do curso durante o processo criará a dramaturgia que será encenada no encerramento do curso. O projeto tem como principal objetivo ser mais um instrumento necessário no preparo do ator, incentivando o aluno à apreciação de outras formas de observação e criação e  esclarecendo as bases de interpretação e suas relações com o teatro atual. Além de despertar a consciência de todo o corpo como parte integrante da cena e dar a ele ênfase necessária que o trabalho exige.

 

Bertho Filho é ator, dramaturgo, preparador de elenco e diretor formado pela Universidade Federal da Bahia, com experiência cinema, teatro e televisão.

 

As inscrições já estão abertas e podem participar atores e não atores a partir de 16 anos.

O Ator Autor

14 de Setembro ao dia 02 de Novembro de 2019

Todo sábado das 14h às 17h*

A oficina custa R$ 450,00 (+ R$ 45,00 taxa) ou em até 12x R$ 49,70. . Inscreva-se em https://bit.ly/33b0DwG

*Aos sábados, é permitido  estacionamento no Passeio Público, entrada pelo Largo dos Aflitos

Terças Pretas: Leoa na Baia

 

"Leoa na Baia" é um espetáculo teatral com texto da dramaturga negra Maria Shu que retrata o racismo enfrentado no cotidiano de mulheres e homens negros, ao retratar a história de uma atendente de telemarketing, que começa a questionar as normas abusivas de seu ambiente de trabalho. 

 

Uma atendente de telemarketing negra, vai a partir de sua baia narrando as recorrentes opressões sofridas em seu ambiente de trabalho, e a medida que conta sua história ela percebe que a violência racista ocorrida na sua infância durante a escola, está interligada a que está vivenciando em seu cotidiano, o que a leva a uma necessidade urgente de confrontamento dessa realidade.

Monólogo escrito, dirigido e atuado por mulheres pretas, onde a dramaturga Maria Shu com humor inteligente, tensiona questionamentos sobre o racismo institucional, presentes na cultura dos ambientes escolares e profissionais, que levam pretxs a sofrerem um processo de pressão para apagamento da sua individualidade.

Ficha Técnica:

Direção: Juliana Roiz

Atuação: Juliete Nascimento

Texto: Maria Shu

Iluminação: Victor Hugo de Sá

Sonoplastia: Luciano Salvador Bahia

Cenografia: Giovani Rufino

Figurino: Giovani Rufino

 

SERVIÇO:
Terças Pretas, realização do Bando de Teatro Olodum
O quê? Espetáculo Leoa na Baia - atuação de  Juliete  Nascimento 
e direção de Juliana Roiz
Bate papo ao final do espetáculo.
Quando? dia 27 de agosto (terça-feira), 19h
Quanto? R$10 inteira e R$ 5 meia 
Onde? Teatro Vila Velha, Passeio Público, no Campo Grande. Tel: 71.3083-4600

URGENTE

O SHOW DE SEU PEREIRA E COLETIVO 401 NÃO VAI ACONTECER NO TEATRO VILA VELHA

 

Na terça-feira, dia 13 de agosto, fomos surpreendidos pela informação de que o show do grupo Seu Pereira e Coletivo 401 faria um show em nosso Palco Principal, já com o evento sendo anunciado nas redes sociais e vendido no Sympla.  Precisamos esclarecer que nunca fechamos contrato com a produção do show, não autorizamos a divulgação e, inclusive temos um contrato de exclusividade para venda de ingresso de nossos espetáculos no Ingresso Rápido. Lamentamos o que  está acontecendo e reforçamos que não haverá show  do grupo Seu Pereira e Coletivo 401 em nosso palco, dia 30 de agosto.

Leno Sacramento estreia NAS ENCRUZA no Teatro Vila Velha

Nas Encruza novo espetáculo do ator  Leno Sacramento e diretor Roquildes Júnior, surge com nome e sobrenome, contrariando as estatísticas e não virando um número. A peça é inspirada  em En(cruz)ilhada, monólogo de Leno que aborda problemas recorrentes na sociedade. A estreia acontece dia 03 de agosto, na Sala João Augusto, Teatro Vila Velha. E fica em cartaz nos sábados de agosto, sempre às 19h

Com o Nas Encruza, seguimos apontando mais problemas que atingem diretamente o povo preto, dessa vez o julgamento precoce e suas causas, genocídio e solidão de gêneros, morte declarada aos candomblecistas. "A  LÍNGUA E O OLHAR MATAM MAIS QUE A BALA". Nesse encontro de duas ruas, Nas Encruza, faremos perguntas e queremos as repostas.

Duração: 40m

 

Calabouço

Companhia apresenta espetáculo de dança no Vila

 

A Katharsis Companhia de Dança, faz três apresentações do espetáculo Calabouço, dias 13 14 e 15 de setembro, no Palco Principal do Teatro Vila Velha. Calabouço explora o lado obscuro do ser humano na busca por libertação, numa atmosfera sombria construída por seis interpretes - criadores, servindo como metáfora para tratar de suas prisões individuais. Frustração, raiva e desejo permeiam as cenas deste espetáculo que traz como referencia o universo cinematográfico e a linguagem do Jazz Contemporâneo.

Na noite da estreia, após a apresentação, haverá uma discussão sobre saúde mental, mediada pelo coreógrafo e diretor da Companhia, Felipe Monteverde e o psicólogo Atanael Ribeiro Weber.

 

 

Projeto 3 & Pronto

TERCEIRA EDIÇÃO DO PROJETO 3 & PRONTO, ENCENA PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS

 

Três semanas de ensaio, Três semanas de apresentação, três dias por semana. Esta edição de 3 & Pronto apresenta seis textos do teatro contemporâneo português, dirigidos por seis diretoras e diretores baianos, entre maio e novembro. Sempre no Cabaré dos Novos, de segunda à quarta.  Com integrantes da Companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha e atrizes e atores convidados.

 

Os ingressos para qualquer um dos espetáculos já estão a venda, com preço promocional até um dia antes de cada uma das estreias.

 

AS SEIS MONTAGENS

 

STORNI – QUIROGA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Hebe Alves e elenco formado pela companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade Livre do Teatro Vila Velha e atores convidados, o texto de Ricardo Cabaça é uma colagem poética sobre o trabalho literário e o encontro amoroso entre a poeta argentina Alfonsina  Storni (1892-1938) e o poeta uruguaio Horacio Quiroga (1878-1937).

 

SERVIÇO

Storni – Quiroga

De 06 a 22 de maio

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 05 de maio. Ingresos à venda  em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

 

PELA ÁGUA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Fernanda Paquelet, o texto do ator e dramaturgo Tiago Correia vale-se do encontro entre dois homens, ambos ex-amantes de uma mesma mulher, para discutir amor, política e teatro.

 

 

SERVIÇO

Pela Água

De 03 a 19 de junho

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 02 de junho. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA  


 

TREVA OU OS PRINCÍPIOS DA HIGIENE FUNCIONAL / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Sabrina D. Marques com direção de Paula Lice.

No argumento do espetáculo os movimentos de uma consciência liberta e questionadora, presa ao corpo diagnosticado, medicado, catalogado, enquadrado e aprisionado pelas estruturas de poder do discurso ocidental sobre a racionalidade, um fluxo de pensamentos  fragmentos de vida.

SERVIÇO
Treva ou Os Princípios da Higiene Funcional
De 05 a 22 de agosto
De segunda a quarta, 20h
Cabaré dos Novos
16 anos


R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 24 de novembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

 

OssO / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Rui Zink com direção de João Joao Sanches.

Dois homens se enfrentam no texto de Zink. Diálogos incisivos.

Se provocam, desafiam-se em inteligência e astúcia, estabelecendo jogos que subvertem a linguagem que usam e suas posições na própria trama.

 

  

SERVIÇO

OssO

De 30 de setembro a 16 de outubro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 29 de setembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

PEÇA ROMÂNTICA PARA UM TEATRO FECHADO / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Tiago Rodrigues com direção de Chica Carelli.

Seguindo a tradição das chamadas comédias de bastidor, Tiago ambienta a ação de seu texto em um teatro fechado, onde um par de ex-amantes tenta dar um encerramento a sua relação. O ato de criar e o ato de esquecer estão constantemente presentes no jogo teatral proposto pelo texto.

 

SERVIÇO

Peça Romântica Para um Teatro Fechado

De 28 de outubro a 13 de nivembro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 07 de julho. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

Hamlet e Ofelia / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Carlos Alberto Machado, com direção de Celso Jr.

 

 O casal trágico da narrativa Shakespeareana, torna a encontrar-se em outro tempo, outras circunstâncias e  muitas dúvidas. Comentando o texto, Carlos Alberto  afirma:  “conheço há muitos anos o Hamlet e a Ofélia. Estes ou outros. Sempre diferentes na sua fuga pelo mundo. Morrendo e ressuscitando sempre.(...) A guerra tirara um braço a Hamlet. A Ofélia a cor da pele. Nada tinham que servisse de moeda de troca”.

 

SERVIÇO

Hamlet e Ofelia

De 25 de novembro a 11 de dezembro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 24 de novembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

O Vila completa 55 anos

 

HOJE NÃO TEM ESPETÁCULO.

O Teatro Vila Velha completa 55 anos.
Inaugurado no ano do golpe civil militar de 1964, seu palco foi abrigo contra a ditadura, barricada contra a censura, local de festa para a retomada democrática e permanece como possível trincheira para a desumanidade recém instalada.
O edifício pulsa entre as árvores centenárias do Passeio Público e a milenar Baía de Todos os Santos. Terra e água, razão e devaneio.
Nesta quarta-feira, 31, o palco não abre suas portas.
É um sinal: e se não abrisse mais?
É um sintoma: que tempos são estes?
Tem sido difícil manter as portas abertas neste Brasil de grades, cercas, condomínios mentais, gente cercada que se acha protegida, violação, violência, devastação dos valores civilizatórios e democráticos construídos pelo seu povo.
Não estamos fechados porque um teatro existe para ter as portas abertas ao público, aos artistas, às ideias, à luta e à labuta diária para que estejam sempre abertas à invenção da liberdade.
É preciso que vocês estejam aqui para que estejam abertas.
O espetáculo de hoje é a memória de todos os espetáculos.
É o sinal de que, se vocês não vierem, poderá estar fechado.
No dia depois do 31, o primeiro, o dia seguinte, estaremos abertos com nossa programação.
E seguimos, seguiremos.

A Cena Tá Preta

(Bando de Teatro Olodum & convidados)

Promovido pelo Bando de Teatro Olodum e grupos parceiros, o Festival anual busca fortalecer, estimular e divulgar a criação artística que tenha como base a cultura afro-brasileira

Mal Invisível

(Cruéis Tentadores)

Mal Invisível

\'Mal Invisível’ faz parte de um estudo iniciado em 2002, na França, pelo pesquisador/encenador/ator Marcelo Sousa Brito, fundador do Coletivo Cruéis Tentadores. Mergulhado na obra ‘La supplication’, da autora bielorrussa Svetlana Alexievitch que trata do universo particular das pessoas vítimas de contaminação radioativa, mais especificamente em Chernobil, surgiu a inspiração para montagem de um espetáculo imagético, que tem como objetivo estimular o potencial dos intérpretes em uma produção física e de imagens, mas também, essencialmente, discutir a degradação silenciosa de pessoas em contato com diversos elementos violentos, presentes em nosso cotidiano. Um debate muito atual no Brasil, na Bahia e no nordeste ultimamente, que reunirá artistas que acreditam na Arte como instrumento de formação e transformação humanas.

Com esta montagem, o diretor baiano pretende lançar um olhar a respeito de nossas dependências, do enfrentamento às questões futuras desta sociedade em constante alerta ambiental e civil, em constante inibição. O silêncio presente, as atitudes e sensações conhecidas. O homem autor e refém de sua ciência. O jogo e o debate com o termo “mal”, visa também promover uma reflexão além da sensação cartesiana de vítimas e algozes, aproximar o público de uma tomada de decisão quanto a ações simples que podem ser realizadas no cotidiano de sua convivência.

O trabalho é definido “como uma obra de arte que irá se mexer”. As cinco vítimas (personagem da encenação) que são vigiados a todo tempo por um cientista estarão expostos como esculturas que terão movimentos e diálogos entre si, o universo explorado será de contenção, discussão, reflexão e explosão. Cada personagem trará um momento de fragilidade diante de um grau de exposição. Esses corpos-vítimas viajarão por espaços diversos, a fim de serem vistos pelos visitantes. Como vive, o que sente alguém que foi afastado do seu cotidiano, das pessoas que ama, para ser estudado pelo outro, pela ciência e pela arte como objeto? As personagens/obras contraíram um mal que ainda intriga a todos: uma radiação inexplicável e invisível.

Ficha técnica:

Mal invisível

Texto, direção: Marcelo Sousa Brito

Elenco:

Márcia Andrade

Paulo Paiva

Irema Santos

Nilson Rocha

Marcelo Sousa Brito

A Tempestade

(Teatro dos Novos)

A Tempestade

Em novembro, a Companhia Teatro dos Novos,  estreia  A Tempestade, montagem do clássico de Shakespeare que conta  a história de traição e vingança de Próspero, o duque de Milão, afastado do poder por seu irmão e  refugiado em Ilha  habitada por seres mágicos. Próspero atrai para seu reino mágico aqueles que o traíram. A direção é de Marcio Meirelles.

Sobre o apoio financeiro da SECULT

Em atendimento aos critérios mínimos de publicidade e transparência previstos nos artigos 10 a 12 e outros da Lei Federal nº 13019/2014 - Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), disponibilizamos os dados relativos a nossa parceria firmada por meio dos mecanismos de fomento operados pela Secretaria de Cultura do EStado da Bahia  

 

I - data de assinatura e identificação do instrumento de parceria e do órgão da administração pública responsável: 08/11/2017 - tac 69

II - nome da organização da sociedade civil e seu número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB;  Sol Movimento da Cena CNPJ 002514310001-30

III - descrição do objeto da parceria: Apoio as Ações Continuadas da Instituição Cultural denominada "Teatro Vila Velha", no município de Salvador/BA, durante o período de 2017 a 2020, com ações de dinamização do espaço cultural e fomento às artes cênicas.

IV - valor total da parceria e valores liberados, quando for o caso: valor  total do Tac R$ 2.099.999,76 / liberados R$ 979.999,91 até maio de 2019

V - situação da prestação de contas da parceria, que deverá informar a data prevista para a sua apresentação, a data em que foi apresentada, o prazo para a sua análise e o resultado conclusivo; 1ª PARCELA 14/05/2018; 2ª PARCELA 19/11/2019; 3ª PARCELA 29/05/2019 - 1ª Parcela aprovada em 07/11/2018; 2ª Parcela aprovada em 24/04/2019; 3ª Parcela a ser Analisada

VI - quando vinculados à execução do objeto e pagos com recursos da parceria, o valor total da remuneração da equipe de trabalho, as funções que seus integrantes desempenham e a remuneração prevista para o respectivo exercício.

Meia-Entrada para Estudantes

ESTUDANTES E A MEIA ENTRADA


Entenda o que determina a lei brasileira sobre o direito à da meia entrada para estudantes com a transcrição do artigo 1º da lei 12.933/13.

LEI Nº 12.933, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013.
 
Dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos, e revoga a Medida Provisória no 2.208, de 17 de agosto de 2001.
 
 Art. 1o  É assegurado aos estudantes o acesso a salas de cinema, cineclubes, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos educativos, esportivos, de lazer e de entretenimento, em todo o território nacional, promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares, mediante pagamento da metade do preço do ingresso efetivamente cobrado do público em geral.
 § 1o  O benefício previsto no caput não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios e, também, não se aplica ao valor dos serviços adicionais eventualmente oferecidos em camarotes, áreas e cadeiras especiais.
 § 2o  Terão direito ao benefício os estudantes regularmente matriculados nos níveis e modalidades de educação e ensino previstos no Título V da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que comprovem sua condição de discente, mediante a apresentação, no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local de realização do evento, da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), pelas entidades estaduais e municipais filiadas àquelas, pelos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e pelos Centros e Diretórios Acadêmicos, com prazo de validade renovável a cada ano, conforme modelo único nacionalmente padronizado e publicamente disponibilizado pelas entidades nacionais antes referidas e pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), com certificação digital deste, podendo a carteira de identificação estudantil ter 50% (cinquenta por cento) de características locais. (Vide ADIN 5.108)
 § 3o  (VETADO).
 § 4o  A Associação Nacional de Pós-Graduandos, a União Nacional dos Estudantes, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e as entidades estudantis estaduais e municipais filiadas àquelas deverão disponibilizar um banco de dados contendo o nome e o número de registro dos estudantes portadores da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), expedida nos termos desta Lei, aos estabelecimentos referidos no caput deste artigo e ao Poder Público.  (Vide ADIN 5.108)
 § 5o  A representação estudantil é obrigada a manter o documento comprobatório do vínculo do aluno com o estabelecimento escolar, pelo mesmo prazo de validade da respectiva Carteira de Identificação Estudantil (CIE).
 § 6o  A Carteira de Identificação Estudantil (CIE) será válida da data de sua expedição até o dia 31 de março do ano subsequente.
 § 7o  (VETADO).
 § 8o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada as pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, sendo que este terá idêntico benefício no evento em que comprove estar nesta condição, na forma do regulamento.
 § 9o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada os jovens de 15 a 29 anos de idade de baixa renda, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e cuja renda familiar mensal seja de até 2 (dois) salários mínimos, na forma do regulamento.
§ 10.  A concessão do direito ao benefício da meia-entrada é assegurada em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento.
§ 11.  As normas desta Lei não se aplicam aos eventos Copa do Mundo FIFA de 2014 e Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.
Art. 2o  O cumprimento do percentual de que trata o § 10 do art. 1o será aferido por meio de instrumento de controle que faculte ao público o acesso a informações atualizadas referentes ao quantitativo de ingressos de meia-entrada disponíveis para cada sessão.
§ 1o  As produtoras dos eventos deverão disponibilizar:
I - o número total de ingressos e o número de ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada, em todos os pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara;
II – o aviso de que houve o esgotamento dos ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada em pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara, quando for o caso.

 

Duas Exposições Fotográficas Sobre O Espetáculo POR QUE HÉCUBA

 

DUAS EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS SOBRE O ESPETÁCULO
POR QUE HÉCUBA NO FOYER DO TEATRO VILA VELHA


Na semana das últimas quatro apresentações de Por Que Hécuba, durante os dias do circuito da Mostra Braskem de Teatro 2019, o Vila Velha promove a abertura de duas exposições fotográficas  ligadas à montagem. Uma delas é Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba, com fotografias do espetáculo feitas por integrantes do Labfoto/UFBA, a outra é No Camarim da Rainha, só com imagens da preparação dos atores/músicos, antes da entrada no palco. A abertura da primeira exposição acontece na quinta-feira (28/03), às 19h e a da segunda, na sexta, também às 19h, no foyer do teatro. A entrada é franca.

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba apresenta 22 imagens dos fotógrafos Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra,  que  fizeram diferentes  registros da temporada 2018 do espetáculo. As imagens desvelam alguns dos muitos momentos que eles enxergaram. A história trágica de Hécuba, rainha de Tróia silenciada e visibilizada pelos deuses, é resgatada nesses instantes de beleza.

Já as imagens de No Camarim da Rainha, incluem flagrantes de fotógrafos convidados e imagens feitas pelos atores e atrizes, todas ambientadas nos dois camarins do Teatro durante a preparação para o espetáculo. São registros mais experimentais, flagrantes das horas que antecedem o início no espetáculo e movimentação dos artistas, todos feitos ao longo da temporada 2019.

As imagens, impressas em papel de lambe-lambe, se espalham pelas paredes do foyer e do corredor de acesso ao palco e ao Cabaré dos Novos.

SERVIÇO
 

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba
Exposição fotográfica (Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra, do Labfoto/UFBA)
Abertura quinta-feira, dia 28, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha
 

Entrada franca

SERVIÇO

No Camarim da Rainha
Exposição fotográfica (atores, atrizes e fotógrafos convidados)
Abertura sexta-feira, dia 29, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha

Entrada franca