PROGRAMAÇÃO

De Carne e Concreto | VIVADANÇA

De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica é uma vivência, uma experiência de imersão provocadora de reflexões sobre a condição humana atual na cidade, sob a perspectiva do corpo. Na fronteira entre dança contemporânea, performance art, intervenção urbana, artes visuais e experimentos sociais, o público é colocado diante de questões sobre o viver em sociedade, sobre o comportamento humano em grandes centros urbanos e sobre a lógica do sistema econômico vigente.

Classificação Indicativa: 18 anos
Duração: 2h

 

Em breve espaço curto de tempo | VIVADANÇA

Em breve espaço curto de tempo – Jorge Silva Cia de Dança (BA)
O espetáculo tem como foco principal a vida e suas construções que agregam valores positivos e negativos ao longo do tempo. O trabalho remete ao bailarino e ao público um canteiro de obras, onde a construção é um caminho a ser seguido por todos. Espetáculo da 4ª Mostra Baiana de Dança Contemporânea, parte do Vivadança Festival Internacional 2017. Duração: 40min.

Atenção: O Teatro Vila Velha foi informado que o Passeio Público vai permenacer fechado durante todo o dia 28 de abril. Portanto, o espetáculo "Em breve espaço curto de tempo", do Vivadança, que aconteceria na sexta, foi transferido para o sábado, 29 de abril, no mesmo horário. Os ingressos comprados para o dia 28 serão aceitos normalmente na bilheteria.

Solos Stuttgart | VIVADANÇA

O Internationales Solo-Tanz Theater Festival - ou apenas Solos Stuttgart, como ficou conhecido -, chega ao Vivadança pelo sétimo ano consecutivo. O projeto, coordenado pelo diretor artístico Marcelo Santos, apresenta solistas e coreógrafos premiados em suas edições anteriores, na Alemanha. A programação para 2017 inclui solos de intérpretes de cinco países.
(E)utopia: a journey between Martin, Thomas and John (Bélgica), Coreografia e Intérprete: Maxine Van Lishout (Bélgica)
TZID (Itália), Coreografia: Beatrice Panero, Interprete : Pasquale Lombardi
Entrelacs (França/Rússia), Coreografia e Intérprete: Veronika Akopova
Balance (Bélgica), Coreografia e Intérprete: Louis Thoriot
Underneath (Israel), Coreografia e Intérprete: Ravid Abrabanel

Duração: 70min

10ª Mostra Casa Aberta | VIVADANÇA

A Mostra Casa Aberta completa 10 anos em 2017, reunindo cerca de 300 artistas em mais de 30 coreografias apresentadas por escolas, academias, grupos amadores, além de dançarinos independentes. Em dois dias de programação, são reunidas obras de diversos formatos (solos, duos, grupos) e estilos (jazz, balé, hip hop, tribal, moderno, etc). Além de uma grande vitrine, a Mostra Casa Aberta é um espaço democrático e agregador, onde a dança é celebrada em sua diversidade.
Duração: 80 min

10ª Batalha de Break VIVADANÇA

Completando 10 anos em 2017, a Batalha de Break Vivadança é um dos eventos já tradicionais do gênero na Bahia. Com duelo entre 32 duplas vindas de todo o Brasil, a competição pretende estimular criatividade e técnica dos participantes, ao promover um clima de disputa próprio do estilo. A comissão de jurados será composta por nomes de experiência na cena: Lalá Dance (PE), B.Girl Nitro (SP) e B.Boy PernA (DF). O júri decidirá as duplas que serão contempladas com os prêmios de 1º, 2º e 3º lugar. Os vencedores (1º lugar) garantem ainda uma vaga na batalha do Festival Mova-se, de Manaus. O som ficará por conta dos DJs Mamede (MG) e Jarrão (Alagoinhas/BA). Outras atividades serão realizadas durante o evento, como Cyphers e intervenções de outros estilos de dança do universo Hip Hop.

Duração: 6h

 

Cabaret Drag King

O “CABARET DRAG KING” é um espetáculo de variedades que aborda a temática do gênero, com destaque para as masculinidades. Cada edição reúne cerca de 10 artistas para explorar o tema através de sketches, montação, dublagem, dança, solos, etc. Um(a) mestre de cerimônias faz a ponte entre as apresentações e interage com artistas e público, compondo um espetáculo bem humorado e versátil. Na temporada 2017 teremos Márcia Andrade na direção e as artistas Ingridy Carvalho, Karol Senna e Mirella Matos Sales compondo um elenco fixo, além de convidades muito especiais. O bar funciona durante o espetáculo, que tem som da DJ Adriana Prates e projeções de Jacson Costa.

Barrela

Todo o espetáculo tem como cenário uma cela, na qual seis presos dividem um pequeno espaço e vivem inúmeros conflitos. A situação se agrava com a chegada de um novo preso, um tipo burguês, batizado pelos outros de “Garoto” ou “Carne Nova”, que acaba sendo violentado pelos colegas. Barrela é o primeiro texto do conceituado dramaturgo brasileiro Plínio Marcos. Amontagem da Cia de Teatro Gente leva o público a entrar e sair como numa visita a um presídio. O espetáculo estreou em 2006 no circuito oficial de teatro de Salvador, foi laureado na capital e em festivais no interior e teve uma excelente repercussão na passagem pelo Festival Internacional de Teatro de Curitiba 2007. Dirigido por Nathan Marreiro, o espetáculo volta aos palcos no Teatro Vila Velha para celebrar seus 10 anos de trajetória. No elenco, os atores Ailson Leite, Antônio Soares, Daniel Calibam, Everton Machado, Franclin Rocha, Amós Heber, Ismael Marques, Jhoilson de Oliveira, André Nunes, Ruhan Álvares e Victor Kizza.

R$30 e R$15 até dia 10/05 // R$40 e R$20 após a estreia

Cris Pereira | Terças Pretas

A cantora brasiliense Cris Pereira apresenta a turnê do álbum de estreia, “Folião de Raça”, nos dias 16 e 17 de maio, no Teatro Vila Velha, em Salvador. Acompanhada dos músicos Lucas de Campos (violão e direção musical), José Cabrera (piano), Rodrigo Salgado (baixo) e Leander Motta (bateria e percussão geral), Cris mostra ao público um repertório que enlaça clássicos do samba e do samba-canção a elementos do jazz e da música afro-brasileira. Além das músicas do disco, a artista interpreta temas de Baden Powell, Paulo César Pinheiro, Candeia e Dorival Caymmi, entre outros. As apresentações contam a participação especial da cantora e compositora Juliana Ribeiro.

Entre Linhas | Terças Pretas

O solo Entre Linhas é interpretado por Jaqueline Elesbão, e tem como temática central as diversas expressões da violência contra a mulher, sua construção cênica, alicerçada por uma alvenaria sincrônica entre corpo, movimento e sons, expõe a violência de ordem psicológica, emocional e sexual, e denuncia o processo cultural de silenciamento do discurso feminino desde sua formação até os dias atuais, apesar das conquistas sociopolíticas significativas, por uma sociedade machista, escravocrata e misógina. Ao longo do espetáculo, a coreógrafa Jack Elesbão mergulha com crueza nas feridas e cicatrizes desse sistema opressor naturalizado que mutila milhões de mulheres no Brasil e no mundo, e inverte os papéis de vítima e algoz. O intenso e simbiótico trabalho de corpo alia-se a diversos elementos cênicos para compor uma partitura dramatúrgica com uma maior riqueza de detalhes e referências históricas (a máscara de flandres – usada pela lendária escrava Anastácia nas sessões de tortura pelo seu senhor –, o sutiã (utensílio simbólico da liberdade feminina na década de 60) e o salto alto, símbolo de poder e independência da mulher na contemporaneidade, são alguns exemplos).