PROGRAMAÇÃO

A Última Virgem - Divina Comédia de Nelson Rodrigues

O Espetáculo A Última Virgem: a divina comédia de Nelson Rodrigues volta a cartaz no Teatro Vila Velha

Dirigida por Celso Jr. e baseada na peça Os Sete Gatinhos, a montagem da companhia Teatro dos Novos reestreia dia 02 de maio e faz temporada de quatro semanas

Primeira montagem da Companhia Teatro dos Novos para texto do escritor e dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues, A Última Virgem: a divina comédia de Nelson Rodrigues cumpre sua segunda temporada no Teatro Vila Velha. Em 2018 a peça ficou em cartaz durante o mês de agosto e agora faz apresentações de 02 a 26 de maio: nas duas primeiras semanas acontecem oito apresentações, de quinta a domingo e nas duas últimas, seis apresentações de sexta a domingo. Os ingressos já estão à venda.

A peça tem como eixo o núcleo familiar formado por Noronha, baixo funcionário da câmara dos deputados, sua esposa - D. Aracy, chamada de ‘Gorda\' - e suas cinco filhas. As quatro mais velhas não se casaram e se prostituem para dar à caçula – a última virgem - um casamento de princesa. A mais velha, Aurora, se prostitui nas horas vagas, e mantém um emprego numa repartição pública; Arlete tem nojo de homem e se refugia na homossexualidade como resposta à sua situação de mulher-objeto; Débora vive arranjando mulher pra homens idosos; e a silenciosa Hilda é médium espírita.

Todos se concentraram até então no objetivo de dar à Silene um casamento grandioso. Nos constantes choques entre a família e a dureza do mundo ocorrem explosões de sentimento, ora trágicos, ora patéticos. O texto de Nelson completou sessenta anos em 2018.

Nesta remontagem acontecem duas mudanças no elenco: a atriz Meniky Santana, substitui Isabela Silveira no papel de Débora e o ator Alexandre Moreira interpreta Bibelot no lugar de Tiago Querino. “Remontar uma peça é sempre uma redescoberta de novos caminhos, vislumbrar novos destinos apontados por estes novos corpos, em relação aos que já estavam ali”, comenta o diretor Celso Jr., acrescentando que “Alexandre, com quem eu já colaborei em diversos trabalhos, empresta sua experiência em retratar o tipo cafajeste de Bibelot. O fato de ele ser irmão de Fernanda Paquelet, amplia as relações familiares já tão complicadas da peça. Já Meniky chega para complementar o quadro das irmãs, emprestando seu corpo e a cor de sua pele para revelar a força e as fragilidades desta família desajustada.”

Além de Alexandre e Meniky, estão no elenco: Luiz Pepeu, Fernanda Paquelet, Adriana Leite, Beatriz Almeida, Camila Castro, Igor Nascimento, Thauan Peralva Vivas, e as participações especiais de Newton Olivieri e Vinícius Bustani.

 

Terças Pretas: Rosas Negras

O PROJETO TERÇAS PRETAS RETORNA COM APRESENTAÇÃO NO DIA 28 DE MAIO

O grupo Nata (Núcleo Afro Brasileiro de Teatro de Alagoinhas ) é o convidado para a primeira edição do projeto Terças Pretas em 2019, com o solo Rosas Negras. O espetáculo ambiciona contribuir com o empoderamento da mulher negra, através da pesquisa para a criação de um espetáculo-dança com  dramaturgia construída a partir das histórias de vida de algumas mulheres negras com relevantes contribuições para a luta contra a discriminação e a violência contra a mulher e principalmente contra a mulher negra.

Um espetáculo que visa pôr em cena a beleza, o vigor, a inteligência, a sensualidade e sensibilidade da mulher negra lutando contra os estigmas e os estereótipos imputados a elas pelo processo de colonização.

Rosas Negras reverencia a ancestralidade feminina, coloca a mulher negra como protagonista da sua própria história, cria referência, empodera mulheres negras, e potencializa a autoestima e valorização de nossas raízes negras. o Terças Pretas é um projeto do Bando de Teatro Olodum.

 

SERVIÇO:

Rosas Negras
Grupo NATA- Núcleo Afro Brasileiro de Teatro de Alagoinhas 
28 de maio
19h
R$ 10 inteira e r$ 5 meia  (mulher negra paga meia)
Teatro Vila Velha (Cabaré dos Novos)

Classificação: livre

ATeliê voadOR estreia teatro/filme Escorpião

Escorpião é uma experiência visual com formato cinematográfico dentro da linguagem do teatro, esgarçamos o termo “aqui e agora”, para algo parecido com, “aqui / agora / antes / depois”. Os corpos são atravessados pelo passado dos personagens em tempo real, criando cruzamentos dentro das versões de um assassinato. Venha tentar desvendar esse suspense.
 
Focados na dimensão política da arte e no que ela pode contribuir para a construção de novas políticas de subjetivação, há 15 anos o grupo leva aos palcos do Brasil e da América Latina, espetáculos que contribuem para quebrar a “anestesia da vulnerabilidade ao outro”. É nesse diapasão que a escolha de Escorpião parece mais do que oportuna em tempos de muitos ataques à liberdade de expressão e uma vasta ignorância em relação às formas disruptivas da arte falar de comportamentos, crenças, valores.

O autor paulista Felipe Greco, eminente cronista de seu país e de seu tempo, devora e devolve em forma de teatro escritores como Jean Genet, Plínio Marcos e Néstor Perlongher. Numa cidade desvairada, sob o império profundo do desejo, a encenação vai revelando recortes malditos de sujeitos marginalizados e abjetos, personagens que transitam incógnitos pelo submundo a vivenciar desejos e enfrentar dramas pessoais.

A encenação da ATeliê voadOR é claustrofóbica e expõe as personagens num espaço paradoxal, porque, enquanto claustro, também é zona de livre desejo, sempre à deriva, carregado de surpresas, mistérios, revelações e peripécias. Sensorial, esquadrinha toda a espacialidade do interior de uma “alcova” em detalhes sórdidos, aspectos estarrecedores que contribuem para a construção de um universo obscuro, mas de possibilidades, combinações e agenciamentos marcados por intensa subjetividade oriunda de sentimentos e sensações caros àquele desejo. Dicotômico, porque desconstrói o projeto de masculinidade da cultura brasileira ao nos apresentar a existência daqueles que, ultrapassando as fronteiras de suas masculinidades, se entregam (por vezes de modo “selvagem”) aos sentidos do prazer homoerótico.

Por fim, Escorpião, através de tensões/tesões de Boris e Edu, retoma muitos temas caros à política na cena teatral contemporânea e se concretiza como uma farsa de sujeitos que estabelecem entre si um jogo de ocultação/revelação do desejo, de uma intimidade negociada de maneira tão verossímil quanto fantástica. Peça para ser vista de um golpe só.

 

Escorpião

Encenação| Marcus Lobo
Texto| Felipe Greco
Texto prólogo| Mario Neto
Dramaturgia|Djalma Thürler
Elenco|Duda Woyda (Boris) e Gleison Richelle (Edu)
Elenco em participação audiovisual| Mariana Moreno (Vera), Marcelo Antônio (Marcos) e Sasha Heels (Lia)
Preparação telemática e interações corpo/video|Marcus Lobo e Danilo Lima
Roteiro e Direção do filme | Douglas Oliveira
Direção de arte| Clarissa Ribeiro
Assistente de Direção de Arte| Mariana Gomes
Montagem de filme (plataformas virtuais) | Douglas Oliveira
Montagem de filme (teatro)| Giovani Rufino
Animações, CGI e paisagens visuais:|Giovani Rufino e Marcus Lobo
Trilha sonora| Cassius Cardoso
Designer de luz| Alison de Sá
Video Mapping e Efeitos especiais| Giovani Rufino
Cenografia| Aianne Bilitario e Marcus Lobo
Figurino| Luiz Santana
Parcerias |Coletivo SALVA! de audiovisual, COATO coletivo, IHAC /UFBA
Realização ATeliê voadOR Teatro

PROJETO K CENA: Ensaio para a Democracia

 

ENSAIO PARA A DEMOCRACIA RESGATA LUTA CONTRA A CENSURA

 

Espetáculo do Projeto KCena,dirigido por Licko Turle, faz duas apresentações gratuitas no Passeio Público de Salvador

 

No próximo dia 01 de junho, às 17h, no Passeio Público de Salvador, estreia o espetáculo Ensaio para a Democracia, dirigido por Licko Turle e com elenco formado por integrantes da Universidade LIVRE e atores iniciantes. Apoiada nas estratégias narrativas do teatro de rua contemporâneo, a montagem propõe uma série de cenas curtas, baseadas numa relação de horizontalidade com o público. A intenção é discutir liberdade criativa e resistência teatral em contextos de violência de estado e censura, tanto na época da ditadura militar brasileira, quanto no passado recente do país. Ensaio para a Democracia é a oitava produção do Projeto KCena, que promove o intercâmbio para formação de artistas do palco entre Brasil, Portugal e Cabo Verde. Serão duas apresentações gratuitas, dias 01 e 02 de junho.

 

Entre as cenas dramatizadas estão momentos em que o teatro baiano sofreu e enfrentou a censura e a violência do regime militar, após o golpe de 1964.  Licko e Miguel Campelo (codiretor do espetáculo) trouxeram o pré-roteiro de uma montagem de 2003, e, durante uma das oficinas para estruturação do espetáculo, integrantes da Universidade LIVRE, propuseram uma pesquisa nos documentos do Centro de Cultura e Memória Nós, Por Exemplo, arquivo do que guarda a história do Vila e das companhias que ele abrigou e abriga. 

 

Licko, Miguel, os atores e atrizes estruturaram um espetáculo sobre resistência cultural e defesa da liberdade artística, carnavalizando o discurso para melhor desvelar a denúncia dos ataques às liberdades democráticas ontem e hoje. E, claro, as formas de contra-ataque que a arte encontra para combater a opressão. “Seguimos a estética do carnaval, substituímos as cinzas couraças da ideologia pelos trapos coloridos da fantasia como falava um querido amigo e diretor, Amir Haddad”, explica Turle.

 

Para o codiretor Miguel Campelo, “o teatro de rua tem seus ‘modos de usar’ bastante característicos, tanto de estética quanto de, mas é essencial que a forma do espetáculo surja principalmente da relação que o grupo deseja estabelecer com a plateia”, acrescentando que “o conteúdo sempre vem primeiro e, de dentro para fora, suas necessidades é que determinarão os procedimentos estéticos”, complementa.

 

E é com o intuito de propor uma reflexão sobre a democracia brasileira contemporânea que  está edição do projeto KCena no Brasil, optou por encenar um texto baseado em criação coletiva, improviso, horizontalidade entre atores e público ,a través das estratégias cênicas do teatro de rua. “Este ano não estamos usando um texto comum aos demais países envolvidos no projeto, porque acreditamos que é urgente discutirmos, na rua, a situação política do país e o papel da arte neste contexto”, explica Marcio Meirelles, diretor artístico do Vila Velha.

 

SERVIÇO

ENSAIOS PARA A DEMOCRACIA

Dias 01 e 02 de junho

16h

Passeio Público de Salvador (Av. Sete de Setembro, s/n, Centro)

Gratuito

Classificação livre

Duração: 1h10

 

FICHA TÉCNICA

Texto-Enredo processo colaborativo da Universidade Livre organizado

Direção Licko Turle

Codireção Miguel Campelo

Direção Musical Marcelo Jardim

Corpo Thiago Menegaz

Iluminação Nando Zâmbia

 

ELENCO (em ordem alfabética):

Ana Pilar // Ananda Brasileiro // Anne Cardoso // Carolina Lira // Daniela Szwertszarf // Gabriel Brasileiro // Helena Uchôa // Igor Rizutti // Julyana Costa // Lilian Carneiro de Carvalho // Lucas Lima // Marcelo Jardim // Meniky Marla // Michel Santana // Michelle Cristine // Natalia Mascarenhas // Pitanga // Rebeca Lima // Renata Nishitani // Ruanne Azfon // Tatiana Semêdo // Thereza Junqueira // Tiago Menegaz // Vick Nefertiti //

 

 

ESPETÁCULOS JÁ MONTADOS PELO K CENA

 

2018 - TEMPORAL (Graeme Pulleyn/Portugal)

2017 - A BESTA (Graeme Pulleyn/Brasil); SOMOS TODOS UBU – UMA COMÉDIA ABSURDA (Chica Carrelli/Cabo Verde); UBULÂNDIA (Paulo Miranda e João Branco/Portugal).

2016 - A GRANDE RESSACA (Chica Carelli, Graeme Pulleyn e João Branco/Portugal)

2015 - DO-EU (João Branco/Brasil); ANATOMIA DO MEDO (Graeme Pulleyn/Cabo Verde); VOCÊ TEM MEDO DO ESCURO? (Márcio Meirelles/Portugal)

2014 - DQ2014 (Graeme Pulleyn/Brasil); EM DEFESA DAS CAUSAS PERDIDAS (Márcio Meirelles/Cabo Verde); DULCINEIA JÁ NÃO MORA AQUI (João Branco/Portugal).

2013 - QUARTO DO NUNCA (João Branco/Brasil); PANDEMÓNIO – UM OLHAR CRIOULO SOBRE O PETER PAN (Graeme Pulleyn/Cabo Verde); SEMPRE EM FRENTE ATÉ AO AMANHECER (Márcio Meirelles/Portugal).

Por Que Hécuba vence o Braskem e retorna ao Vila

ELEITO O MELHOR ESPETÁCULO DO TEATRO BAIANO EM 2018, POR QUE HÉCUBA RETORNA AO VILA VELHA EM JULHO.

Montagem que também foi indicada nas categorias Melhor Atriz (Chica Carelli) e Melhor Direção (Marcio Meirelles), faz temporada de 04 de julho a 04 de agosto

Ambientada entre a cidade lendária de Tróia e a capital da Bahia, a trama acontece simultaneamente na Grécia Antiga e no Carnaval de Salvador, instalando um lugar entre a festividade e a tragédia. Hécuba, a rainha devastada pela lendária Guerra de Tróia, encarna muitas das dores do mundo de hoje, em que uma série de outras guerras cotidianas são desencadeadas pela intervenção dos novos deuses, que ocupam as diversas esferas do poder contemporâneo. A releitura do dramaturgo romeno Matéi Visniec encontra a montagem instigante do diretor baiano Marcio Meirelles.

Para o dramaturgo  Matéi Visniec, a Tróia de nossos dias pode estar na Bósnia, na Chechênia, em Beirute, na Somália, na Síria ou em qualquer país repartido e assombrado pelo espectro da guerra civil. E, claro, no Brasil atual, atravessado por tantas intransigências e violentos jogos de poder.

Como acredita Márcio Meirelles, “estamos vivendo isto: uma sociedade que se divide e subdivide em classes, gêneros raças, crenças. Como se tudo e todos não pudessem conviver com o contraditório, com opiniões, ritos e ideologias diferentes”, acrescentando que o espetáculo discute o por quê de tanto ódio e de uma reação movida pelo ódio ao que foi construído socialmente. “Por que o que foi construído tem que ser destruído com tanto ódio?”, indaga.

Protagonizada pela atriz Chica Carelli – que também colaborou na tradução do texto feita por Vinícius Bustani – o espetáculo ganha corpo com o histórico grupo Teatro dos Novos, que conta ainda com a participação de atores e atrizes convidadas e dos participantes da Universidade LIVRE.

SERVIÇO

POR QUE HÉCUBA

Estreia 04 de julho (quinta-feira)


Classificação: 14 anos

Duração: 1h40

Laboratório Permanente

O DIRETOR E CRÍTICO TEATRAL DANIEL GUERRA  PROVO O LABORATÓRIO PERMANENTE, PARA PRÁTICAS TEATRAIS CONTEMPORÂNEAS

O laboratório acontece no Vila de maio até dezembro, dividido em oito módulos com inscrições mensais para cada módulo, que podem ser feitos de maneira avulsa e pagos em até doze vezes
O Laboratório Permanente é um espaço de formação, criação e compartilhamento sobre as artes cênicas contemporâneas. As práticas se baseiam na trajetória de trabalho com atores do diretor teatral Daniel Guerra (Os Demônios, 2018), reelaborado a partir do contato e troca com os participantes.

O eixo de todo o Laboratório está na noção de Voz. Voz (aqui encarada não apenas como vocalidade) é toda a corrente de fluxos energéticos, impulsos e micro-movimentos corporais que, subterraneamente, levam o atuante à ação, ou seja, às suas próprias fontes poéticas, seu ritmo, sua musicalidade, sua articulação. A pesquisa da Voz, portanto, baseia-se na junção entre corpo, respiração e voz (desta vez como vocalidade), descartando assim a tradicional separação metodológica entre “trabalho de voz” e “trabalho de corpo”. Assim, este Laboratório visa o desenvolvimento de uma linguagem expressiva singular, um discurso do corpo em conjunto com o discurso verbal, amparados na respiração como ponto de ligação e partida para qualquer decisão estética. Cada módulo mensal abordará questões como ritmo, musicalidade, ação física, fluxo verbal e estados da presença.

Os interessados podem se inscrever em quantos módulos quiserem.

Este Laboratório é voltado para artistas com qualquer experiência na área, que almejem ampliar suas possibilidades expressivas no campo da atuação, dança e performance, bem como na abertura para formas contemporâneas de pensar a cena.


Serviço:

Módulos mensais de maio a dezembro de 2019*
Segundas, quartas e sextas
Das 14h às 18h
No Teatro Vila Velha
 

* O Valor dos módulos varia de R$200 a R$250, a depender do número de encontros/mês.

Módulo 1 - Maio
De 06 a 31 de maio
Valor: R$ 250,00

Módulo 2 - Junho
De 03 a 21 de junho
Valor: R$ 200,00

Módulo 3 - Julho
De 08 a 26 de julho
Valor: R$ 200,00

Módulo 4 - Agosto
De 05 a 30 de agosto
Valor: R$ 250,00

Módulo 5 - Setembro
De 02 a 27 de setembro
Valor: R$ 250,00

Módulo 6 - Outubro
De 07 de outubro a 01 de novembro
Valor: R$ 250,00

Módulo 7 - Novembro
De 04 a 29 de novembro
Valor: R$ 250,00

Módulo 8 - Dezembro

De 02 a 20 de dezembro
Valor: R$ 200,00

Duas Exposições Fotográficas Sobre O Espetáculo POR QUE HÉCUBA

 

DUAS EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS SOBRE O ESPETÁCULO
POR QUE HÉCUBA NO FOYER DO TEATRO VILA VELHA


Na semana das últimas quatro apresentações de Por Que Hécuba, durante os dias do circuito da Mostra Braskem de Teatro 2019, o Vila Velha promove a abertura de duas exposições fotográficas  ligadas à montagem. Uma delas é Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba, com fotografias do espetáculo feitas por integrantes do Labfoto/UFBA, a outra é No Camarim da Rainha, só com imagens da preparação dos atores/músicos, antes da entrada no palco. A abertura da primeira exposição acontece na quinta-feira (28/03), às 19h e a da segunda, na sexta, também às 19h, no foyer do teatro. A entrada é franca.

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba apresenta 22 imagens dos fotógrafos Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra,  que  fizeram diferentes  registros da temporada 2018 do espetáculo. As imagens desvelam alguns dos muitos momentos que eles enxergaram. A história trágica de Hécuba, rainha de Tróia silenciada e visibilizada pelos deuses, é resgatada nesses instantes de beleza.

Já as imagens de No Camarim da Rainha, incluem flagrantes de fotógrafos convidados e imagens feitas pelos atores e atrizes, todas ambientadas nos dois camarins do Teatro durante a preparação para o espetáculo. São registros mais experimentais, flagrantes das horas que antecedem o início no espetáculo e movimentação dos artistas, todos feitos ao longo da temporada 2019.

As imagens, impressas em papel de lambe-lambe, se espalham pelas paredes do foyer e do corredor de acesso ao palco e ao Cabaré dos Novos.

SERVIÇO
 

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba
Exposição fotográfica (Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra, do Labfoto/UFBA)
Abertura quinta-feira, dia 28, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha
 

Entrada franca

SERVIÇO

No Camarim da Rainha
Exposição fotográfica (atores, atrizes e fotógrafos convidados)
Abertura sexta-feira, dia 29, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha

Entrada franca

Projeto 3 & Pronto

TERCEIRA EDIÇÃO DO PROJETO 3 & PRONTO, ENCENA PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS

 

Três semanas de ensaio, Três semanas de apresentação, três dias por semana. Esta edição de 3 & Pronto apresenta seis textos do teatro contemporâneo português, dirigidos por seis diretoras e diretores baianos, entre maio e novembro. Sempre no Cabaré dos Novos, de segunda à quarta.  Com integrantes da Companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha e atrizes e atores convidados.

 

Os ingressos para qualquer um dos espetáculos já estão a venda, com preço promocional até um dia antes de cada uma das estreias.

 

AS SEIS MONTAGENS

 

STORNI – QUIROGA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Hebe Alves e elenco formado pela companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade Livre do Teatro Vila Velha e atores convidados, o texto de Ricardo Cabaça é uma colagem poética sobre o trabalho literário e o encontro amoroso entre a poeta argentina Alfonsina  Storni (1892-1938) e o poeta uruguaio Horacio Quiroga (1878-1937).

 

SERVIÇO

Storni – Quiroga

De 06 a 22 de maio

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 05 de maio. Ingresos à venda  em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

 

PELA ÁGUA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Fernanda Paquelet, o texto do ator e dramaturgo Tiago Correia vale-se do encontro entre dois homens, ambos ex-amantes de uma mesma mulher, para discutir amor, política e teatro.

 

 

SERVIÇO

Pela Água

De 03 a 19 de junho

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 02 de junho. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

PEÇA ROMÂNTICA PARA UM TEATRO FECHADO / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Tiago Rodrigues com direção de Chica Carelli.

Seguindo a tradição das chamadas comédias de bastidor, Tiago ambienta a ação de seu texto em um teatro fechado, onde um par de ex-amantes tenta dar um encerramento a sua relação. O ato de criar e o ato de esquecer estão constantemente presentes no jogo teatral proposto pelo texto.

 

SERVIÇO

Peça Romântica Para um Teatro Fechado

De 08 a 24 de julho

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 07 de julho. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

 

TREVA OU OS PRINCÍPIOS DA HIGIENE FUNCIONAL / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Sabrina D. Marques com direção de Paula Lice.

No argumento do espetáculo os movimentos de uma consciência liberta e questionadora, presa ao corpo diagnosticado, medicado, catalogado, enquadrado e aprisionado pelas estruturas de poder do discurso ocidental sobre a racionalidade, um fluxo de pensamentos  fragmentos de vida.

 

 

SERVIÇO

Peça Romântica Para um Teatro Fechado

De 05 a 21 de agosto

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 04 de agosto. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

OssO / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Rui Zink com direção de João Joao Sanches.

Dois homens se enfrentam no texto de Zink. Diálogos incisivos.

Se provocam, desafiam-se em inteligência e astúcia, estabelecendo jogos que subvertem a linguagem que usam e suas posições na própria trama.

 

 

 

SERVIÇO

OssO

De 30 de setembro a 16 de outubro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 29 de setembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

Hamlet e Ofelia / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Carlos Alberto Machado, com direção de Celso Jr.

 

 O casal trágico da narrativa Shakespeareana, torna a encontrar-se em outro tempo, outras circunstâncias e  muitas dúvidas. Comentando o texto, Carlos Alberto  afirma:  “conheço há muitos anos o Hamlet e a Ofélia. Estes ou outros. Sempre diferentes na sua fuga pelo mundo. Morrendo e ressuscitando sempre.(...) A guerra tirara um braço a Hamlet. A Ofélia a cor da pele. Nada tinham que servisse de moeda de troca”.

 

SERVIÇO

Hamlet e Ofelia

De 25 de novembro a 11 de dezembro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 24 de novembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

Coral - Uma etno(cena)grafia

a companhia ATeliê voadOR apresenta mais uma produção  para discutir os sistemas culturais que aprisionam os corpos, os desejos, as pessoas. . Inspirado pelo livro de Camilo Braz , “À meia luz...uma etnografia em clubes de sexo masculinos”, Djalma Thürler cria três histórias de práticas sexuais públicas que, de modo geral, costumam despertar forte carga de reprovação moral e repugnância estética.

CORAL: uma etno(cena)grafia é para ser visto em lugares no estilo Cabaret, porque foi concebido como um espetáculo de variedades e convida o espectador, em meio a uma ou duas cervejas, a percorrer e desvendar, pelo avesso, uma série de convenções sobre a masculinidade em um espetáculo de exibição, fetiche e prazer. As três cenas, em graus variados, materializam um imaginário de sacanagem secreta e silenciosa entre homens, mobilizando fantasias de domínio, opressão, violência e rendição.

CORAL: uma etno(cena)grafia é marcado por operações de escuta e pela constituição de uma câmara de ecos na qual ressoa uma multiplicidade de vozes e músicas cantadas e tocadas ao vivo por Roberta Dantas, Maira Lins e Tatiana Trad. Nele, o gosto pela aventura e pelo risco, ingredientes tão apreciados por aqueles que, instigados pelo desejo, perambulam pelo lado selvagem, sórdido e perigoso das cidades nos mostram que a criatividade da vida social invariavelmente ultrapassa o alcance de qualquer construção analítica.

Texto coral e direção: Djalma Thürler

Elenco: Duda Woyda, Rafael Medrado, Talis Castro

Direção Musical: Roberta Dantas

Banda Coral: Maira Lins, Roberta Dantas, Poliana Coelho.

Produção: Ateliê voadOR Companhia de Teatro

Texto e direção: Djalma Thürler

 

Os Demônios

O espetáculo Os Demônios retorna ao palco do Teatro Vila Velha em agosto e setembro


Inspirada no romance homônimo de Fiódor Dostoiésvki e com direção de Daniel Guerra, a montagem da Companhia Teatro dos Novos que estreou no Vila  em 2018, volta  este ano para mais uma temporada.
 
A encenação conta a história de um grupo de revolucionários na Rússia do final do século XIX, panorama que encontra correspondência no Brasil de hoje, ao expor uma série de contradições, intolerâncias e polaridades. A direção musical de Heitor Dantas explora as sonoridades e nuances vocais e corporais do elenco de 23 atores.

“A gente mantêm as referências da Rússia do século XIX, mas a nossa história é dos atores desse século, dessa pequena multidão que a gente conseguiu agregar”, conta o diretor Daniel Guerra.

O cenário móvel da arquiteta e artista plástica Amine Barbuda – também co-diretora – é formado por 40 biombos, que se espalham, recriam e transformam o espaço cênico. Manipulados pelos atuantes, tecem os encontros subversivos entre os comparsas, suas relações dúbias, em que coexistem amor e ódio, verdade e mentira. No diálogo com a cenografia, iluminação de Pedro Dultra Benevides se baseia no desenho dessa espacialidade e nos corpos dos atores. O texto é uma adaptação da dramaturga e atriz Bárbara Pessoa.

Espetáculo Os Demônios - Grupo Teatro dos Novos

Datas: em agosto 15 (estreia e única quinta-feira da temporada), 16, 17, 18 , 23, 24, 25, 30, 31. Setembro 01, 06, 07, 08

Horário: Quinta a sábado – 20h / Domingo – 19h

Classificação etária: 14 anos

Pavio

(Baobá Produções)

A Pávio é um feira de arte e negócios que promove negociação direta entre artistas, curadores e diretores de festivais de artes cênicas.

A Cena Tá Preta

(Bando de Teatro Olodum & convidados)

Promovido pelo Bando de Teatro Olodum e grupos parceiros, o Festival anual busca fortalecer, estimular e divulgar a criação artística que tenha como base a cultura afro-brasileira

Mal Invisível

(Cruéis Tentadores)

Mal Invisível

\'Mal Invisível’ faz parte de um estudo iniciado em 2002, na França, pelo pesquisador/encenador/ator Marcelo Sousa Brito, fundador do Coletivo Cruéis Tentadores. Mergulhado na obra ‘La supplication’, da autora bielorrussa Svetlana Alexievitch que trata do universo particular das pessoas vítimas de contaminação radioativa, mais especificamente em Chernobil, surgiu a inspiração para montagem de um espetáculo imagético, que tem como objetivo estimular o potencial dos intérpretes em uma produção física e de imagens, mas também, essencialmente, discutir a degradação silenciosa de pessoas em contato com diversos elementos violentos, presentes em nosso cotidiano. Um debate muito atual no Brasil, na Bahia e no nordeste ultimamente, que reunirá artistas que acreditam na Arte como instrumento de formação e transformação humanas.

Com esta montagem, o diretor baiano pretende lançar um olhar a respeito de nossas dependências, do enfrentamento às questões futuras desta sociedade em constante alerta ambiental e civil, em constante inibição. O silêncio presente, as atitudes e sensações conhecidas. O homem autor e refém de sua ciência. O jogo e o debate com o termo “mal”, visa também promover uma reflexão além da sensação cartesiana de vítimas e algozes, aproximar o público de uma tomada de decisão quanto a ações simples que podem ser realizadas no cotidiano de sua convivência.

O trabalho é definido “como uma obra de arte que irá se mexer”. As cinco vítimas (personagem da encenação) que são vigiados a todo tempo por um cientista estarão expostos como esculturas que terão movimentos e diálogos entre si, o universo explorado será de contenção, discussão, reflexão e explosão. Cada personagem trará um momento de fragilidade diante de um grau de exposição. Esses corpos-vítimas viajarão por espaços diversos, a fim de serem vistos pelos visitantes. Como vive, o que sente alguém que foi afastado do seu cotidiano, das pessoas que ama, para ser estudado pelo outro, pela ciência e pela arte como objeto? As personagens/obras contraíram um mal que ainda intriga a todos: uma radiação inexplicável e invisível.

Ficha técnica:

Mal invisível

Texto, direção: Marcelo Sousa Brito

Elenco:

Márcia Andrade

Paulo Paiva

Irema Santos

Nilson Rocha

Marcelo Sousa Brito

A Tempestade

(Teatro dos Novos)

A Tempestade

Em novembro, a Companhia Teatro dos Novos,  estreia  A Tempestade, montagem do clássico de Shakespeare que conta  a história de traição e vingança de Próspero, o duque de Milão, afastado do poder por seu irmão e  refugiado em Ilha  habitada por seres mágicos. Próspero atrai para seu reino mágico aqueles que o traíram. A direção é de Marcio Meirelles.

Meia-Entrada para Estudantes

ESTUDANTES E A MEIA ENTRADA


Entenda o que determina a lei brasileira sobre o direito à da meia entrada para estudantes com a transcrição do artigo 1º da lei 12.933/13.

LEI Nº 12.933, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013.
 
Dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos, e revoga a Medida Provisória no 2.208, de 17 de agosto de 2001.
 
 Art. 1o  É assegurado aos estudantes o acesso a salas de cinema, cineclubes, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos educativos, esportivos, de lazer e de entretenimento, em todo o território nacional, promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares, mediante pagamento da metade do preço do ingresso efetivamente cobrado do público em geral.
 § 1o  O benefício previsto no caput não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios e, também, não se aplica ao valor dos serviços adicionais eventualmente oferecidos em camarotes, áreas e cadeiras especiais.
 § 2o  Terão direito ao benefício os estudantes regularmente matriculados nos níveis e modalidades de educação e ensino previstos no Título V da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que comprovem sua condição de discente, mediante a apresentação, no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local de realização do evento, da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), pelas entidades estaduais e municipais filiadas àquelas, pelos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e pelos Centros e Diretórios Acadêmicos, com prazo de validade renovável a cada ano, conforme modelo único nacionalmente padronizado e publicamente disponibilizado pelas entidades nacionais antes referidas e pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), com certificação digital deste, podendo a carteira de identificação estudantil ter 50% (cinquenta por cento) de características locais. (Vide ADIN 5.108)
 § 3o  (VETADO).
 § 4o  A Associação Nacional de Pós-Graduandos, a União Nacional dos Estudantes, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e as entidades estudantis estaduais e municipais filiadas àquelas deverão disponibilizar um banco de dados contendo o nome e o número de registro dos estudantes portadores da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), expedida nos termos desta Lei, aos estabelecimentos referidos no caput deste artigo e ao Poder Público.  (Vide ADIN 5.108)
 § 5o  A representação estudantil é obrigada a manter o documento comprobatório do vínculo do aluno com o estabelecimento escolar, pelo mesmo prazo de validade da respectiva Carteira de Identificação Estudantil (CIE).
 § 6o  A Carteira de Identificação Estudantil (CIE) será válida da data de sua expedição até o dia 31 de março do ano subsequente.
 § 7o  (VETADO).
 § 8o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada as pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, sendo que este terá idêntico benefício no evento em que comprove estar nesta condição, na forma do regulamento.
 § 9o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada os jovens de 15 a 29 anos de idade de baixa renda, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e cuja renda familiar mensal seja de até 2 (dois) salários mínimos, na forma do regulamento.
§ 10.  A concessão do direito ao benefício da meia-entrada é assegurada em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento.
§ 11.  As normas desta Lei não se aplicam aos eventos Copa do Mundo FIFA de 2014 e Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.
Art. 2o  O cumprimento do percentual de que trata o § 10 do art. 1o será aferido por meio de instrumento de controle que faculte ao público o acesso a informações atualizadas referentes ao quantitativo de ingressos de meia-entrada disponíveis para cada sessão.
§ 1o  As produtoras dos eventos deverão disponibilizar:
I - o número total de ingressos e o número de ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada, em todos os pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara;
II – o aviso de que houve o esgotamento dos ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada em pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara, quando for o caso.