PROGRAMAÇÃO

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO EM DANÇA-TEATRO

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO EM DANÇA-TEATRO: MEMÓRIAS E ESCRITAS DE MULHERES (IM)POSSÍVEIS, com Fernanda Veiga

 A oficina, destinada a mulheres, é  um laboratório de criação inspirado no universo da dança-teatro e do processo criativo desenvolvido pela coreógrafa alemã Pina Bausch no fim dos anos 70, através do método de Perguntas e Respostas. O enfoque será no uso da memória e das escritas das intérpretes-criadoras como propulsoras do processo. Ao fim da imersão, haverá uma mostra pública do material levantado na oficina. O público-alvo são mulheres a partir de 18 anos de preferência com alguma experiência em teatro ou dança.

Fernanda Veiga tem formação em Teatro pelo Curso Livre da UFBA (2013) e pela Universidade Livre do Teatro Vila Velha (2013-2015), é também psicóloga (UFBA 2004-2009), com mestrado pela Université Paris 8 e  doutoranda em Artes Cênicas pelo PPGAC, na UFBA. Nas artes, transita pela dança, teatro, poesia e música. Atuou e dirigiu, com Will Brandão, o experimento cênico Sobre Mulheres Cavalos e Lobos, em 2017.  Nutre interesse pelas poéticas femininas e feministas nos processos artísticos. Como pesquisadora, estuda  dança-teatro e como o processo de criação bauschiano se relaciona com a memória e com as escritas de si dos interprete-criadores.

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO EM DANÇA-TEATRO: MEMÓRIAS E ESCRITAS DE MULHERES (IM)POSSÍVEIS, com Fernanda Veiga

De 29/out a 12/dez
Todas as terças e quintas
Das 18h30  às 21h30
Investimento: R$ 150,00 (+ R$ 15,00 taxa) em até 12x R$ 16,57
Inscrições até 29/10/2019

 

Mal Invisível em cartaz no Vila

 

De 10 a 27 de outubro, o espetáculo Mal Invisível faz temporada no Teatro vila Velha, com apresentações de sexta a domingo. O projeto faz parte de uma pesquisa do encenador Marcelo Souza Brito, iniciada em Paris em 2002 ao conhecer a obra “La supplication” da autora bielorrussa Svetlana Alexievitch, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em. Foi a atualidade da obra que fez o Marcelo retornar a esse projeto e atualizar o assunto com uma dramaturgia forte que traz também dados, relatos e informações de canais de notícias e trechos do livro “Holocausto brasileiro” da autora Daniela Arbex. 

 
Marcelo reuniu uma equipe de artistas artivistas e desde março deste ano divide o espaço de criação juntamente com os moradores da Comunidade do Solar do Unhão. Ali, é possível ouvir o grito dos invisibilizados pela sociedade, mas também fazer com que a comunidade ouça o clamor de artistas-personagens que querem problematizar nossa estadia na terra e pensar o que será das civilizações futuras. Qual é a nossa real responsabilidade para com o mundo onde vivemos.

 

FICHA TÉCNICA 

Dramaturgia e direção: Marcelo Sousa Brito

Elenco:

Márcia Andrade

Paulo Paiva

Irema Santos

José Carlos Jr.

Nilson Rocha

Marcelo Sousa Brito

Saulo Robledo

Cenografia: Haroldo Garay

Figurino: Silverino Oju

Trilha sonora: Daniel Nepomuceno

Iluminação: Marcos Dedê

 

 

 

 

 

 

 

12ª EDIÇÃO DO FIAC ESTREIA NO VILA VELHA

 

A estreia pública do primeiro espetáculo da 12ª edição do FIAC Bahia será no dia 22 de outubro, às 20h, no Teatro Vila Velha. Será aqui ondeo conceituado LUME Teatro, de Campinas, apresenta KINTSUGI – 100 Memórias. A montagem celebra os 30 anos do grupo abordando a memória como ação: o gesto de revisitar o passado nas suas imperfeições – erros, dores e cicatrizes –, para então construir o porvir. KINTSUGI – 100 Memória”, assim como outros espetáculos do FIAC Bahia, contará com tradução em Libras.

 

O TVV recebe também o espetáculo de dança Pulse(s), da Companie Filipe Lourenço (FRA), cuja participação do FIAC Bahia tem apoio do Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife / Instituto Francês do Brasil.

 

A programação completa do festival estará disponível em breve no  site (www.fiacbahia.com.br) e os ingressos poderão ser adquiridos online (link disponibilizado em breve) ou presencialmente (na bilheteria central do Goethe-Institut Salvador). Para a programação do FIAC Bahia 2019, a bilheteria do Teatro Vila Velha funcionará a partir de duas horas antes do início das sessões.

Projeto 3 & Pronto

TERCEIRA EDIÇÃO DO PROJETO 3 & PRONTO, ENCENA PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS

 

Três semanas de ensaio, Três semanas de apresentação, três dias por semana. Esta edição de 3 & Pronto apresenta cinco textos do teatro contemporâneo português, dirigidos por seis diretoras e diretores baianos, entre maio e novembro. Sempre no Cabaré dos Novos, de segunda à quarta.  Com integrantes da Companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha e atrizes e atores convidados.

 Os ingressos para qualquer um dos espetáculos já estão a venda, com preço promocional até um dia antes de cada uma das estreias.

 

AS CINCO MONTAGENS

 

STORNI – QUIROGA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Hebe Alves e elenco formado pela companhia Teatro dos Novos, integrantes da Universidade Livre do Teatro Vila Velha e atores convidados, o texto de Ricardo Cabaça é uma colagem poética sobre o trabalho literário e o encontro amoroso entre a poeta argentina Alfonsina  Storni (1892-1938) e o poeta uruguaio Horacio Quiroga (1878-1937).

 

SERVIÇO

Storni – Quiroga

De 06 a 22 de maio

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 05 de maio. Ingresos à venda  em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

 

 

PELA ÁGUA / PROJETO 3 & PRONTO

Com direção de Fernanda Paquelet, o texto do ator e dramaturgo Tiago Correia vale-se do encontro entre dois homens, ambos ex-amantes de uma mesma mulher, para discutir amor, política e teatro.

 

 

SERVIÇO

Pela Água

De 03 a 19 de junho

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 02 de junho. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA  


 

TREVA OU OS PRINCÍPIOS DA HIGIENE FUNCIONAL / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Sabrina D. Marques com direção de Paula Lice.

No argumento do espetáculo os movimentos de uma consciência liberta e questionadora, presa ao corpo diagnosticado, medicado, catalogado, enquadrado e aprisionado pelas estruturas de poder do discurso ocidental sobre a racionalidade, um fluxo de pensamentos  fragmentos de vida.

SERVIÇO
Treva ou Os Princípios da Higiene Funcional
De 05 a 22 de agosto
De segunda a quarta, 20h
Cabaré dos Novos
16 anos


R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 24 de novembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

 

OssO / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Rui Zink com direção de João Joao Sanches.

Dois homens se enfrentam no texto de Zink. Diálogos incisivos.

Se provocam, desafiam-se em inteligência e astúcia, estabelecendo jogos que subvertem a linguagem que usam e suas posições na própria trama.

 

  

SERVIÇO

OssO

De 30 de setembro a 16 de outubro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 29 de setembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

Hamlet e Ofelia / PROJETO 3 & PRONTO

Texto de Carlos Alberto Machado, com direção de Celso Jr.

 

 O casal trágico da narrativa Shakespeareana, torna a encontrar-se em outro tempo, outras circunstâncias e  muitas dúvidas. Comentando o texto, Carlos Alberto  afirma:  “conheço há muitos anos o Hamlet e a Ofélia. Estes ou outros. Sempre diferentes na sua fuga pelo mundo. Morrendo e ressuscitando sempre.(...) A guerra tirara um braço a Hamlet. A Ofélia a cor da pele. Nada tinham que servisse de moeda de troca”.

 

SERVIÇO

Hamlet e Ofelia

De 25 de novembro a 12 de dezembro

De segunda a quarta, 20h

Cabaré dos Novos

16 anos

R$30 e R$15 (meia). Com preço promocional de R$20 e R$10 até dia 24 de novembro. Ingressos à venda em www.ingressorápido.com.br

Teatro Vila Velha, Passeio Público, Avenida Sete de Setembro, s/n. Salvador/BA

 

A TEMPESTADE CHEGARÁ EM JANEIRO

De 03 de janeiro a 12 de abril (com intervalo em fevereiro) a Companhia Teatro dos Novos comemora seus 60 anos de existência com a montagem de A Tempestade, a partir de texto do dramaturgo inglês William Shakespeare e dirigida pelo encenador Marcio Meirelles que, com esse trabalho alcança a marca de 110 espetáculos teatrais dirigidos, em mais de 40 anos de carreira.

Uma Ilha surgiu em nosso mundo no começo do século XVII e deste então flutua sobre a realidade, para além do espaço e do tempo. Seus visitantes e aqueles que nela moram encenam, sempre que necessário, uma história de traição e vingança, mas também de esperança e redenção. A cada vez que precisamos saber sobre essa história, como agora no Brasil, eles chegam para nos contar. Chegam com a tempestade que virá.

“É uma peça política. Trata de poder, usurpação, golpes, colonização, decolonização, feminismos, identidades, vingança, compaixão, perdão e libertação. o que fazemos desta peça, o tempo em que vivemos nos diz claramente”, esclarece Marcio Meirelles. 

No elenco da montagem temos atores convidados já conhecidos do público baiano, como Lúcio Tranchesi, Jackson Costa, Daniel Calibam e Thor Vaz também participam da montagem Chica Carelli, Loiá Fernandes, Rodrigo Lélis, Ariel Oliveira, Meniky Marla e Vick Nefertiti e demais artistas da Companhia Teatro dos Novos, além dos integrantes da universidade LIVRE e os selecionados na oficina. Ao todo, 30 atores e atrizes estarão no palco durante a temporada da montagem que também prevê música ao vivo feita pelo elenco e músicos.

A estreia do espetáculo acontece em Janeiro, mas seu processo de criação já teve início em setembro. Financiado pelo edital Gregórios - Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), o projeto A Tempestade inclui oficinas, leituras dramáticas, exposições, ensaios abertos e apresentações do espetáculo mediadas para a comunidade soteropolitana.                      

Até novembro acontecem as leituras dramáticas e debates em três Espaços Culturais Boca de Brasa (Prefeitura de Salvador). A iniciativa pretende promover o intercâmbio de experiências entre o grupo da montagem e os grupos artísticos dos locais. Também em novembro e dezembro o projeto abre sua temporada de ensaios abertos da montagem. Serão oito ao todo, planejados para que seja possível acompanhar as dinâmicas processuais. Tanto durante os ensaios abertos, quanto ao longo da temporada, o projeto prevê ingressos gratuitos para 20% do público que esteja engajado no programa de mediação cultural de A Tempestade (escolas, universidades, comunidades, associações de bairros).

Os ingressos custam R$40 e R$20 e já estão a venda com preços promocionais. Quem comprar até dia 02 de janeiro, paga R$30 e R$ 15 para as apresentações de janeiro, março e abril. E durante toda a temporada teremos venda promocional para quem comprar antecipado: quem compra em fevereiro para as apresentações de março, paga R$30 e R$ 15 e quem comprar em março para as apresentações de abril também paga R$30 e R$ 15.

A TEMPESTADE

Texto William Shakespeare

Tradução Barbara Heliodora Orientação de revisão da tradução José Roberto O\'shea

Encenação Marcio Meirelles

Assistência de direção Carolina Lira, Clara Romariz

ELENCO

Teatro Dos Novos Ariel Oliveira (Sebastian); Chica Carelli (Ariel), Loiá Fernandes (Caliban), Meniky Marla (Espírito de Ariel), Rodrigo Lélis (Miranda) Vick Nefertiti (Trínculo) Atriz/Atores Convidados Daiana Brito (espírito de ariel), Daniel Calibam (Alonzo) Hugo Bastos (Ferdinando), Jackson Costa (Stephano) Lúcio Tranchesi (Próspero) Thor Vaz (Antônio), Yan Britto (Gonzalo) Universidade LIVRE do Teatro Vila Velha Ágata Couto (Espírito de Ariel) Ananda Brasileiro (Espírito de Ariel), Ana Pillar (coro) Anne Cardoso (Espírito de Ariel), Clara Torres (Espírito de Ariel), Fernanda Barbosa (coro), Jordan Dafné (Mestre), Ju Costa (Espírito de Ariel), Lucas Lima (Adrian), Michel Santana(Contramestre), Rebeca Lima (coro),Tatiana Semêdo (Coro),Tiago Menegaz (Francisco).

Música Aurata (Pedro Oliveira Barbosa e Ramon Gonçalves), Loiá Fernandes

Cenário Erick Saboya

Figurino Marcio Meirelles e Zuarte Jr.

A Companhia Teatro dos Novos

A então Sociedade Teatro dos Novos foi criada em 1959 e composta por Othon Bastos, Carlos Petrovich, Sônia Robatto, Echio Reis, Tereza Sá (Maria Francisca), Carmem Bittencourt, além do diretor João Augusto. Todos eles nomes imprescindíveis ao cenário teatral baiano e brasileiro a partir dos anos 1960. Em 1964 o grupo inaugurou o Teatro Vila Velha com o objetivo de ter um espaço para criar, produzir e pensar sua época numa perspectiva ampla, através do teatro, explorando novas linguagens e colocando-se na vanguarda das artes cênicas na Bahia. Ao longo de seis décadas a companhia teve diferentes formações. Em 1995 a Sol Movimento da Cena estabelece parceria com o Teatro dos Novos que inicia experimentos como o 3&Pronto e oficinas. Com a reinauguração do Vila, em 1998, sob a direção artística de Marcio Meirelles conduzindo os atores do grupo original, participantes das oficinas e convidados, o Teatro dos Novos retoma plenamente suas atividades artísticas. Em 2018, seu diretor artístico e a atriz e diretora Chica Carelli mais uma vez reestruturaram o Teatro dos Novos, com jovens atores e atrizes da universidade LIVRE, programa de formação em artes do palco, desenvolvido e mantido pela Companhia.

Desde sua criação o Teatro dos Novos já montou 53 espetáculos, além de participar da produção de muitos outros.  Desde o início, experimentação tem sido o eixo conceitual das produções da companhia e o Teatro dos Novos promove tanto o diálogo com autores de seu tempo, quanto à contextualização de autores clássicos e seus temas para a paisagem conturbada do tempo contemporâneo. O Teatro Vila Velha conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

Sobre o apoio financeiro da SECULT

Em atendimento aos critérios mínimos de publicidade e transparência previstos nos artigos 10 a 12 e outros da Lei Federal nº 13019/2014 - Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), disponibilizamos os dados relativos a nossa parceria firmada por meio dos mecanismos de fomento operados pela Secretaria de Cultura do EStado da Bahia  

 

I - data de assinatura e identificação do instrumento de parceria e do órgão da administração pública responsável: 08/11/2017 - tac 69

II - nome da organização da sociedade civil e seu número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB;  Sol Movimento da Cena CNPJ 002514310001-30

III - descrição do objeto da parceria: Apoio as Ações Continuadas da Instituição Cultural denominada "Teatro Vila Velha", no município de Salvador/BA, durante o período de 2017 a 2020, com ações de dinamização do espaço cultural e fomento às artes cênicas.

IV - valor total da parceria e valores liberados, quando for o caso: valor  total do Tac R$ 2.099.999,76 / liberados R$ 979.999,91 até maio de 2019

V - situação da prestação de contas da parceria, que deverá informar a data prevista para a sua apresentação, a data em que foi apresentada, o prazo para a sua análise e o resultado conclusivo; 1ª PARCELA 14/05/2018; 2ª PARCELA 19/11/2019; 3ª PARCELA 29/05/2019 - 1ª Parcela aprovada em 07/11/2018; 2ª Parcela aprovada em 24/04/2019; 3ª Parcela a ser Analisada

VI - quando vinculados à execução do objeto e pagos com recursos da parceria, o valor total da remuneração da equipe de trabalho, as funções que seus integrantes desempenham e a remuneração prevista para o respectivo exercício.

Meia-Entrada para Estudantes

ESTUDANTES E A MEIA ENTRADA


Entenda o que determina a lei brasileira sobre o direito à da meia entrada para estudantes com a transcrição do artigo 1º da lei 12.933/13.

LEI Nº 12.933, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013.
 
Dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos, e revoga a Medida Provisória no 2.208, de 17 de agosto de 2001.
 
 Art. 1o  É assegurado aos estudantes o acesso a salas de cinema, cineclubes, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos educativos, esportivos, de lazer e de entretenimento, em todo o território nacional, promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares, mediante pagamento da metade do preço do ingresso efetivamente cobrado do público em geral.
 § 1o  O benefício previsto no caput não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios e, também, não se aplica ao valor dos serviços adicionais eventualmente oferecidos em camarotes, áreas e cadeiras especiais.
 § 2o  Terão direito ao benefício os estudantes regularmente matriculados nos níveis e modalidades de educação e ensino previstos no Título V da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que comprovem sua condição de discente, mediante a apresentação, no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local de realização do evento, da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), pelas entidades estaduais e municipais filiadas àquelas, pelos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e pelos Centros e Diretórios Acadêmicos, com prazo de validade renovável a cada ano, conforme modelo único nacionalmente padronizado e publicamente disponibilizado pelas entidades nacionais antes referidas e pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), com certificação digital deste, podendo a carteira de identificação estudantil ter 50% (cinquenta por cento) de características locais. (Vide ADIN 5.108)
 § 3o  (VETADO).
 § 4o  A Associação Nacional de Pós-Graduandos, a União Nacional dos Estudantes, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e as entidades estudantis estaduais e municipais filiadas àquelas deverão disponibilizar um banco de dados contendo o nome e o número de registro dos estudantes portadores da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), expedida nos termos desta Lei, aos estabelecimentos referidos no caput deste artigo e ao Poder Público.  (Vide ADIN 5.108)
 § 5o  A representação estudantil é obrigada a manter o documento comprobatório do vínculo do aluno com o estabelecimento escolar, pelo mesmo prazo de validade da respectiva Carteira de Identificação Estudantil (CIE).
 § 6o  A Carteira de Identificação Estudantil (CIE) será válida da data de sua expedição até o dia 31 de março do ano subsequente.
 § 7o  (VETADO).
 § 8o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada as pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, sendo que este terá idêntico benefício no evento em que comprove estar nesta condição, na forma do regulamento.
 § 9o  Também farão jus ao benefício da meia-entrada os jovens de 15 a 29 anos de idade de baixa renda, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e cuja renda familiar mensal seja de até 2 (dois) salários mínimos, na forma do regulamento.
§ 10.  A concessão do direito ao benefício da meia-entrada é assegurada em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento.
§ 11.  As normas desta Lei não se aplicam aos eventos Copa do Mundo FIFA de 2014 e Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.
Art. 2o  O cumprimento do percentual de que trata o § 10 do art. 1o será aferido por meio de instrumento de controle que faculte ao público o acesso a informações atualizadas referentes ao quantitativo de ingressos de meia-entrada disponíveis para cada sessão.
§ 1o  As produtoras dos eventos deverão disponibilizar:
I - o número total de ingressos e o número de ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada, em todos os pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara;
II – o aviso de que houve o esgotamento dos ingressos disponíveis aos usuários da meia-entrada em pontos de venda de ingressos, de forma visível e clara, quando for o caso.

 

Duas Exposições Fotográficas Sobre O Espetáculo POR QUE HÉCUBA

 

DUAS EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS SOBRE O ESPETÁCULO
POR QUE HÉCUBA NO FOYER DO TEATRO VILA VELHA


Na semana das últimas quatro apresentações de Por Que Hécuba, durante os dias do circuito da Mostra Braskem de Teatro 2019, o Vila Velha promove a abertura de duas exposições fotográficas  ligadas à montagem. Uma delas é Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba, com fotografias do espetáculo feitas por integrantes do Labfoto/UFBA, a outra é No Camarim da Rainha, só com imagens da preparação dos atores/músicos, antes da entrada no palco. A abertura da primeira exposição acontece na quinta-feira (28/03), às 19h e a da segunda, na sexta, também às 19h, no foyer do teatro. A entrada é franca.

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba apresenta 22 imagens dos fotógrafos Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra,  que  fizeram diferentes  registros da temporada 2018 do espetáculo. As imagens desvelam alguns dos muitos momentos que eles enxergaram. A história trágica de Hécuba, rainha de Tróia silenciada e visibilizada pelos deuses, é resgatada nesses instantes de beleza.

Já as imagens de No Camarim da Rainha, incluem flagrantes de fotógrafos convidados e imagens feitas pelos atores e atrizes, todas ambientadas nos dois camarins do Teatro durante a preparação para o espetáculo. São registros mais experimentais, flagrantes das horas que antecedem o início no espetáculo e movimentação dos artistas, todos feitos ao longo da temporada 2019.

As imagens, impressas em papel de lambe-lambe, se espalham pelas paredes do foyer e do corredor de acesso ao palco e ao Cabaré dos Novos.

SERVIÇO
 

Quatro Pares de Olhos Sobre Hécuba
Exposição fotográfica (Dan Figliuolo, Luisa Calmon, Matheus Buranelli e Raphael Dutra, do Labfoto/UFBA)
Abertura quinta-feira, dia 28, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha
 

Entrada franca

SERVIÇO

No Camarim da Rainha
Exposição fotográfica (atores, atrizes e fotógrafos convidados)
Abertura sexta-feira, dia 29, às 19h
Foyer do Teatro Vila Velha

Entrada franca

OFICINA Jazz e Suas Vertentes

 

OFICINA DE  DANÇA JAZZ E SUAS VERTENTES, com Filipe Monte Verde
A oficina A oficina é direcionada para atores e bailarinos de nível  intermediário e
explora quatro vertestes do jazz dance tradicional:
 - Jazz Musical, que tem como característica principal estudar os estilos que aparecem nos grandes musicais.
 - Lyrical Jazz, termo derivado do romantismo peloo fato de ser suave, em que a delicadeza e o fluxo são fatores relevantes desta modalidade.
 - Contemporary jazz, que se caracteriza  pela intencionalidade do movimento, pelo sentimento e pela não preocupação pela forma.
 - Modern Jazz, constituido por movimentos coreográficos, usando princípios do Ballet  Clássico e da Dança Moderna.

Filipe Monte Verde é bailarino e coreógrafo formado pelo curso de Licenciatura em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Seus estudos coreográficos e aulas são desenvolvidos no campo do Jazz e da Dança Contemporânea. É diretor e coreógrafo da Kátharsis Companhia de Dança(BA).  Filipe foi um dos idealizadores do The Amazon – O Espetáculo, apresentado na Teatro Castro Alves, Salvador . Também recebeu  o prêmio Abril Dança Bahia como coreógrafo destaque. Como professor de Jazz Contemporâneo e Dança Contemporânea atua em várias academias em Salvador

OFICINA DE DANÇA JAZZ E SUAS VERTENTES, com Filipe Monte Verde

Dias 09, 16, 23 e 30 de outubro (quartas-feiras)
das 18h as 19h30
Teatro vila Velha
Valor R$ 120. Clique aqui e se inscreva : https://bit.ly/2mkGvXT