NOTÍCIAS GERAIS
Dia das mães no Vila Imprimir
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Uma ótima pedida para o dia das mães é o tradicional chorinho do Grupo Novato, que acontece aos domingos. A apresentação começa às 11h e o novo Café do Vila terá uma deliciosa opção para o almoço.
 
Programa bom, hein!
 
13/05/2012
Grupo Novato
R$ 10 e 5 | 11h
 
Almoço no Café do Vila
Servido a partir das 12h

 
A trilogia de Marcio Meirelles Imprimir
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Drácula é o mais novo espetáculo do diretor Marcio Meirelles, baseado em um dos mais célebres romances de horror de todos os tempos: o homônimo Drácula, de Bram Stoker (1897), e marcado pelas interfaces entre o teatro, a tecnologia e as novas mídias.

A ideia de montar uma versão teatral para Drácula tem origem em 1977, com o grupo “Avelãz y Avestruz”, liderado por Marcio Meirelles, após sua bem sucedida primeira montagem: Fausto, de Goethe, em 1976. Durante anos a ideia ficou na gaveta. Felizmente, há cerca de 5 anos o projeto foi reiniciado, através de oficinas ministradas no Teatro Vila Velha, e em 2011, com a entrada do Supernova Teatro como realizador desta nova proposição.

Esta será uma montagem inédita e inovadora. Aqui, o lugar do protagonista será revisitado: não haverá ator interpretando o Conde Drácula, mas sim um discurso de projeções que percorrerão toda a sala de espetáculos, com imagens, palavras e sons, e com essas projeções contracenarão os atores. Além disso, será concedido ao público o poder de acompanhar todo o processo via internet. Essa concepção visa dar conta da temática do romance de Stoker: a construção de um mito, utilizando-se para isso de todos os meios disponíveis. 

Marcio Meirelles pretende montar ainda O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson e Frankenstein, de Mary Shelley, o que completaria sua trilogia sobre a construção dos monstros. As outras duas montagens ainda não têm previsão de estreia.
 
VIVADANÇA Festival Internacional Imprimir
Vivadança Festival Internacional

Reunir pessoas, permitir a troca de experiências, promover conexões, estimular a diversidade, democratizar o acesso ao palco e ao teatro, celebrar a dança. Com esses objetivos, surgiu, em 2007, o VIVADANÇA Festival Internacional. O evento, batizado inicialmente com o nome de Mês da Dança no Vila, para comemorar o Dia Internacional da Dança, consolidou-se na agenda cultural da cidade e, seis anos após a sua criação, é possível perceber quanto o festival cresceu, amadureceu e se reinventou, tendo como norte apenas a certeza de que é preciso estar sempre aberto ao novo e atento às expectativas de cada novo cenário.
Em 2012, artistas e profissionais da dança de 18 países estarão reunidos em Salvador, para participar de uma ampla programação que inclui espetáculos, oficinas, debates, exibição de vídeos e exposições em quatro espaços culturais da cidade – Teatro Vila Velha, Teatro Molière (Aliança Francesa), Teatro do Goethe-Institut (ICBA) e Cine-Teatro Solar Boa Vista.
 
E, pela primeira vez na história do festival, parte de sua programação será levada para as cidades de Belo Horizonte e Brasília.
Entre as ações do festival, a Mostra Casa Aberta mantém o fôlego, abrindo espaço para amadores e profissionais de variados estilos, enquanto a Mostra Hip Hop em Movimento prossegue congregando DJs, grafiteiros, rappers e dançarinos de break. Já o Prêmio VIVADANÇA, em sua terceira edição, incentiva a criação de um espetáculo inédito de dança na Bahia.
 
São ações que, ao longo do tempo, contribuíram para definir o perfil do festival – mas que também revelam uma caminhada longa de ousadia e aprendizagem. Foi em 2008, por exemplo, que nasceu a Mostra Casa Aberta, democratizando o acesso ao palco e com a participação de 40 artistas inscritos. A mostra deu um salto: este ano, 50 propostas foram selecionadas, entre quase cem inscritas. Também em 2008, uma plateia de cem detentos se juntou a autoridades e imprensa para assistir ao espetáculo de abertura da segunda edição do evento, Aroeira – Com Quantos Nós se Faz uma Árvore, da Companhia Viladança. O festival também recebia, pela primeira vez, grupos internacionais, como o Science Friction, do Canadá, e o Asier Zabaleta, da Espanha.
 
No ano seguinte, o VIVADANÇA surpreende mais uma vez, trazendo para os palcos a arte das ruas com a Mostra Hip Hop em Movimento e a Batalha de Break Dance. Em comemoração ao Ano da França no Brasil, o festival exibiu documentários franceses e trouxe para Salvador a companhia Toufik OI. Ao mesmo tempo, reafirmou a presença da Espanha no festival, através do grupo Lanònima Imperial e do solista Daniel Abreu.
 
A grande novidade em 2010 foi o Prêmio VIVADANÇA, criado com o intuito de estimular jovens criadores baianos, que possibilitou a realização do espetáculo Odete, Traga Meus Mortos, do coreógrafo Edu O. Ainda naquela edição, surge a ideia de reverenciar grandes mestres da dança, sendo o primeiro homenageado um dos pioneiros no ensino da dança na Bahia: mestre King. Antônio Nóbrega, Luis Arrieta e Tadashi Endo viriam a seguir.
 
O ano de 2011 ficou marcado como aquele em que o VIVADANÇA ampliou seus horizontes: ultrapassou as paredes do Teatro Vila Velha, levando sua programação para outros teatros de Salvador; multiplicou o trabalho de formação de plateia; firmou parcerias com outros festivais; e solidificou o interesse por outras linguagens em cruzamento com a dança, como o audiovisual (através da Cinemateca) e as artes visuais (com intervenções do Coletivo Visio, no Passeio Público, e a realização de exposição de desenhos de Carybé). Outra novidade foi o encontro de diversos gestores culturais da América Latina na mesa-redonda que discutiu os desafios e potencialidades da área.
 
A história do VIVADANÇA Festival Internacional revela o próprio espírito do festival, que estimula a fruição, criação, difusão e reflexão da dança, sem limites nem preconceitos. O festival abre campos para diálogos e troca de experiências, entre artista e público, amador e profissional, clássico e popular, centro e periferia.
É a diversidade em movimento.

O VIVADANÇA tem patrocínio da Oi, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda, Secretaria da Cultura do Estado e Governo da Bahia; BNDES e Chesf, através da Lei Rouanet, CAIXA e Governo Federal; apoio cultural da Oi Futuro e Fundação Cultural do Estado da Bahia. A realização é da Baobá Produções Artísticas e do Teatro Vila Velha.  
 
 
O Que Cabe Neste Palco inicia apresentações com grupos da Bahia, Rio de Janeiro e Amazonas. Imprimir
Após abrir chamada nacional para que grupos, coletivos, artistas independentes e produtores enviassem propostas para a ocupação dos seus espaços, o Teatro Vila Velha anuncia as primeiras apresentações, que acontecem a partir de maio, com espetáculos de Salvador, Rio de Janeiro e Manaus.

Ao todos foram enviadas 48 propostas que passaram por uma comissão artística do Teatro levando em consideração a adequação do projeto e do grupo aos princípios artísticos, éticos e estéticos do Vila. Também foi levada em conta a adequação do projeto ao espaço do teatro, assim como a sustentabilidade das propostas considerando sua exequibilidade e conformidade com o projeto O QUE CABE NESTE PALCO.

O Vila tem uma linha de programação diversa, aberta à experimentação, inovação e excelência artísticas, apostando na pesquisa de novas linguagens, no diálogo com outras artes e áreas do conhecimento, nas conexões com as novas tecnologias e, principalmente, na criatividade. Para este projeto, foram priorizados programas artisticamente inovadores, socialmente relevantes e economicamente sustentáveis.

Abrindo a programação teremos os baianos da Tribo Bóssambá e a Cia de Teatro Recortados & Remendados com o espetáculo “Bóssambacos”, nos dias 04 e 05/05, no Cabaré dos Novos. O espetáculo é uma mistura de show de música, teatro, dança e poesia, onde as artes se integram para contar histórias através de MPBs, sambas, marchinhas, poemas e canções.

Quem retorna ao Vila na segunda semana do mês é o espetáculo “R&J de Shakespeare -Juventude Interrompida” (Rio de Janeiro – RJ), apresentado aqui em 2011, dentro da programação do FIAC. Sucesso de público, o espetáculo tem direção de João Fonseca e é uma releitura do clássico “Romeu e Julieta” de Shakespeare que encerra a ‘trilogia de tragédias’, terceira parte de um projeto que inclui ‘Édipo Unplugged’ (2004) e ‘A Falecida’ (2008).

Encerrando o primeiro mês do projeto, teremos uma programação extensa organizada pela Cia Cacos de Teatro (Manaus – AM) em comemoração aos cinco anos de atividades continuadas. O Projeto em Companhia de Um Só – Circulação, ganhador do prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz 2011, envolve apresentações artísticas e atividades formativas em cinco cidades Brasileiras e cinco países da América Latina Premio. No Vila, a Cia Cacos, em parceria com A Outra Cia de Teatro, vai ministrar um seminário e uma oficina, além de apresentar quatro monólogos, nos dias 19 e 20 de maio.

O projeto O QUE CABE NESTE PALCO conta com o apoio do PROCULTURA/FUNARTE pelo edital PROGRAMAÇÃO DE ESPAÇOS CÊNICOS. O Teatro Vila Velha tem o patrocínio do FUNDO DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA no programa APOIO ÀS AÇÕES CONTINUADAS DE INSTITUIÇÕES CULTURAIS e da PETROBRAS.
 
O projeto Tomaladacá convida Ney Wendel para falar sobre "formação de plateia e as estratégias de mediação teatral" Imprimir

Ney Wendell
 
O projeto do Teatro Vila Velha, Tomaladacá, que apoia a produção de grupos amadores da cidade e interior, tem realizado encontros quinzenais no teatro. Em cada encontro, grupos de diferentes regiões encontram-se com outros artistas e grupos e também com artistas da casa para trocarem experiências.
 
No próximo dia 28/04 o projeto convida o Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela UFBA, diretor teatral, arte-educador, consultor e gestor de projetos culturais, educacionais e sociais no Brasil e no Canadá, Ney Wendell.
 
A conversa será uma introdução as técnicas de mediação teatral para serem desenvolvidas em projetos culturais e educacionais com o objetivo de ampliar o acesso e a formação do espectador como cidadão cultural.
 
Serão abordados os atuais procedimentos para a diversidade de formações de plateias no Brasil, Canadá e França, a partir de uma pesquisa realizada no doutorado na Escola de Teatro da UFBA em 2011. Os participantes serão introduzidos aos métodos de ações formativas antes, durante e pós-peça e os cadernos pedagógicos de  espetáculos.
 
Tomaladacá convida.
Formação de Plateia e as Estratégias de Mediação Teatral
28/04 | sáb | 9h
Gratuito
 
Mostra de dramaturgia da dança coordenada pelo espanhol Guillermo Heras acontece neste sábado, dia 21, às 16h, no Cabaré dos Novos Imprimir

dramaturgia
Foto João Milet Meirelles

Participando pela segunda vez do VIVADANÇA Festival Internacional, o espanhol Guillermo Heras ministrou a oficina de Dramaturgia da Dança, dirigida tanto a bailarinos quanto a coreógrafos, assim como a criadores de Artes Cênicas interessados em pesquisa e investigação. A atividade será encerrada neste sábado, dia 21, com uma mostra a ser realizada, às 16h, no Cabaré dos Novos, com acesso gratuito.

A oficina foi planejada desde o ano passado, quando Heras esteve em Salvador para participar de uma mesa-redonda, e tem como objetivo entender a criação do bailarino enquanto elemento técnico do coreógrafo. A proposta desenvolvida na oficina, denominada "AS MELHORES CANÇÕES DE NOSSA VIDA", fez com que cada integrante escolhesse uma canção que tenha marcado a sua vida e, a partir dela, investigasse diferentes estratégias de criação de estruturas coreográficas e cênicas de tendência poética.

Heras destaca a importância de trabalhar a dramaturgia na dança ao afirmar que nem todas as estratégias do teatro se aplicam a dança, visto que um bailarino também interpreta, mas não para construir um personagem em termos teatrais. “No teatro, a narratividade é muito mais forte, já a dança eu vejo como a poesia no espaço. Ela é muito mais aberta, com mais possibilidades de encontrar estratégias de construção do espetáculo”, explicou.

A Dança na Bahia e no Brasil

Natural de Madrid, Guillermo Heras é professor de artes cênicas, ator, diretor, jornalista, gestor cultural e autor teatral. Como ator e diretor, trabalhou no Grupo Tábano entre 1974 e 1983. No mesmo período passou a trabalhar como gestor cultural no Ministério da Cultura espanhol e, desde então, tem acumulado ampla experiência em gestão. Atualmente, ele é Coordenador da Unidade Técnica do Programa Iberescena.

Sobre a dança produzida na Bahia, ele acredita que “há um material humano para poder resultar em novos projetos”, além disso, “a dança é muito autêntica, os bailarinos tem uma qualidade muito boa, e estão dispostos a aprender e absorver outras experiências”. No entanto, “é preciso muito mais apoio dos governos federal e estadual”.

“A dança precisa de mais ajuda, mas não só no sentido de que as companhias estabelecidas tenham mais dinheiro. Mas entender a dança como um todo: que se promova mais, que se criem espectadores, que os festivais tenham mais suporte e que dialoguem entre si, ou seja, estou falando sobre recurso”, analisa Heras.

 

O Programa Iberoscena

Há cinco anos, o Programa Iberescena funciona como um fundo econômico que reúne países da região Iberoamericana para apoiar projetos das artes cênicas. Até o momento, o programa já distribuiu 4.9 milhões de euros para mais de 500 projetos.

Heras está viajando pelo Brasil para explicar a outras companhias como funciona o programa, que vem crescendo e apoiando produções de êxito. Ele explica que, até por conta das enormes dimensões territoriais e populacionais do Brasil, a quantidade de projetos encaminhados pelo país tem sido gigantesca e, por isso, a competição tem sido acirrada.

Por outro lado, ele destaca que o Brasil duplicou a aplicação de investimento no programa, o que significa que mais projetos brasileiros vão poder receber esse suporte. A próxima reunião do Programa Iberoscena acontecerá em novembro, no Rio de Janeiro, sob coordenação da Funarte.

Mais informações: http://www.iberescena.org/

 
O israelense Idan Cohen discute questões de identidade a partir da célebre música de Tchaikovsky, dias 18 e 19, no Teatro Vila Velha Imprimir

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Um dos mais prestigiados coreógrafos de Israel, Idan Cohen deixa de lado a narrativa de conto de fadas das primeiras montagens de O Lago dos Cisnes e apresenta sua versão contemporânea e ousada para a música clássica de Tchaikovsky. O espetáculo Swan Lake, que estreou em Tel Aviv em 2009, propõe uma espécie de abstração e atualização cultural da sinopse e temas tratados na composição original. O resultado, que ganhou elogios da crítica, pode ser conferido pelo público baiano nos dias 18 e 19 de abril, às 20h, no Teatro Vila Velha, na programação do VIVADANÇA Festival Internacional.

A ideia principal e a questão básica no Swan Lake, segundo o coreógrafo Idan Cohen, é mostrar as diferentes questões de identidade da peça musical de Tchaikovsky, criada no século 18 e considerada uma das pedras fundamentais da cultura ocidental. Mesmo propondo uma visão que se distancia das imagens criadas em torno de O Lago dos Cisnes, Cohen diz que a música norteou o seu trabalho e acredita que o resultado é "respeitoso" à obra do compositor russo. "A música é tão brilhante, tão forte, tão completa e tão profunda que você tem de ter respeito e modestia quando trabalha com uma obra como esta", observa.

Swan Lake está repleto de imagens impactantes (como os 70 quilos de tomate espalhados pelo palco) e de metáforas e associações, a partir de trechos dos antigos balés e da sinopse original (como a festa de aniversário do príncipe, a transformação em cisne e o emblemático lago). A nova montagem se propõe a jogar sombras sobre as linhas clássicas da história e da dança, e revelar o lado pessoal e contemporâneo que se esconde atrás delas. No palco, os dançarinos checam persistentemente suas identidades e cada um estabelece um esboço de regras e códigos comportamentais, projetando o espaço, os outros dançarinos e a nova história, num jogo de tensões e mudanças.

Idan Cohen - O artista nasceu e foi criado no kibbutz Mizra, em Israel. A vida num kibbutz, típica comunidade coletiva de Israel baseada na agricultura e que combina elementos do socialismo e do sionismo, teve um amplo efeito na vida e no trabalho artístico de Idan Cohen. Ele recebeu uma bolsa para estudar teatro e belas artes na Art Colony, na região desértica de Negev, em Israel, e foi aceito para um projeto de videodança da companhia de dança Bat-Sheva, da dançarina Lara Bersak (França), antes de entrar na mundialmente conhecida companhia de dança K.C.D.C, de Yehudit Arnon. Desde 2003, vem criando, atuando e ensinando como coreógrafo independente e premiado internacionalmente.

 
O poder do gesto Imprimir

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Sediada na Suíça, a companhia Linga é formada por um mix de nacionalidades – tanto no elenco quanto na dupla de criadores. Os coreógrafos e diretores artísticos do grupo, Katarzyna Gdaniec e Marco Cantalupo, são, respectivamente, polonesa e italiano. Eles assinam o espetáculo No.thing, em cartaz sábado e domingo, às 20h, no Teatro Vila Velha, dentro da programação doVIVADANÇA Festival Internacional, com ingressos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). No palco, seis dançarinos – de origem francesa, japonesa e sul-coreana.

A diversidade de nacionalidades se equaciona na busca da essência do movimento e da sua capacidade de nos mobilizar emocionalmente. No.thing questiona: o que está dentro de um gesto? A verdade de um gesto ainda pode nos comover, numa época obcecada pela performance física superficial e por imagens ostentosas? Numa dança que se constrói sobre movimentos simples, o espetáculo quer saber – ou sugerir - como o sentido de um gesto pode ser amplificado em nossa percepção. Como já faz parte do estilo da companhia, força e suavidade se combinam na escritura coreográfica.

Liberdade do corpo versus convenção social – como a dança ainda pode aprofundar essa questão? Mais do que respostas, os criadores Katarzyna Gdaniec e Marco Cantalupo combinam perguntas. Eles se conheceram como dançarinos no aclamado Béjart Ballet Lausanne e, por afinidade, criaram a Cie Linga em 1992 (o grupo leva o nome do símbolo de fertilidade no hinduísmo). Com sede na Suíça, a companhia tem um espaço permanente dedicado à pesquisa coreográfica e, por seu trabalho, já conquistaram muitos prêmios. Suas obras também entraram no repertório de outros grupos europeus.

 
Tomaladacá realiza o terceiro encontro do projeto Imprimir
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Foto Marcio Meirelles no segundo encontro do Tomaládacá

No próximo dia 14 de abril (sábado) acontece no Teatro Vila Velha, a partir das 9h, o terceiro encontro do projeto Tomaladacá com participação dos Grupos Teatral de Dança Preta, Teatral Mil Faces e Calhandra sob a direção artística de Marcio Meirelles e coordenação de Zeca de Abreu.

O Tomaladacá pretende desenvolver, ao longo do ano, diversas atividades de intercâmbio artístico e técnico entre os grupos selecionados, os profissionais do Vila Velha e os artistas dos grupos residentes no teatro. Dessa forma, o projeto permite a apresentação desses grupos comunitários em mostras especiais, otimizando o potencial criativo e técnico através de oficinas, workshops, debates, seminários e palestras, aumentando a qualificação de seus participantes e incluindo-os como estagiários na área técnica e de produção.

O projeto fortalece ainda os grupos em suas comunidades, através de articulações com as associações de bairro ou pessoalmente, para que passem a vir assistir não apenas às suas apresentações, mas aos outros espetáculos do teatro, através de bônus ou da troca de desenhos ou textos, produzidos por eles, por ingressos.

Podem participar do projeto grupos artísticos amadores e em formação oriundos de comunidades, escolas, sindicatos e associações de bairros, terreiros e outros, de Salvador e do interior do estado. Os interessados em participar do Tomaládacá devem preencher o formulário de inscrição: http://ow.ly/9pR4M e confirmar presença através do e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. Não é necessário ter participado dos encontros anteriores para participar deste.

O projeto conta com o apoio do PROCULTURA/FUNARTE pelo edital PROGRAMAÇÃO DE ESPAÇOS CÊNICOS, o Teatro Vila Velha tem patrocínio da PETROBRAS e conta com apoio do FUNDO DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA no programa APOIO ÀS AÇÕES CONTINUADAS DE INSTITUIÇÕES CULTURAIS. O Teatro Vila Velha é reconhecido pelo MINC como PONTO DE CULTURA e recebeu a medalha do MÉRITO CULTURAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA em 2009, pelos 45 anos de serviços à cultura nacional.
 
Mostra Casa Aberta acontece esta semana no Teatro Vila Velha Imprimir
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Mostra Casa Aberta, trabalhos individuais e grupo da Suíça mostram diversidade na programação da semana do festival

O público vai conferir, esta semana, uma série de apresentações de dança de diferentes linguagens, estilos e nacionalidades, que faz parte da programação do VIVADANÇA Festival Internacional. No Teatro Vila Velha, a Mostra Casa Aberta cede o palco para profissionais e iniciantes na dança, enquanto, no Teatro Molière, artistas baianos apresentam solos autorais. E, para fechar a semana, a companhia suíça Linga faz duas apresentações do espetáculo No.thing, também no Vila. Os ingressos para todos estes eventos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

A semana começa com a extensa programação do projeto Mostra Casa Aberta, uma ação de democratização do acesso ao palco, que reúne artistas amadores e profissionais, independentes ou ligados a escolas e grupos de dança da cidade. Ao todo, serão apresentados 50 trabalhos (cerca de 17 por noite), com um máximo de duração de 10 minutos cada, de variados estilos, como dança de salão, balé clássico, dança do ventre, jazz, dança de rua, afro, moderna e contemporânea. As apresentações acontecerão nos dias 10, 11 e 12 de abril (terça a quinta-feira), a partir das 19h30, no foyer e no palco principal do Teatro Vila Velha.

A programação segue abrindo espaço para criações baianas, com cinco trabalhos de artistas locais – todos são composições solistas. As obras Sala do Couro, de Bruno de Jesus, e Sem Título, de Ana Lúcia Oliveira, serão apresentados nos dias 12 e 13 de abril, ambos numa única sessão. Em outra, obras espetáculos Partida, de Bárbara Bárbara, Pau Brasil, de Aldren Lincoln, e Web Cam 01 – Sexo com Imagem, de Leandro de Oliveira, que serão mostradas nos dias 14 e 15. Os trabalhos são diversos tanto com relação às linguagens, quanto aos temas, que vão desde a identidade brasileira até relações sexuais através da internet, além de temáticas mais intimistas, inspiradas em vivências e inquietações dos próprios artistas. Todas as apresentações acontecerão às 19h, no Teatro Molière (Aliança Francesa).

Para encerrar a semana, o VIVADANÇA recebe a Cie Linga, da Suíça, para duas apresentações do espetáculo No.thing, que é construído sobre movimentos simples para revelar os gestos que passam despercebidos aos olhos obcecados por performances físicas e imagens ostentosas. A investigação sobre a percepção dos gestos resultou em uma escrita com uma abordagem física e orgânica, gentil e forte de uma só vez, inerente ao estilo da companhia. As apresentações serão realizadas às 20h, no palco principal do Teatro Vila Velha.

SERVIÇO
Mostra Casa Aberta
Dias 10, 11 e 12 de abril, às 19h30, no Teatro Vila Velha
Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Artistas Baianos - Solos
Dias 12, 13, 14 e 15 de abril, às 19h, no Teatro Molière (Aliança Francesa)
Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), por sessão

Cie Linga (Suíça)
Dias 14 e 15 de abril, às 20h, no Teatro Vila Velha
Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
 
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Viladança 18 x 4
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Fotos: João Millet Meirelles

Dezoito fotos de João Millet Meirelles integram exposição que recupera a trajetória da Companhia Viladança, através de quatro espetáculos do seu repertório, criados e dirigidos por Cristina Castro. São eles: José ULISSES da Silva (criado em 2002), Da Ponta da Língua à Ponta do Pé (2004), Aroeira - Com Quantos Nós se Faz uma Árvore (2006) e Habitat - Lat 13º S Long 38º 31' 12'' O (2008). As imagens ultrapassam o mero registro, escapam ao caráter documental das obras, para constituírem como trabalhos autorais, com expressividade própria. A partir da tensão que existe no ato de registrar (tornar fixo, imóvel) o caráter efêmero, transitório e fluido do gesto, o artista faz um recorte poético das cenas, e mostra o seu olhar ao mesmo tempo íntimo e perspicaz.

João Milet Meirelles é músico e fotógrafo. Formado em Composição (UFBA), Áudio e Acústica (IAV) e Livre Improvisação (ECA/USP). Com um gosto maior pela composição, se dedica à pesquisa do som e imagem com uma atenção especial para as texturas e timbres e suas relações temporais. Vindo de uma família de artistas do teatro e com extensa experiência na cena, seu trabalho de fotografia, composição, produção e direção musical cria um corpo estético próprio. Desenvolve seu trabalho autoral em música em performances de live electronics com composições autorais e improvisações. É guitarrista e programador eletrônico. Trabalhou como fotógrafo e músico em diversas peças teatrais e de dança, com grupos como o Bando de Teatro Olodum, A Outra Cia de Teatro, Cia. Viladança, Dimenti, Cia. Novos Novos, e artistas internacionais como o coreógrafo Tadashi Endo (Japão) e o grupo Science Friction (Canadá). Participou das seguintes exposições: Dança das Muitas, no Teatro Vila Velha, Entre Centros, na galeria do ICEIA, Oferecer à Sombra Um Calor, no cinema Sala de Arte XIV, dentre outas. Sua mais recente exposição individual foi Bença.

Local: Passeio Público (Campo Grande)
Horário de visitação: 6h às 22h
Ingresso: entrada franca
 
Ingressos antecipados VIVADANÇA Festival Internacional Imprimir
Ingressos antecipados
 VIVADANÇA Festival Internacional

A partir da próxima quarta-feira, dia 28 de março, terá início a venda de ingressos para os espetáculos da programação do VIVADANÇA Festival Internacional, na Bilheteria Central localizada no Teatro Vila Velha, no Campo Grande. A Bilheteria Central funciona em dias úteis, de segunda à sexta-feira, sempre das 15h às 18h. Todos os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Os ingressos dos espetáculos que acontecerão em outros espaços culturais da cidade - Teatro Molière (Aliança Francesa) e Teatro do Goethe-Institut (ICBA) - também serão vendidos na Bilheteria Central, mas, apenas, com mais de duas horas de antecedência antes do início do espetáculo. Depois disso, os ingressos deverão ser adquiridos nas bilheterias de cada espaço.

Na Bilheteria Central, o público poderá comprar os ingressos referentes aos espetáculos da semana, ou seja, a partir de cada segunda-feira, é possível adquirir ingresso para os espetáculos que acontecem até o próximo domingo.

Assim, nesta quarta-feira, 28/04, estarão disponíveis os ingressos para o espetáculo de abertura Por um Fio, da Mimulus Cia de Dança, que acontecerá no domingo, dia 1°, às 20h, no Teatro Vila Velha. Os ingressos dos espetáculos da semana seguinte só começarão a ser vendidos na segunda-feira, dia 2 de abril, e assim por diante.

Em sua sexta edição, o VIVADANÇA Festival Internacional apresenta em Salvador 27 obras, num total de 38 apresentações. Ao todo, 18 países estarão representados no evento, entre artistas e profissionais da área de dança. Eles se distribuem numa programação de espetáculos, mesas-redondas, oficinas e exibição de vídeos. Do Brasil, há artistas e companhias de dez estados, e, da Bahia, cinco solistas apresentam obras autorais.

 
Bando de Teatro Olodum em DVD Imprimir
Bando de Teatro Olodum lança DVD do espetáculo “Áfricas”
O DVD faz parte do projeto “Outras Áfricas” e pode ser adquirido gratuitamente por escolas públicas

O Bando de Teatro Olodum lançou no dia 27/03, o DVD do espetáculo "Áfricas". 

As gravações ocorreram no Teatro Vila Velha em novembro de 2011, sob a direção de Fabio Espírito Santo e colaboração do diretor de fotografia Hamilton Oliveira e da equipe de criação do espetáculo. O DVD é a conclusão do projeto "Outras Áfricas", uma realização do Bando de Teatro Olodum e do Teatro Vila Velha em convênio com o Fundo Nacional de Cultura - Ministério da Cultura, com recursos da emenda no orçamento da União proposta pelo Deputado Federal Luiz Alberto.

O projeto "Outras Áfricas" tem o objetivo de valorizar a herança africana e reconhecer a importância da cultura afro-brasileira na formação da identidade nacional. De acordo com a diretora do espetáculo, Chica Carelli, o projeto pretende estimular a curiosidade dos jovens para a aprendizagem da história da África, e auxiliar os professores no ensino da matéria que se tornou finalmente obrigatória nos currículos escolares dos ensinos fundamental e médio, a partir da lei federal 10.639, de 2003. Iniciado em agosto de 2010, ele já atingiu mais de 4000 alunos e professores da rede pública de ensino e de instituições ligadas à cultura afro-brasileira, de Salvador e do interior do estado, que tiveram acesso gratuito a apresentações do espetáculo "Áfricas", debates, palestras e oficinas.

Áfricas
Primeiro espetáculo infanto-juvenil do Bando, Áfricas, dirigido por Chica Carelli, apresenta a riqueza cultural africana, da qual o Brasil é um dos principais herdeiros, por meio de sua história, seu povo, seus mitos e religiosidade. Neste espetáculo, as crianças e adolescentes encontram vários motivos para se orgulharem da herança africana. Descobrem que seus antepassados não foram apenas escravos e, sim, homens e mulheres nobres, guerreiros e detentores de uma vasta sabedoria ancestral.

Atenção: As inscrições para o recebimento do DVD estão temporariamente suspensas

 

 
VIVADANÇA abre inscrições para 19 oficinas gratuitas Imprimir
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Já estão abertas as inscrições para 19 oficinas promovidas pelo VIVADANÇA Festival Internacional, que acontecerá em Salvador, durante o mês de abril. As oficinas são gratuitas e têm temáticas variadas, abordando desde técnicas de dança até elaboração de projetos culturais. As atividades serão ministradas por artistas nacionais e internacionais que participarão do festival, além de profissionais convidados. Os interessados podem se inscrever no site do VIVADANÇA (www.festivalvivadanca.com.br), até o dia 20 de abril ou enquanto houver vagas disponíveis. Na página do festival, há mais informações sobre pré-requisitos, locais e datas dos workshops.

Dentre os estilos de dança contemplados estão o afro-butô, afro-brasileira, dança de salão, técnicas contemporâneas, balé clássico e danças populares (do Burkina Faso). Há ainda oficinas voltadas para profissionais que trabalham em outras áreas no segmento da dança, como os workshops voltados para a crítica em dança e para a produção cultural. Dentre os artistas internacionais que coordenarão algumas das oficinas, estão o israelense Idan Cohen, a polonesa Katarzyna Sitarz e o alemão Storm. As atividades têm como público-alvo bailarinos, coreógrafos, performers, atores, jornalistas, artistas visuais, escritores e produtores, sendo que, algumas delas, exigem formação comprovada e/ou experiência.
 
Festival Internacional VIVADANÇA vai a Brasília e BH Imprimir
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Esse ano, o Festival Internacional VIVADANÇA - Ano 6 ganha novos ares e aterrisa em Brasília e Belo Horizonte! A notícia foi dada pela Revista Muito deste domingo:

Festival vai a Brasília e BH
A coreógrafa Cristina Castro não cabe em si de entusiasmo. O Festival Internacional VIVADANÇA, que acontece em abril, em Salvador, pelo sexto ano conseutivo, vai levar, pela primeira vez, parte da sua extensa programação para Belo Horizonte e Brasília. Coincidentemente, que abre a edição baiana é a companhia mineira Mimulus, dia 1° de abril, no Teatro Vila Velha. Já o público de BH vai conferir o espetáculo "Aroeira - Com Quantos Nós Se Faz Uma Árvore, criado por Cristina para música inédita do mineiro Milton Nascimento.
 
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MOSTRA CASA ABERTA 2012: resultado

A Mostra Casa Aberta é um espaço para a diversidade coreográfica, reunindo artistas e grupos das mais diversas linguagens da dança em três noites de muito movimento, troca e vibração! Em sua 5ª edição, foram inscritos 94 trabalhos coreográficos que atendiam aos pré-requisitos de participação (tempo máximo de 10 minutos de duração, cenário e necessidades técnicas adaptáveis). Destes, foram selecionados 50 propostas que irão compor as noites de apresentação abaixo indicadas:

•    PRIMEIRA NOITE: 10 de abril de 2012 (terça-feira)
1.    Marémoiras – Wagner Lacerda
Foyer do Teatro Vila Velha - Tempo: 10:00
2.    Rua 47 – Academia Castelo da Dança 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:55
3.    Moderno Zouk – JK & JF Danças de Salão
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:00
4.    Joelhos azuis – Escola Contemporânea de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:00
5.    Pé no chão?! – Inah Irenan 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 06:30
6.    Reencontro – Ramon Moura
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:35
7.    Arlequins – ETUDES – Escola de Ballet
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:40
8.    El extraño caso del conejo que no era Blanco – Colectivo Sin Cabeza 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
9.    Charleston Fusion – Trupe Mandhala
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:00
10.    Amores – Grupo Experimental de Jazz
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:47
11.    O movimento e a palavra – Åsa Malmström
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
12.    Deixa Dilson vamos Sambar – CDRS
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:10
13.    Summoning Ghosts – Joline Andrade
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 06:30
14.    Sapiens – INSALTO Cia de Dança 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:30
15.    Encontros e Despedidas – Corpo de Baile Centro de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:00
16.    Epifania – Kátharsis Companhia de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 06:10
17.    O poder do feminino – Movimento Feminino
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00

•    SEGUNDA NOITE: 11 de abril de 2012 (quarta-feira)
1.    Meu catopê é quântico! – Movimento Catopê Quântico
Foyer do Teatro Vila Velha - Tempo: 10:00
2.    Squamata – EBATECA
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:40
3.    Uno Regalo – 3º Prazer Companhia de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:50
4.    Hey Jude – ETUDES – Escola de Ballet
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 07:00
5.    Me arrasta, me atrai – Daniel da Silva Costa
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:47
6.    Modern and Drums – Renata Silva
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:20
7.    L’ombre de Vertige – Compagnie L’envers du Pied
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
8.    Dona Flor e seus dois maridos – Academia Castelo da Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:38
9.    O beijo – Denys Silva Cia de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
10.    Khalige – Cia de Dança Beth Soares – Ateliê Art Cul Escola de Dança, Música e Yoga
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:26
11.    Lembranças – Escola de Ballet e Arte / SESI
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:59
12.    Medley – Cia de Dança Antônio Valter Leone
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
18.    Cidade Elétrica – All Street Songs (A.S.S)
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:40
13.    Referências, Interferências! – Ágata Matos 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 08:00
14.    A cegueira da alma – Ballet Itana Leão
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:38
15.    Axé Music – Grupo de Dança Zuart 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
16.    Magalenha – Grupo Avançado de Jazz e Street Dance – Ballet Acadêmico da Bahia
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:01

•    TERCEIRA NOITE: 12 de abril de 2012 (quinta-feira)
1.    Bolero de 4 – Luiz de Abreu e João Rafael
Mirante do Passeio Público / Rampa de acesso ao Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
2.    Suna-oco: intervalo de existência – Coletivo Mouna
Corredor de acesso ao Palco Principal do Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
3.    A origem – Grupo Origem
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 08:00
4.    Leitura de microscópio – Lukas de Jesus
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 06:00
5.    Bahia magia – Escola de Ballet e Arte / SESI
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:00
6.    Sacerdotisas – Grupo Experimental de Jazz
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:29
7.    Flick – Grupo Hip Hop – Ballet Acadêmico da Bahia
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:53
8.    Velocidade elétrica – Carla Roanita
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:14
9.    1 min – Ágata Matos
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 03:30
10.    7 mulheres. Eu mesma. Solo 1 – Taís Lopes
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
11.    Eu deixo – CDRS
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 02:10
12.    O adeus – Ninfa Cunha e Déo Carvalho
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:30
13.    A fé que move o corpo – D’Versus Cia de Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 09:45
14.    Bahia de todos os santos – Academia Castelo da Dança
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:52
15.    Entre laços – Grupos Origens 
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 05:00
16.    Nas águas de Yemanjá – Cia de Dança ISÔ
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 10:00
17.    Masmorra – JKL Dance
Palco Principal Teatro Vila Velha – Tempo: 04:00

Todos os grupos selecionados serão contatados posteriormente com informações de como proceder a partir de então para que possamos fazer uma mostra feliz. A CASA está ABERTA!
 
Resultado do Prêmio VIVADANÇA Imprimir

Em sua 3ª edição, o Prêmio VIVADANÇA afirma sua proposta de estimular novas criações coreográficas no estado da Bahia. Diversas e instigantes, ao final, foram inscritas 17 propostas de pesquisa na área de dança. Atendendo aos critérios de seleção (excelência artística do projeto; ineditismo; qualificação dos profissionais envolvidos; e, viabilidade técnica da proposta coreográfica, considerando os recursos oferecidos e a estrutura do espaço), a comissão, formada por Cristina Castro (Direção Geral e Curadoria do VIVADANÇA Festival Internacional), Luiz Antônio Jr. (Coordenador do Prêmio VIVADANÇA), Leandro de Oliveira (bailarino e coreógrafo) e Rita Aquino (artista e Produtora do espaço ICBA no VIVADANÇA), selecionou o projeto m’bolumbümba: desdobramentos em direção à criação de um espetáculo interdisciplinar, de Lia Günther Sfoggia e Guilherme Bertissolo, representado juridicamente pela Associação Civil Oficina de Composição Agora. Ainda, como suplente o projeto MAÇAROCA – investigações gambiárricas, de Marcio Nonato Macedo de Freitas Aviz Rodrigues, representado pela Artilharia Arte, Educação e Cultura Ltda.

IMPORTANTE! O proponente do projeto selecionado deve apresentar a documentação de sua representante jurídica em até 05 (cinco) dias úteis após a publicação deste resultado. Caso contrário, o projeto suplente será convocado.

 
Teatro Vila Velha aposta na produção de grupos da cidade e interior do Estado com o projeto Tomaládacá Imprimir

Teatro Vila Velha aposta na produção de grupos da cidade e interior do Estado com o projeto Tomaládacá
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O Teatro Vila Velha retoma o projeto Tomaládacá e convida grupos artísticos amadores e em formação oriundos de comunidades, escolas, sindicatos e associações de bairros, terreiros e outros, de Salvador e do interior do Estado.

 

O projeto vai desenvolver, ao longo do ano, diversas atividades de intercâmbio artístico e técnico entre os grupos selecionados, os profissionais do Vila Velha, e os artistas dos grupos residentes no teatro. Todo o projeto tem a coordenação de ZECA ABREU e supervisão de MARCIO MEIRELLES

O projeto conta com o apoio do PROCULTURA/FUNARTE pelo edital PROGRAMAÇÃO DE ESPAÇOS CÊNICOS.

SOBRE O PROJETO: 

O projeto TOMALADACÁ iniciou em 1999 com a montagem do espetáculo Sonho de uma noite de verão. Na ocasião, foram feitos encontros com outros grupos da cidade  e desde então o Teatro Vila Velha vem apoiando grupos de teatro e dança dos subúrbios de Salvador e municípios próximos promovendo o intercâmbio entre esses grupos e os residentes do teatro.

O projeto permite a apresentação desses grupos comunitários em mostras especiais; a otimização do potencial criativo e técnico através de oficinas, workshops, debates, seminários e palestras; a qualificação de seus participantes incluindo-os como estagiários na área técnica e de produção. O projeto fortalece ainda os grupos em suas comunidades, através de articulações com as associações de bairro ou pessoalmente, para que passem a vir assistir não apenas às suas apresentações, mas aos outros espetáculos do teatro, através de bônus ou da troca de desenhos ou textos, produzidos por eles, por ingressos.

O primeiro encontro aconteceu no dia 10 de março às 09h no Teatro Vila Velha. O próximo será no dia 24 de março, às 9h. Os interessados devem preencher o formulário de inscrição no link abaixo http://ow.ly/9pR4M e confirmar presença através do e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

Venha participar do TOMALÁDACÁ !

 
Tadashi Endo inicia oficina com o Bando de Teatro Olodum Imprimir
O mestre do Butoh, Tadashi Endo, desembarcou no domingo (26/02) em Salvador para iniciar oficina com o Bando de Teatro Olodum que segue até o dia 07/03.
Tadashi iniciou o "namoro" com o Bando de Teatro Olodum na sua vinda para o VIVADANÇA Festival Internacional do ano passado. A relação começou depois de o mestre assistir ao espetáculo “Cabaré da Rrrraça” e ficar impressionado com a energia dos atores. Como Tadashi já desejava iniciar um processo mais intenso com algum grupo do Brasil, decidiu que seria o Bando. A oficina é a segunda etapa de um futuro espetáculo do Bando em parceria com Tadashi Endo. O grupo recebeu o premio Myriam Muniz de Teatro - Funarte para essa montagem e conta com o apoio da Avianca Linhas Aéreas.
Essa não é a primeira vez que o Bando agrega em seu grupo outro artista. Em sua trajetória o grupo já trabalhou em conjunto com Heiner Goebles, Hendrik Lorenzen, Vera Holtz, Monique Gardemberg, Guel Arraes, entre outros.
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Foto João Milet Meirelles

O mestre do Butoh, Tadashi Endo, desembarcou no domingo (26/02) em Salvador para iniciar oficina com o Bando de Teatro Olodum que segue até o dia 07/03. As aulas estão acontecendo todos os dias na parte da tarde e tem contacom o o auxílio de Zebrinha (coreógrafo), Jarbas Bittencourt (diretor musical), Marcio Meirelles e Chica Carelli (diretores).
 
Tadashi iniciou o "namoro" com o Bando de Teatro Olodum na sua vinda para o VIVADANÇA Festival Internacional do ano passado. A relação começou depois de o mestre assistir ao espetáculo “Cabaré da Rrrraça” e ficar impressionado com a energia dos atores. Como Tadashi já desejava iniciar um processo mais intenso com algum grupo do Brasil, decidiu que seria o Bando. A oficina é a segunda etapa de um futuro espetáculo do Bando em parceria com Tadashi Endo. O grupo recebeu o premio Myriam Muniz de Teatro - Funarte para essa montagem e conta com o apoio da Avianca Linhas Aéreas. 

Essa não é a primeira vez que o Bando agrega em seu grupo outro artista. Em sua trajetória o grupo já trabalhou em conjunto com Heiner Goebles, Hendrik Lorenzen, Vera Holtz, Monique Gardemberg, Guel Arraes, entre outros.
 
Teatro Vila Velha foi invadido nesta madrugada Imprimir
Fomos surpreendidos na manhã desta quarta-feira (29/02) com o arrombamento do Teatro Vila Velha durante a madrugada. Em 48 anos de história, o Vila nunca havia passado por situação semelhante como a que ocorreu. O ato de vandalismo chocou toda a comunidade do Vila. A cidade foi violada. "Levaram a nossa história de invulnerabilidade e a segurança emocional que tínhamos. A cidade está ferida", diz Marcio Meirelles, Diretor do Teatro Vila Velha.
O Vila teve a sua porta principal, que dá acesso ao foyer, destruída por um paralelepípedo, sendo invadido posteriormente. A porta e a janela da bilheteria foram arrombadas e seu interior revirado. Dos R$ 2.400,00 que achávamos que tinha sido levado, foi encontrado na bilheteria R$ 1.060,00. Esse valor era referente à venda de produtos da antiga loja que funcionava no foyer. O invasor abriu uma gaveta, dentro do café do Cabaré dos Novos, e de lá levou o valor de R$ 55,00. Nada mais foi levado. O administrador do Vila, Patrick Amaral, prestou queixa, nesta manhã, na 1° delegacia dos Barris. A Perícia da Polícia Civil já esteve no Teatro e agora aguardamos os resultados.
Já estão sedo feitos os reparos necessários e a programação está mantida normalmente.
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Blindex quebrado - Foto Marcio Meirelles

Fomos surpreendidos na manhã desta quarta-feira (29/02) com o arrombamento do Teatro Vila Velha durante a madrugada. Em 48 anos de história, o Vila nunca havia passado por situação semelhante como a que ocorreu. O ato de vandalismo chocou toda a comunidade do Vila. A cidade foi violada. "Levaram a nossa história de invulnerabilidade e a segurança emocional que tínhamos. A cidade está ferida", diz Marcio Meirelles, Diretor do Teatro Vila Velha.  
 
O Vila teve a sua porta principal, que dá acesso ao foyer, destruída por um paralelepípedo, sendo invadido posteriormente. A porta e a janela da bilheteria foram arrombadas e seu interior revirado. Dos R$ 2.400,00 que achávamos que tinha sido levado, foi encontrado na bilheteria R$ 1.060,00. Esse valor era referente à venda de produtos da antiga loja que funcionava no foyer. O invasor abriu uma gaveta, dentro do café do Cabaré dos Novos, e de lá levou o valor de R$ 55,00. Nada mais foi levado. O administrador do Vila, Patrick Amaral, prestou queixa, nesta manhã, na 1° delegacia dos Barris. A Perícia da Polícia Civil já esteve no Teatro e agora aguardamos os resultados.

Já estão sedo feitos os reparos necessários e a programação está mantida normalmente. 
 
Vila da Música inicia uma nova etapa Imprimir
Lançado em 2011 de forma independente, o Vila da Música ganha um novo fôlego com o patrocínio da Oi e apoio do Oi Futuro, através de edital do Faz Cultura. A programação intensa traz shows em todas as quintas do mês de março, além de uma sexta e um sábado, numa mistura de ritmos e estilos que fazem parte da cidade.
O projeto é, ao mesmo tempo, uma resposta a uma demanda da cidade e uma afirmação da vocação do Teatro Vila Velha em dialogar com a cultura musical. Desde a sua inauguração, o Vila esteve intimamente ligado ao que se produzia tanto no âmbito da música erudita contemporânea, quanto em termos de música popular. Essa aproximação proporcionou momentos históricos como o show “Nós, Por Exemplo” que revelou nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa.
Jarbas Bittencourt, Diretor Musical do Bando de Teatro Olodum e um dos criadores do Encontro de Compositores e da Confraria da Bazófia, é o coordenador o Núcleo Vila Música e, juntamente com Ronei Jorge (Encontro de Compositores e Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta), faz a curadoria do projeto. “O Núcleo buscar ser a ponte entre o Teatro e os artistas, tornando o Vila da Música um espelho do que a cidade vive musicalmente”, explica Jarbas.
Para essa nova etapa, o Vila da Música abre o mês de março com influências da MPB e BritPOP da Maglore, seguido pelo blues de Álvaro Assmar com o lançamento do CD/DVD “Álvaro Assmar 25 Anos Ao Vivo”. O show Quarto Crescente da banda Pirigulino Babilake, cancelado no mês passado, ganha uma nova data e promete trazer músicas e poesias inéditas. Também teremos o duo intimista do Dois em Um e o hip-hop brasileiro da Simples Rap´ortagem. Fechando o mês, temos o tradicional Encontro de Compositores e o grande show 'Virgínia Rodrigues e Alex Mesquita em Concerto', uma parceria da cantora com o seu amigo e violonista.
O Vila da Música é uma realização do Teatro Vila Velha com o patrocínio da Oi e apoio do Oi Futuro através do edital do Faz Cultura.
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Lançado em 2011 de forma independente, o Vila da Música ganha um novo fôlego com o patrocínio da Oi e apoio do Oi Futuro, através de edital do Faz Cultura. A programação intensa traz shows em todas as quintas do mês de março, além de uma sexta e um sábado, numa mistura de ritmos e estilos que fazem parte da cidade.

O projeto é, ao mesmo tempo, uma resposta a uma demanda da cidade e uma afirmação da vocação do Teatro Vila Velha em dialogar com a cultura musical. Desde a sua inauguração, o Vila esteve intimamente ligado ao que se produzia tanto no âmbito da música erudita contemporânea, quanto em termos de música popular. Essa aproximação proporcionou momentos históricos como o show “Nós, Por Exemplo” que revelou nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa.

Jarbas Bittencourt, Diretor Musical do Bando de Teatro Olodum e um dos criadores do Encontro de Compositores e da Confraria da Bazófia, é o coordenador o Núcleo Vila Música e, juntamente com Ronei Jorge (Encontro de Compositores e Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta), faz a curadoria do projeto. “O Núcleo buscar ser a ponte entre o Teatro e os artistas, tornando o Vila da Música um espelho do que a cidade vive musicalmente”, explica Jarbas.

Para essa nova etapa, o Vila da Música abre o mês de março com influências da MPB e BritPOP da Maglore, seguido pelo blues de Álvaro Assmar com o lançamento do CD/DVD “Álvaro Assmar 25 Anos Ao Vivo”. O show Quarto Crescente da banda Pirigulino Babilake, cancelado no mês passado, ganha uma nova data e promete trazer músicas e poesias inéditas. Também teremos o duo intimista do Dois em Um e o hip-hop brasileiro da Simples Rap´ortagem. Fechando o mês, temos o tradicional Encontro de Compositores e o grande show 'Virgínia Rodrigues e Alex Mesquita em Concerto', uma parceria da cantora com o seu amigo e violonista.

O Vila da Música é uma realização do Teatro Vila Velha com o patrocínio da Oi e apoio do Oi Futuro através do edital do Faz Cultura.
Veja a programação completa.

Lista Amiga: basta enviar um e-mail para  Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. , colocando no assunto “Vila da Música”, com o nome completo, e assim, poderá pagar meia-entrada nos espetáculo. Os nomes serão aceitos até as 17h. 
 
Março está diverso Imprimir

 

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Dois em um, foto Mayra Lins. Apresentação no Vila da Música
 
O Teatro Vila Velha é um centro de diálogo e experimentação. Sua vocação é fomentar a criação, incentivar as trocas, difundir projetos inovadores, provocar. 2012 é marcado pela criação e fortalecimento de diversos programas, como A Cidade Que Queremos, o Vila da Música e o Tomaladacá. Vila inspira música desde seu nascimento. Em 1964 sua inauguração foi celebrada por uma série de eventos, entre os quais o show “Nós, Por Exemplo”, de Caetano, Gil, Bethânia e Gal.

 

O projeto Vila da Música consolidou programação intensa durante 2011 e agora ganha novo fôlego com o patrocínio da Oi e apoio da Oi Futuro através do Faz Cultura. As ondas de março prometem! Virgínia Rodrigues, artista revelada por Marcio Meirelles no Bando de Teatro Olodum, e anunciada ao país por Caetano Veloso, é nosso destaque. Lançado em janeiro, “A Cidade Que Queremos”, co-realização com o Movimento Desocupa, é um espaço permanente que pauta o futuro da cidade. A cada semana a sociedade civil, entidades representativas e órgãos públicos encontram no teatro e em suas redes sociais uma tribuna de diálogo.

O Vila retoma o Tomaladacá, projeto de intercâmbio com artistas das periferias que visa tecer redes e criar oportunidades de trocas, aprendizado. Os grupos residentes A Outra Cia. de Teatro e Cia. Novos Novos com apresentação das montagens infanto-juvenis em projeto escola. Os demais grupos residentes do teatro trabalham nos bastidores preparando estreias e remontagens.

O Vila tem orgulho de acolher este mês o grupo Teatro Popular de Ilhéus com a apresentação “O Inspetor Geral”, finalista da categoria especial do Prêmio Shell 2012. Echio Reis, um dos fundadores do Teatro Vila Velha, foi também criador desta companhia em 1995.

 
Café da manhã no Vila em março Imprimir
Sucesso no Amostrão Vila Verão, o café da manhã do Vila continua durante as manhã de domingo do mês de março! A partir das 9 horas, o Cabaré dos Novos estará aberto para receber todos que queiram apreciar uma manhã diferente com café da manhã, vista para a Baía de Todos os Santos e espetáculo.  

Durante três domingos, o café da manhã será acompanhado do espetáculo infanto-juvenil "Colha de Retalhos", num programa feito para toda a família! Já no domingo do dia 18/03, será a vez do Grupo Novato apresentar o tradicional chorinho com o Vila do Choro. Venha pro Vila, Velho! 

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Um dos pratos do Café Terrasse

A novidade agora é que o café será feito por uma nova turma, o Café do Vila está sob nova direção e quem conhece as delícias do Café Terrasse vai ter uma boa surpresa.

O valor do café e cobrado separadamente dos ingressos. 

Colcha de Retalhos
O espetáculo gira em torno de três contos infantis escritos pelos próprios atores: Israel Barretto (“Lenda das Conchas”), Eddy Veríssimo (“Edith e os peixes”) e Luiz Buranga (“O menino que queria virar passarinho”), sempre apresentando um universo lúdico onde a fantasia é ressaltada através da contação de histórias que envolvem o público a ponto de torná-los coadjuvante da encenação. Com direção de Luiz Antônio Jr. e direção musical de Roquildes Junior, “Colcha de Retalhos” é um espetáculo para todas as idades, rico em músicas, jogos e cores.

04, 11 e 25/03 | dom | 11h
R$ 20 e 10
Cabaré dos Novos

Vila do Choro
O melhor da música instrumental brasileira, em clássicos do chorinho executados por grandes instrumentistas baianos. O evento é capitaneado desde 2008 pelo Grupo Novato, que conta com bambas do cenário musical baiano, como Cacau do Pandeiro, Gilson Verde, Dudu Reis (Cavaquinho) e Victor Sales (7 cordas), Elisa Goritzki (Flauta), Gabriel Rosário (Bandolim)  e Marcelo Rosário (7 cordas). 

18/03 | dom | 11h
R$ 20 e 10
Cabaré dos Novos
 
O QUE CABE NESSE PALCO - Inscrições até 28 de fevereiro de 2012 Imprimir

O QUE CABE NESSE PALCO 
Inscrições até 28 de fevereiro de 2012

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Sala Principal do Teatro Vila Velha 

O Teatro Vila Velha convida coletivos, artistas independentes e produtores, que queiram se apresentar em Salvador, a enviarem propostas para ocupar seus espaços.

O Vila foi o palco que abrigou pela primeira vez os Tropicalistas e os Novos Baianos; que inspirou Glauber Rocha e lhe cedeu Othon Bastos para fazer Deus e o Diabo na terra do sol; que apresentou às platéias do mundo Lázaro Ramos, Virgínia Rodrigues, Érico Brás e muitos outros. Que foi sede da Anistia Internacional depois de ter ajudado o movimento estudantil a se reestruturar, durante os anos da ditadura. Que, tendo sido inaugurado no dia 31 de julho de 1964 por uma vontade de muitos, é para todos um palco de liberdade.

No Vila, desde sua origem, são formados artistas, técnicos e gestores; encontros acontecem; novas políticas culturais são construídas, implementadas, adaptadas por outros e tornam-se políticas públicas. No Vila, o acesso aos meios de produção e às obras produzidas é dos mais democráticos e justos deste país.

Ao Vila interessam grupos, artistas ou projetos que busquem sustentabilidade e independência e, para isso, a associação com outros grupos ou instituições.

Interessam propostas artísticas, políticas e econômicas claras.

Interessam aqueles que propõem inovação, preservação das tradições cênicas e/ou culturais de seu território original, o diálogo com elas ou sua releitura.

Ao Vila interessam investigações, instigações, provocações.

Portanto, se estiver interessado em se associar ao Teatro Vila Velha para apresentar seu espetáculo, dentro do projeto O QUE CABE NESSE PALCO, envie uma proposta que vai ser apreciada pelo colegiado dos artistas do Vila.

Os critérios para seleção são basicamente:

  • Adequação do projeto e do grupo ou artista aos princípios éticos e estéticos do Teatro Vila Velha (cuja história e propostas podem ser conferidas no site www.teatrovilavelha.com.br)
  • Adequação do projeto ao espaço do teatro (ver plantas e possibilidades de configuração do espaço no site)
  • Adequação do projeto ao rider técnico do teatro (ver site)
  • O que tem de inovador gerencialmente a própria proposta.

Marcio Meirelles, diretor do teatro explica: “Tentaremos atender a todos que se encaixem no perfil acima. Não temos um orçamento muito poderoso, nem muito tempo: inicialmente um ano, embora possamos receber e agendar projetos para as próximas temporadas também. Mas temos muitos outros recursos e muita vontade de somar esforços para realizar planos. Negociaremos as condições e a divisão dos recursos que temos com aqueles que estiverem interessados no mesmo.”

E-mail:   Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Confira os espaços do Vila aqui:
http://www.teatrovilavelha.com.br/espacos-teatro-vila-velha 

Muitas perguntas e alguns projetos começam a chegar ao Teatro Vila Velha. A maior parte das questões é porque há alguma confusão com os editais. Não é um edital, é um convite para uma associação.

Mas vamos esclarecer algumas dúvidas mais frequentes:

  • Sobre o pagamento da pauta?

A pauta da Sala Principal custa R$1.200,00 (hum mil e duzentos reais). Pode ser paga ou pode ser o apoio necessário para o grupo se apresentar, como outros apoios demandados: passagem ou hospedagem ou alimentação ou divulgação ou criação de campanha publicitária ou....

  • Quantos dias de apresentação?

Não há limite. A demanda pode ser para um mês, uma semana, uma apresentação. Pode

ser fim de semana, início, meio, horário alternativo.

  • Podemos solicitar o mês de preferência?

Sim. Podemos não ter o mês de preferência disponível, então tentaremos negociar outro  período ou datas dentro do mês solicitado.

  • Terá bilheteria?

Sempre. Entendemos que DE GRAÇA NÃO TEM GRAÇA. O público deve ser nosso principal patrocinador, mostrando o quanto o que fazemos é necessário, como o pão, o aluguel ou a cerveja que ele não tem de graça, mas paga porque não vive sem. Ou mesmo o cinema, o futebol, a TV a cabo, o celular. Entendemos que projetos de formação de plateia são necessários. Podem ser feitas propostas sobre esse tipo de acesso, no projeto. A bilheteria pode ser o pagamento da pauta, pode ser feita uma proposta de rateio, etc.

  • Terá passagem?

Pode ser.

  • Terá hospedagem?

Pode ser.

  • Terá alimentação?

Pode ser.

  • Terá tempo de montagem e desmontagem de palco e luz limitado ou dia livre?

Depende da negociação. Depende da necessidade do projeto. Temos a norma de que tudo é possível no Vila para o espetáculo acontecer: quebrar paredes, pintar o teatro, esburacar o chão... DESDE QUE. Inclusive: desde que deixemos o teatro como estava antes do projeto.

  • A divulgação será feita pelo Vila Velha?

A divulgação institucional, sempre. A divulgação especifica do projeto, depende.

  • Tem algum relatório de preenchimento?

Não. O que precisamos é o preenchimento de um cadastro, que está no site, do grupo, companhia ou artista. Entretanto podemos imaginar um relatório final, de avaliação.

  • Cada grupo só pode inscrever um projeto?

Podem ser quantos quiserem. Pode ser uma mostra, repertório, um processo. Leitura, seminário, debates, instalação, performance multimídia, espetáculos de várias linguagens, festival de audiovisual ou cinema. O que pudermos conceber que tenha o que dizer e dialogue com o público.

  • A contrapartida do grupo poderia ser uma palestra, um debate, uma conversa sobre o processo de montagem do espetáculo?

A contrapartida é a realização do próprio projeto. A contrapartida é ter um público interessado no projeto. Se este incluir palestras, debates, etc. Tudo bem. Bom. Ótimo. Mas não são contrapartidas, são parte do próprio projeto.

  • Sobre o processo de inscrição: pode ser material virtual? as fotos e vídeos podem ser links?

O processo de inscrição pode ser virtual, links, etc. ou pode ser físico: papel, cd, dvd... o que for mais prático. O que for mais apropriado ou possível para o solicitante. Como se pode ver tudo está aberto. O importante é o projeto. As condições serão negociadas.

Temos o apoio do PROCULTURA/FUNARTE pelo edital PROGRAMAÇÃO DE ESPAÇOS CÊNICOS, somos patrocinados pelo FUNDO DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA no programa APOIO À AÇÕES CONTINUADAS DE INSTITUIÇÕES CULTURAIS e pela PETROBRAS. Isso cobre em torno de 70% das despesas do teatro, arrecadamos os outros 30%. Temos tido uma média de 450 a 500 apresentações anuais para um público de 45.000 ingressos em média.

O Teatro Vila Velha é reconhecido pelo MINC como PONTO DE CULTURA. E recebeu a medalha do MÉRITO CULTURAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA em 2009, pelos 45 anos de serviços à cultura nacional.

 
Amostrão Vila Verão 2012 Imprimir
Esse ano o Amostrão Vila Verão completa 10 anos e traz a programação dos grupos da casa. Serão apresentados espetáculos que estiveram em cartaz durante o ano passado. Em 2011, o Vila recebeu quatro novos grupos que puderam trabalhar em residência e desenvolveram projetos, ministraram oficinas e estrearam espetáculos. Assim, retomamos a proposta inicial do Amostrão colocando os grupos residentes em destaque, mas abrindo espaço para grupos convidados. “A idéia é ter um painel, uma vitrine de tudo o que foi feito durante o ano, um verdadeiro relatório artístico”, explica Marcio Meirelles, diretor do Vila.
A abertura do Amostrão Vila Verão 2012, no dia 11 de janeiro, será com um convidado internacional. Trata-se do espetáculo “Karaoke Orquesta Vacía” da companhia equatoriana El Muégano Teatro. Santiago Roldós, diretor da companhia, também ministrará uma oficina para atores a serem selecionados mediante currículo. Também convidado a participar do Amostrão, o grupo de dança CoMteMpu’s apresenta, sempre às quartas, o espetáculo “Safo”. Já as terças serão comandadas pelos comediantes do grupo Donos do Riso com o stand up “Os Donos do Riso - Summer Comedy”. Fechando a programação de convidados, teremos aos domingos o espetáculo “Pólvora e Poesia”, do diretor Fernando Guerreiro.
O Vila da Música continua durante as quintas trazendo shows dos mais diversos estilos. O Bando de Teatro Olodum retoma com a temporada de “Cabaré da Rrrraça” agora às sextas-feiras. No sábado, será a vez dos grupos em residência se apresentarem. Começaremos a noite com o espetáculo “Breve Verão”, da Cia Teatro da Queda e, em seguida, teremos o Núcleo Supernova Teatro com “Alugo Minha Língua”, que tem direção de Fernando Guerreiro e foi sucesso de público em 2011. Aos domingos a programação é especial para as crianças. Os atores d´A Outra Cia de Teatro estreiam, às 11h, o espetáculo “Colcha de Retalhos” e às 16h se apresentam novamente com “Remendo Remendó”!
O Amostrão Vila Verão 2012 é uma realização do Teatro Vila Velha juntamente com seus grupos residentes e em residência.
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Esse ano o Amostrão Vila Verão completa 10 anos e traz a programação dos grupos da casa. Serão apresentados espetáculos que estiveram em cartaz durante o ano passado. Em 2011, o Vila recebeu quatro novos grupos que puderam trabalhar em residência e desenvolveram projetos, ministraram oficinas e estrearam espetáculos. Assim, retomamos a proposta inicial do Amostrão colocando os grupos residentes em destaque, mas abrindo espaço para grupos convidados. “A idéia é ter um painel, uma vitrine de tudo o que foi feito durante o ano, um verdadeiro relatório artístico”, explica Marcio Meirelles, diretor do Vila.

A abertura do Amostrão Vila Verão 2012, no dia 11 de janeiro, será com um convidado internacional. Trata-se do espetáculo “Karaoke Orquesta Vacía” da companhia equatoriana El Muégano Teatro. Santiago Roldós, diretor da companhia, também ministrará uma oficina para atores a serem selecionados mediante currículo. Também convidado a participar do Amostrão, o grupo de dança CoMteMpu’s apresenta, sempre às quartas, o espetáculo “Safo”. Já as terças serão comandadas pelos comediantes do grupo Donos do Riso com o stand up “Os Donos do Riso - Summer Comedy”. Fechando a programação de convidados, teremos aos domingos o espetáculo “Pólvora e Poesia”, do diretor Fernando Guerreiro.

O Vila da Música continua durante as quintas trazendo shows dos mais diversos estilos. O Bando de Teatro Olodum retoma com a temporada de “Cabaré da Rrrraça” agora às sextas-feiras. No sábado, será a vez dos grupos em residência se apresentarem. Começaremos a noite com o espetáculo “Breve Verão”, da Cia Teatro da Queda e, em seguida, teremos o Núcleo Supernova Teatro com “Alugo Minha Língua”, que tem direção de Fernando Guerreiro e foi sucesso de público em 2011. Aos domingos a programação é especial para as crianças. Os atores d´A Outra Cia de Teatro estreiam, às 11h, o espetáculo “Colcha de Retalhos” e às 16h se apresentam novamente com “Remendo Remendó”! 

O Amostrão Vila Verão é uma realização do Teatro Vila Velha juntamente com seus grupos residentes e em residência.

 
Casa Aberta - INSCRIÇÃO PRORROGADA Imprimir

INSCRIÇÕES PRORROGADAS:

As inscrições para a MOSTRA CASA ABERTA estão prorrogadas 
até o próximo dia 29 de fevereiro (quarta-feira). O resultado será divulgado 
no dia 05 de março (segunda-feira).
Mais informações: mostracasaaberta@gmail.com


O VIVADANÇA Festival Internacional abre inscrições para a Mostra CASA ABERTA 2012, quinta edição do projeto que fomenta a produção artística, oferecendo um espaço para a mostra de trabalhos coreográficos, integrando a programação do VIVADANÇA Festival Internacional – 6º edição, nos diversos segmentos (solos, duos, trios, grupos) e estilos (ballet, clássico, jazz, moderno, contemporâneo, performance, afro, regional, hip hop, dança do ventre, instalação, de salão, folclórica, etc), além de performances, instalações e intervenções urbanas.

A Mostra CASA ABERTA 2012 acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de abril, com entrada franca, no Teatro Vila Velha, às 20h, sendo selecionados pelo menos 08 trabalhos coreográficos, configurando um espetáculo único de aproximadamente 80 minutos (por dia).

Poderão inscrever-se: artistas e produtores independentes, grupos, companhias e coletivos artísticos da área de dança. Cada proponente pode escrever 01(um) ou mais trabalhos de seu interesse, desde que tenha (m):

  • tempo máximo de 10 minutos de duração,
  • cenário e necessidades técnicas adaptáveis.

As inscrições deverão ser feitas enviando o material para e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. . Veja mais aqui e baixe a ficha de inscrição aqui

 
Prêmio VIVADANÇA - Inscrições prorrogadas Imprimir

O Prêmio VIVADANÇA 2012 abre inscrições para a terceira edição do projeto que incentiva à montagem de obras inéditas de dança contemporânea para integrar a programação do VIVADANÇA Festival Internacional – 6ª Edição, que acontecerá no mês de abril de 2012.

O Prêmio VIVADANÇA 2012 contemplará apenas 01(um) projeto de montagem, oferecendo:

  • Recurso Financeiro no valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais);
  • 04 pautas gratuitas para apresentação e 01 dia para ensaio geral no mesmo espaço, no Teatro do ICBA – Goethe Institut;
  • Sala de ensaio, em dias e horários pré-acordados entre o selecionado, a produção do Prêmio VIVADANÇA e o Teatro Vila Velha;
  • Técnicos para montagem do espetáculo;
  • Divulgação do espetáculo no material gráfico do VIVADANÇA Festival Internacional – 6ª Edição.

As apresentações ocorrerão entre os dias 25, 26, 27 e 28 de abril de 2012, no Teatro do ICBA – Goethe Institut, devendo ter a duração de no mínino 50 minutos.

Poderão inscrever-se: artistas profissionais e produtores independentes, grupos, companhias e coletivos artísticos da área de dança, residentes no estado da Bahia há pelo menos 02 anos. Cada proponente poderá escrever 01(um) ou mais trabalhos de seu interesse, desde que seja inédito. O recurso financeiro será desembolsado mediante assinatura de contrato com o festival e apresentação de nota fiscal de pessoa jurídica da área cultural.

Inscrições abertas até o dia 29 de fevereiro. Clique aqui e faça o download do edital. Veja mais informações aqui

 
As Oficinas Vila Verão são uma tradição do verão baiano! Imprimir

As Oficinas Vila Verão são uma tradição do verão baiano!
Oficinas de teatro, música, dança, corpo e técnicas para todas as idades e gostos.

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Foto: João Milet Meirelles 

Há mais de 10 anos, o Teatro Vila Velha abre seus espaços e recebe durante dois meses oficinas das mais diversas áreas e que atingem todo tipo de público. “Esse é um momento muito especial pro Vila, é quando a gente abre as portas do teatro e os alunos podem ter acesso ao nosso modo de trabalho, a estética que é desenvolvida por aqui, o que é muito legal, porque de repente chegam 200, 300 pessoas e começam a circular no teatro criando um clima bem festivo”, conta Chica Carelli, coordenadora das oficinas.

Em janeiro e fevereiro de 2012, o Vila vai oferecer 21oficinas divididas por temas para melhor atender às demandas. São oficinas de teatro, para o corpo, de música e audiovisuais. Com um público formado sobretudo por amadores, a grande maioria das oficinas serão oferecidas em caráter de experimentação e não com objetivos profissionais. “O nosso público é formado principalmente por gente que está de férias, que pretende sair um pouco da rotina e quer experimentar coisas que não acontecem no seu dia-a-dia. É uma experimentação, um momento muito mais de lazer”, explica Chica.

“No entanto, este ano teremos duas oficinas mais voltadas para aqueles, profissionais ou amadores, que querem aprofundar sua experiência teatral: a oficina de Teatro e Novas Tecnologias de Marcio Meirelles, diretor artístico do Teatro Vila Velha, onde irá experimentar uma nova dramaturgia linkada com as novas tecnologias, e o workshop Com Shakespeare do ator Maurice Durozier, integrante da mais importante companhia francesa da atualidade, o Théâtre Du Soleil, atualmente em turnê pela America do Sul”, conta.

As oficinas de teatro são sempre as mais procuradas e esse ano receberam atenção redobrada. Teremos a volta da diretora Débora Landim, coordenadora e encenadora da Cia Novos Novos, grupo residente do Vila, com a Oficina de Teatro para Crianças, além de três Oficinas de Teatro para Iniciantes, uma com A Outra Cia de Teatro, grupo residente do Teatro, outra com Chica Carelli, diretora do Bando de Teatro Olodum e com 30 anos de experiência teatral, e uma terceira com Iara Colina, atriz e diretora, integrante da Cia. Teatro dos Novos. O fonoaudiólogo Ivan Alexandre ministra a oficina de Condicionamento Vocal para que os profissionais da voz possam ter o máximo de rendimento com mínimo de esforço. Já Vinicio de Oliveira, diretor teatral, irá trabalhar na Oficina de Teatro de Repente a construção de cenas baseadas no universo popular e divertido de Ariano Suassuna (auto da compadecida) e folhetos de cordel.

Para o corpo, teremos a Oficina de Condicionamento com Zebrinha, coreógrafo do Bando de Teatro Olodum e diretor artístico do Balé Folclórico da Bahia e a Oficina Movimento e Silêncio com orientação de Márcia Mazur, que propõe uma experiência de relaxamento e meditação, através de movimentos fluidos e harmoniosos. Para mexer ainda mais o corpo, teremos as Oficinas de Dança do Ventre com Gal Sarkis e a de Dança Afro-Brasileira com Nildinha Fonseca, professora e dançarina do Balé Folclórico da Bahia, a Oficina de Capoeira Angola com o ator do Bando de Teatro Olodum Leno Sacramento, a Oficina de Perna de Pau e Skyrunner com o ator AC Costa, além da Oficina de Técnica Silvestre com Rosângela Silvestre que trabalha a dança com técnica baseada na estrutura de 3 triângulos do corpo e dos 4 elementos da Natureza.

Quem quiser soltar a voz poderá participar da Oficina de Canto com Marcelo Jardim ou explorar os ritmos baianos, tais como, axé, samba-reggae e afro na Oficina de Percussão com o músico André Luiz que atualmente toca com a cantora Mariene de Castro. Tiago Lima e João Milet Meirelles ministram pelo terceiro ano consecutivo a Oficina Traga sua Câmera - Introdução a fotografia digital. Sempre muito procurada, a oficina é destinada a qualquer pessoa que possua equipamento capaz de capturar imagens. Com a Oficina Todo Mundo na Rede, Daniel Cambui visa incentivar o bom uso das redes sociais e ferramentas web para a divulgação de atividades da produção cultural. No audiovisual teremos mais uma novidade: a Oficina de Vídeo Haikagens com Danilo Sacaldaferri, que propõe a criação de pequenos poemas em imagens capturadas por qualquer tipo de câmera como celular e maquinas fotográficas que filmam.

As inscrições para as oficinas começaram no dia 28 de novembro e seguem até 22 de dezembro com desconto de 10% para quem se matricular ainda este ano. Após o recesso do final de ano, as inscrições retornam no dia 02 de janeiro e vão até o início das oficinas, dia 09 de janeiro. As inscrições estão sendo realizadas no Teatro Vila Velha, de segunda a sexta, das 10h às 19h, no mês de dezembro, e das 9h às 18h no mês de Janeiro.

Ao final das oficinas, ocorrerá uma grande mostra reunindo os alunos. O evento será realizado na Sala Principal do Teatro Vila Velha nos dias 04 e 05 de fevereiro com entrada franca.

 
Magary Lord grava DVD aqui no Vila neste sábado Imprimir


Foto divulgação

No próximo sábado (10) o criador do Black Semba na Bahia e grande revelação musical, Magary Lord, vai gravar seu primeiro DVD no Teatro Vila Velha, ás 21h, em Salvador.

No repertório as músicas dos Cds anteriores do artista, “Magary Black SembaBahia” e “Escutando Magary”, além do sucesso “Circulou” da autoria de Magary Lord, FábioAlcântara e Leonardo Reis, e que já é uma das mais executadas nas rádios de todo o país, na interpretação da Banda Eva.

“Eu sempre tive um carinho enorme pelo Teatro Vila Velha, onde começaram as carreiras de grandes nomes da nossa música. Quando vi que havia a possibilidade de fazer esse registro nesse palco da maior importância, não pensei duas vezes. São quase 50 anos de história a serviço de todas as expressões artísticas da Bahia”. Diz Magary Lord sobre a escolha do espaço.

O show terá como participação especial a cantora Margareth Menezes, uma das grandes incentivadoras da carreira do artista baiano. Magary sobe no palco acompanhado dos músicos Fábio Alcântara(guitarra e direção musical), Codó Lima (violão), Gustavo Carybé (contrabaixo),Ted Santana (bateria) Marcos Paulo Copque e Binho Aranha (percussão), Tuka Ramos e Karine Rosselle (backing vocal) e as dançarinas Ágata Matos e Deise Gabriele.

Os ingressos custam R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00(meia)

 
Dezembro no Vila! Imprimir
2011 foi um ano de retomadas no Teatro Vila Velha, de fazer e refazer. Marcio Meirelles voltou à direção artística da casa e criou um novo programa de residência, um projeto que trouxe para o Vila novos grupos e que estimulou suas criações. A tecnologia mostrou-se presente nas atividades do teatro: espetáculos que se utilizam delas, transmissões ao vivo da programação e exibição de materiais audiovisuais recentes e antigos na TV Vila (livestream).
Nada mais justo do que comemorar em dezembro tantas realizações. Vamos inaugurar o “Nós, por exemplo – Centro de Documentação e Memória”. Um rico acervo com textos de teatro, postais, cartas, catálogos, notícias e peças gráficas estará disponível para estudantes, pesquisadores e público. A visitação deve ser agendada e em breve todo o conteúdo estará disponível na web.
Para encerrar o ano, uma diversa programação foi preparada. A Cia Novos Novos apresenta a remontagem de “Imagina só... Aventura do fazer”, espetáculo que comemora 10 anos de criação. O Núcleo Viladança realiza três dias do “EIC - Encontro de Investigação Coreográfica” com apresentações inéditas criadas pelos próprios dançarinos. O Vila da Música traz os shows de Maira Lins, que canta Clara Nunes e celebra o samba e sua humanidade;  Manuela Rodrigues, no lançamento do seu novo disco e o tradicional “Encontro de Compositores”.
A música ainda vai estar presente com o show em homenagem a Bastola; apresentação dos alunos do curso de Canto, Voz e Criatividade do professor Marcelo Jardim; gravação do DVD de Magary e o Festival de Música Instrumental, que encerra a programação do ano em três noites de muita energia. Dezembro recebe ainda quatro apresentações do espetáculo “Flutuações” do Grupo Contadores de Estórias (RJ), dentro da programação do XI Mercado Cultural e a Anistia de Marighella, um evento relevante para a memória da história brasileira.
2011 foi um ano de retomadas no Teatro Vila Velha, de fazer e refazer. Marcio Meirelles voltou à direção artística da casa e criou um novo programa de residência, um projeto que trouxe para o Vila novos grupos e que estimulou suas criações. A tecnologia mostrou-se presente nas atividades do teatro: espetáculos que se utilizam delas, transmissões ao vivo da programação e exibição de materiais audiovisuais recentes e antigos na TV Vila (livestream). 
Nada mais justo do que comemorar em dezembro tantas realizações. Vamos inaugurar o “Nós, por exemplo – Centro de Documentação e Memória”. Um rico acervo com textos de teatro, postais, cartas, catálogos, notícias e peças gráficas estará disponível para estudantes, pesquisadores e público. A visitação deve ser agendada e em breve todo o conteúdo estará disponível na web. 
Para encerrar o ano, uma diversa programação foi preparada. A Cia Novos Novos apresenta a remontagem de “Imagina só... Aventura do fazer”, espetáculo que comemora 10 anos de criação. O Núcleo Viladança realiza três dias do “EIC - Encontro de Investigação Coreográfica” com apresentações inéditas criadas pelos próprios dançarinos. O Vila da Música traz os shows de Maira Lins, que canta Clara Nunes e celebra o samba e sua humanidade;  Manuela Rodrigues, no lançamento do seu novo disco e o tradicional “Encontro de Compositores”. 

A música ainda vai estar presente com o show em homenagem a Bastola; apresentação dos alunos do curso de Canto, Voz e Criatividade do professor Marcelo Jardim; gravação do DVD de Magary e o Festival de Música Instrumental, que encerra a programação do ano em três noites de muita energia. Dezembro recebe ainda quatro apresentações do espetáculo “Flutuações” do Grupo Contadores de Estórias (RJ), dentro da programação do XI Mercado Cultural e a Anistia de Marighella, um evento relevante para a memória da história brasileira.
 
Vila em números - 21 a 30 de novembro Imprimir
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.

Na semana de 21 a 30 de novembro, tivemos em cartaz os espetáculos “Cabaré da Rrrrraça”, “Alugo Minha Língua” e "Remendo Remendó". Também tivemos a entrevista para o Memorial de Artes Cências com o Bando de Teatro Olodum, mesa-redonda sobre "Política para o teatro negro", Encontro de Compositores, Vila do Choro e o espetáculo Amêsa. Num total de treze apresentações, tivemos um público de 1.006 pessoas e as apresentações arrecadaram o valor de R$ 8.370,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.

 
Vila em números - 14 a 20/11 Imprimir
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.
Na semana de 14 a 20 de novembro, tivemos em cartaz os espetáculos “Cabaré da Rrrrraça”, “Alugo Minha Língua” e "Remendo Remendó". Também tivemos o concerto gratuito da Banda Sinfônica do Guri (SP), além do show do Mestre Lourinbau. Num total de oito apresentações, tivemos um público de 505 pessoas e as apresentações arrecadaram o valor de R$ 5.163,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro. 

Na semana de 14 a 20 de novembro, tivemos em cartaz os espetáculos “Cabaré da Rrrrraça”, “Alugo Minha Língua” e "Remendo Remendó". Também tivemos o concerto gratuito da Banda Sinfônica do Guri (SP), além do show do Mestre Lourinbau. Num total de oito apresentações, tivemos um público de 505 pessoas e as apresentações arrecadaram o valor de R$ 5.163,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.
 
O Bando debate as “Políticas Públicas para o Teatro Negro” Imprimir
Nesta quarta (21/11), acontece a mesa redonda "Políticas Públicas para o Teatro Negro", onde serão apresentadas as principais diretrizes de políticas emanadas do Ministério da Cultura e os instrumentos financeiros criados para viabilizá-las. A mesa acontecerá no Cabaré dos Novos, a partir das 19h e com entrada franca.
Mediada por Vilma Reis, socióloga e ativista do Movimento de Mulheres Negras, a mesa visa debater as iniciativas que podem contribuir para a visibilidade do negro nas artes cênicas. O ator e produtor cultural, Francisco Pellé, do Grupo Harém (Teresina - PI) fará parte da mesa, juntamente com Elias Sampaio, Secretário de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI), e o diretor e dramaturgo Elísio Lopes Jr., representante da Secult-BA.
A mesa é organizada pelo Bando de Teatro Olodum e Tetro Vila Velha em comemoração ao mês da Consciência Negra. O objetivo é abrir os espaços do Vila para dar visibilidade às artes cênicas de matriz afrodescendente com uma programação dedicada ao debate sobre o Teatro Negro no Brasil.
23/11 | qua | 19h
Gratuito
Cabaré dos Novos
Nesta quarta (21/11), acontece a mesa redonda "Políticas Públicas para o Teatro Negro", onde serão apresentadas as principais diretrizes de políticas emanadas do Ministério da Cultura e os instrumentos financeiros criados para viabilizá-las. A mesa acontecerá no Cabaré dos Novos, a partir das 19h e com entrada franca.

Mediada por Vilma Reis, socióloga e ativista do Movimento de Mulheres Negras, a mesa visa debater as iniciativas que podem contribuir para a visibilidade do negro nas artes cênicas. O ator e produtor cultural, Francisco Pellé, do Grupo Harém (Teresina - PI) fará parte da mesa, juntamente com Elias Sampaio, Secretário de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI), e o diretor e dramaturgo Elísio Lopes Jr., representante da Secult-BA.

A mesa é organizada pelo Bando de Teatro Olodum e Tetro Vila Velha em comemoração ao mês da Consciência Negra. O objetivo é abrir os espaços do Vila para dar visibilidade às artes cênicas de matriz afrodescendente com uma programação dedicada ao debate sobre o Teatro Negro no Brasil. 
 
A mesa será transmitida, ao vivo, através da TV Vila (http://www.livestream.com/teatrovilavelha), ampliando o alcance do público que poderá participar presencialmente ou enviando perguntas online. A entrada será gratuita.

23/11 | qua | 19h
Gratuito
Cabaré dos Novos
 
Bando de Teatro Olodum discute “O Teatro de Grupos Negros e sua produção” Imprimir

Bando de Teatro Olodum discute “O Teatro de Grupos Negros e sua produção”
O evento faz parte d´A Cena Tá Preta e contará com a participação de diversos artistas e produtores

No mês da Consciência Negra, o Teatro Vila Velha abre seus espaços para dar visibilidade às artes cênicas de matriz afrodescendente com uma programação dedicada ao debate sobre o Teatro Negro no Brasil. Seguindo esse pensamento, o Bando de Teatro Olodum organizou duas mesas redondas que prometem render boas discussões.

No próximo dia 16 de novembro, acontece a primeira mesa, "O Teatro de grupos Negros e sua produção", mediada por Fábio Santana, ator do Bando, onde será discutido as possíveis estratégias de produção do teatro negro frente ao atual cenário cultural brasileiro, levantando questionamentos em como driblar as dificuldades e continuar produzindo. O evento começará às 19h, e terá entrada franca.

Uma das convidadas da mesa, a atriz e cantora carioca Roberta Rodrigues, contará um pouco da sua experiência com o grupo teatral “Nós do Morro”. Roberta nasceu e cresceu na comunidade do Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro, onde mora até hoje. Lá também iniciou sua participação no grupo, que forma técnicos e artistas em diversas regiões carentes do Rio e apresenta espetáculos no Brasil e no exterior. Iniciou carreira no cinema no filme “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles. No mesmo ano, atuou na série “Cidade dos Homens”, e, no ano seguinte, para a novela das nove “Mulheres Apaixonadas”, ambas da Globo. Roberta também atua como cantora na banda Melanina Carioca, formada com amigos do Vidigal e que faz shows no Rio e em outros estados.

A mesa também terá a participação de Fernanda Júlia, diretora do Grupo de Teatro Nata. Fundada em 1998, na cidade de Alagoinhas, a Cia tem como eixo norteador a história, cultura e religiosidade Afro-Brasileira. Fernanda é dramaturga, educadora e pesquisadora da cultura africana no Brasil com ênfase nas religiões de matriz africana o Candomblé, tendo sido indicada como Diretora Revelação do prêmio Braskem de Teatro 2010.

Fechando o time de convidados, ainda teremos o ator, dramaturgo e diretor do premiado grupo de teatro Coletivo Abdias Nascimento (CAN), Ângelo Flávio, e George Bispo, do Coletivo de Produtores do Subúrbio.

 

 
Apio ao Vila e à outras instituições Imprimir
O Teatro Vila Velha, desde 1995, recebe recursos do Estado, assim como outras instituições culturais. Diferentes gestões assumiram o governo da Bahia e todas mantiveram o apoio a elas. Essa ação foi ordenada em 2010 pela Secretaria de Cultura, com edital elaborado em parceria com a Procuradoria Geral do Estado, que teve critérios de avaliação e pontuação objetivos, para que a escolha das instituições apoiadas não fosse um ato apenas do secretário, para democratizar o acesso de outras instituições aos recursos e para definir patamares de valores para cada uma. O Vila concorreu, teve sua proposta aprovada e o valor do convênio definido por comissão formada por pessoas da sociedade civil e do governo.

Vale ressaltar que hoje 13 instituições estão no programa. No mesmo patamar de valor que o Vila, em torno de 450 mil reais anuais, estão o Theatro XIII e o Museu da Misericórdia (confira planilha com valores aqui).

Para receber esses recursos o Teatro Vila Velha e as outras instituições precisam prestar contas  corretamente dos seus pagamentos e atividades, com metas e ações trimestrais previstas em suas propostas. O Vila ultrapassa suas metas (veja aqui).

Só em 2010 tivemos 444 apresentações para um público de 55.214 pessoas e para isso a Sol Movimento da Cena, entidade que gerencia o Vila Velha e sua programação, tem 33 funcionários contratados.
 
Resumo financeiro do Teatro Vila Velha Imprimir

O Teatro Vila Velha torna público o resumo da sua planilha financeira.

O Teatro Vila Velha recebe recursos do Estado e da Petrobras para apoiar sua programação e subsidiar o valor dos ingressos. O convênio com o Fundo de Cultura da Bahia corresponde a 33% do seu orçamento mensal e o patrocinio da Petrobras representa 27%. Os custos apresentados na planilha são para manter o teatro apenas, valores que possibilitam a geração de empregos diretos e indiretos e beneficiam público e artistas com  acesso a bens produzidos e meios de produção, não para produzir seus conteúdos. Os grupos, que desenvolvem seus projetos no Vila, buscam  recursos de outras fontes: em editais, apoios, patrocínios e também na bilheteria de seus espetáculos ou nas inscrições para as oficinas que promovem. O público é levado em conta no Teatro Vila Velha, e a necessidade que a sociedade tem do que é oferecido também se traduz no retorno de bilheteria, cujo rateio para o teatro corresponde à 17% de suas despesas. 

Veja aqui a planilha.

 
Histórias do Vila - Brasão do Teatro São João Imprimir
braso

O Brasão do Teatro São João foi emprestado ao Teatro Vila Velha pelo Instituto Histórico e Geográfico da Bahia em 1964, para a exposição de inauguração do Vila – idéia foi do diretor João Augusto, num ato simbólico de passagem de bastão de um teatro importante que deixou de existir para um novo teatro que começava. Em 1994, ano que chega Marcio Meirelles e outros artistas para a reconstrução do Vila, o Brasão já estava aqui, sem nenhum documento e memória, bastante comprometido pelos cupins. O professor José Dirson Argolo ofereceu o serviço de restauração da peça como um presente ao Novo Vila.

Depois da reforma, o Brasão esteve em permanente exposição, com uma placa que o identificava. A professora Consuelo Pondé, do Instituto, esteve no teatro para uma palestra e reconheceu a peça e informou a Meirelles a sua origem. Foi-lhe explicado que não havia nenhum documento sobre o brasão no teatro, apenas a tradição de que ele tinha vindo do São João. Foi-lhe assegurado também que uma nova placa indicando sua propriedade substituiria a antiga.

Algum tempo depois a professora Pondé enviou uma carta solicitando a devolução da peça, após sua permanência em exibição por quase 40 anos no Teatro Vila Velha. Acompanhava um documento do Instituto Histórico e Geográfico, datado da época, que autorizava o empréstimo, mas nenhuma registro de cobrança de devolução.

Levando em conta o romantismo do ato de João Augusto, quando pediu a peça emprestada, e pelo fato de não ter sido lembrada até então, os gestores do Vila relutaram em entrega-la. Alguma correspondência foi trocada até que os artistas do teatro perceberam que, símbolo por símbolo, aquele brasão era do Império e foi salvo do incêndio que destruiu o Teatro São João justamente por que havia sido proclamada a República. Era melhor que retornasse para quem o demandava.

Então o professor Jorge Calmon, conselheiro do Instituto de Patrimônio Histórico e Geográfico, amigo pessoal de Marcio Meirelles, foi
contactado e ficou acordada a sua devolução. Uma tarde, como combinado, o próprio professor, acompanhado dos técnicos do instituto, capacitados pra fazer a remoção adequada, veio busca-lo e o levou.
 
Metas e resultados Imprimir

Tabela com as metas dos trimestres de 2010 e 2011 (até agosto)
Clique aqui: Tabela de metas e resutados do convênio do Teatro Vila Velha com o Fundo de Cultura do Estado da Bahia


 
Vila em números - 31/10 a 06/11 Imprimir
Vila em números

O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.
Na semana de 31 de outubro a 06 de novembro, tivemos em cartaz o evento Miss Brasil Gay 2011, os espetáculos “As Feministas de Muzenza”, “Alugo Minha Língua”, além do show de Jarbas Bittencourt, Pietro Leal e Ronei Jorge, no Vila da Música. Num total de sete apresentações, tivemos um público de 496 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 10.395,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT, o pagamento da pauta ao Teatro e o restante fica com a produção do espetáculo.
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro. 

Na semana de 31 de outubro a 06 de novembro, tivemos em cartaz o evento Miss Brasil Gay 2011, os espetáculos “As Feministas de Muzenza”, “Alugo Minha Língua”, além do show de Jarbas Bittencourt, Pietro Leal e Ronei Jorge, no Vila da Música. Num total de sete apresentações, tivemos um público de 496 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 10.395,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT, o pagamento da pauta ao Teatro e o restante fica com a produção do espetáculo.
 
A Cena Tá Preta Imprimir

O Teatro Vila Velha apresenta A Cena Tá Preta
Em novembro, o Vila propõe uma programação voltada para o Teatro Negro

No mês da Consciência Negra o Teatro Vila Velha abre seus espaços para dar visibilidade às artes cênicas de matriz afrodescendente. Com uma programação dedicada ao debate sobre o Teatro Negro no Brasil, o Vila, O Bando de Teatro Olodum, A Outra Cia de Teatro, a Cia. Nata de Teatro e o Vila da Música organizaram uma programação com entrevistas, espetáculos e música nos espaços da casa.

Para Chica Carelli, diretora do Bando de Teatro Olodum, A Cena Tá Preta surge como um espaço para discussão e difusão do teatro negro no Brasil. “Nós dispomos de um teatro que tem um projeto de vida baseado na formação e acessibilidade, e abriga um dos mais importantes grupos de teatro negro que é o Bando. Sabemos das dificuldades que se apresentam aos artistas que tem grupos de Teatro Negro e resolvemos montar uma programação que desse visibilidade e que discutisse essas questões”, afirma.

O Bando de Teatro Olodum organizou duas mesas redondas que prometem render boas discussões. No dia 16/11 (quarta), Fábio Santana, ator do Bando, será o mediador da mesa redonda "O Teatro de grupos Negros e sua produção" que vai contar com a participação de Fernanda Júlia, diretora do Grupo de Teatro Nata e Ângelo Flávio, ator, dramaturgo e diretor do grupo CAN (Coletivo Abdias Nascimento), além de um representante do Coletivo de Produtores do Subúrbio. Já na quarta seguinte, dia 23/11, a mesa "Políticas Públicas para o Teatro Negro" será mediada pela socióloga e ativista do Movimento de Mulheres Negras Vilma Reis.

Dando continuidade ao seu projeto de memória e registro, A Outra Cia de Teatro apresenta o “Memorial Brasil de Artes Cênicas - Circuito de Entrevistas”, onde personalidades baianas que desenvolvem trabalhos cênicos com foco no negro e nas referências de matriz africana serão entrevistadas no palco do Cabaré dos Novos. O evento contará com transmissão ao vivo através da TV Vila e do site do projeto.

O Vila da Música também embarca na programação e traz o cantor, compositor e berimbalista Mestre Lourimbau. Na ocasião, o artista vai mostrar as principais músicas do seu CD “A Arte de Mestre Lourimbau”, onde comenta aspectos da sua carreira e destila uma fusão única de capoeira, MPB e jazz acompanhado por Ivan Bastos (baixo), Paulo Mucci (guitarra) e Giba Conceição (percussão).

Para compor a programação, o Teatro Vila Velha contou com a participação dos artistas. “Esse ano não conseguimos patrocínio, mas mesmo assim o teatro decidiu realizar a mostra por entender a importância de colocar no calendário baiano um evento como este”, diz Carelli. Os espetáculos que serão apresentados são “As feministas de Muzenza – uma comédia afro-baiana” que tem texto de Cleise Mendes e Haydil Linhares; “Iauretê”, do Grupo de Teatro Palmares Iñaron; “Amêsa”, um monólogo com narrativa simbólica que reflete a conjunção da recente guerra civil angolana; Siré Obá - A festa do rei, que celebra as divindades africanas e “Cabaré da Rrrrraça”, que segue em temporada contínua sempre às terças. “Temos grupos com características bem diferentes, o que torna ainda mais interessante A Cena Tá Preta”, conclui.

 
Oficina -Inscrições abertas Imprimir

Inscrições abertas

A partir do dia 05 de novembro a Cia. Teatro da Queda dá início a Oficina "A poética da Invenção". Com aulas sempre aos sábados, das 14h às 17h, a Oficina segue até o dia 10 de dezembro e terá o valor de R$ 100,00. As inscrições acontecerão às segundas e quartas, das 14h às 16h, no Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha. Para maiores informações: Thiago Romero - (71) 8824-2683 | Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

A oficina

Propõe uma reflexão sobre o processo de criação de um espetáculo utilizando elementos da performance, happening, e uma dramaturgia fragmentada. A investigação parte da idéia de processo colaborativo onde se apresenta o ator-criador e diretor-editorcomo ferramenta de construção do espetáculo, muito utilizada na dramaturgia do Teatro da Queda.

Mais informações: http://www.teatrovilavelha.com.br/oficinas/349-teatro-a-poetica-da-invencao

 
Vila em números - 10 a 16 de outubro Imprimir

Na semana de 10 a 16 de outubro, tivemos em cartaz os espetáculos “Cabaré da Rrrrraça”, “Breve”, “Alugo Minha Língua” e Siré Obá – “A Festa do Rei”, “Áfricas”, além do show da banda Suinga, no Vila da Música. Num total de sete apresentações, tivemos um público de 1.143 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 9.540,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.

 
Bando de Teatro Olodum para o público infanto-juvenil Imprimir
O Bando de Teatro Olodum traz na semana das crianças o universo do continente africano no espetáculo “Áfricas”. Com participação do ator Érico Brás, o espetáculo fica em cartaz nos dias 15 e 16 de outubro, às 16h, na Sala Principal.
“Áfricas” é o primeiro infanto-juvenil do Bando e traz à cena o continente africano, através da sua história, seu povo, seus mitos e religiosidade. Dirigido por Chica Carelli a peça aborda o universo mítico africano em uma tentativa de suprir a escassez de referenciais africanos no imaginário infantil, povoado de fábulas e personagens eurocêntricos.
Assim, desfilam no palco personagens que revelam o modo de ser do povo africano, as formas de se relacionar com a natureza e com o sagrado e os traços que unem o Brasil, em especial a Bahia, ao continente negro. Mas não uma África singular, com as imagens estereotipadas de animais selvagens, doenças e fome. E sim, um continente complexo, formado por mais de 50 países e centenas de dialetos e povos com histórias diferenciadas, formas de resistência e sobrevivência e um rico modo de se relacionar com o sagrado. Enfim, a África no plural.
"Queremos proporcionar um encantamento com a África, sua história e cultura e despertar a curiosidade de todos em conhecer mais sobre este imenso continente tão importante para o Brasil", afirma a diretora Chica Carelli.
Mais uma vez, está em cena o talento do elenco do Bando que canta, toca, dança em um espetáculo repleto de músicas, cores e danças para abordar o universo mágico e lúdico das lendas e contos africanos que ultrapassaram séculos e continentes através das narrativas dos griôs, ancestrais detentores da sabedoria e da linguagem oral.
Entre estes contos selecionados pela diretora e elenco, está o da Criação do Mundo, que narra a aventura de Oxalá, enviado por Olorum para criar os recursos da terra e o homem, obra mais difícil. Conta-se que Oxalá utilizou-se de vários elementos para feitura do ser humano (água, fogo, madeira) e todos se tornaram ineficientes, até que Nanã Buruku, a mais velha e sábia dos deuses, apresentou a Oxalá, a lama, com a qual o homem foi moldado e ganhou vida.
15 e 16/10 |sáb e dom | 16h
R$ 20 e 10
Sala Principal
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Foto Márcio Lima

O Bando de Teatro Olodum traz na semana das crianças o universo do continente africano no espetáculo “Áfricas”. Com participação do ator Érico Brás, o espetáculo fica em cartaz nos dias 15 e 16 de outubro, às 16h, na Sala Principal.

“Áfricas” é o primeiro infanto-juvenil do Bando e traz à cena o continente africano, através da sua história, seu povo, seus mitos e religiosidade. Dirigido por Chica Carelli a peça aborda o universo mítico africano em uma tentativa de suprir a escassez de referenciais africanos no imaginário infantil, povoado de fábulas e personagens eurocêntricos.

Assim, desfilam no palco personagens que revelam o modo de ser do povo africano, as formas de se relacionar com a natureza e com o sagrado e os traços que unem o Brasil, em especial a Bahia, ao continente negro. Mas não uma África singular, com as imagens estereotipadas de animais selvagens, doenças e fome. E sim, um continente complexo, formado por mais de 50 países e centenas de dialetos e povos com histórias diferenciadas, formas de resistência e sobrevivência e um rico modo de se relacionar com o sagrado. Enfim, a África no plural.

"Queremos proporcionar um encantamento com a África, sua história e cultura e despertar a curiosidade de todos em conhecer mais sobre este imenso continente tão importante para o Brasil", afirma a diretora Chica Carelli.

Mais uma vez, está em cena o talento do elenco do Bando que canta, toca, dança em um espetáculo repleto de músicas, cores e danças para abordar o universo mágico e lúdico das lendas e contos africanos que ultrapassaram séculos e continentes através das narrativas dos griôs, ancestrais detentores da sabedoria e da linguagem oral.

Entre estes contos selecionados pela diretora e elenco, está o da Criação do Mundo, que narra a aventura de Oxalá, enviado por Olorum para criar os recursos da terra e o homem, obra mais difícil. Conta-se que Oxalá utilizou-se de vários elementos para feitura do ser humano (água, fogo, madeira) e todos se tornaram ineficientes, até que Nanã Buruku, a mais velha e sábia dos deuses, apresentou a Oxalá, a lama, com a qual o homem foi moldado e ganhou vida.

15 e 16/10 |sáb e dom | 16h
R$ 20 e 10
Sala Principal
 
Vila em números - 03 a 09 de outubro Imprimir

Vila em números

O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos, quanto arrecadamos e quantos espetáculos temos em cartaz são os itens que destacaremos. Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.

Na semana de 03 a 09 de outubro, tivemos em cartaz os espetáculos “Cabaré da Rrrrraça”, “Breve”, “Alugo Minha Língua” e Siré Obá – “A Festa do Rei”, além do show da banda Acord, no Vila da Música e da peça “Remendo Remendó” com formação de plateia. Num total de seis apresentações, tivemos um público de 963 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 9.645,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.

 

 
Vila da Música apresenta “Especial Suinga Um Ano” Imprimir

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No próximo dia 13 de outubro, o projeto Vila da Música dará espaço a um evento mais do que especial: às 20h, a Suinga comemorará um ano de estrada tocando no palco da Sala Principal do Teatro Vila Velha. A noite apresentará um espetáculo que abordará a história da banda, sua formação, músicos e o som executado pelo quarteto.

O projeto contará com participações mais do que especiais: recitais de poesia com Pietro Leal, fotografias de Nathália Miranda e vídeos de Wesley Sacramento e Filipi Pauli. Além da música, o público presenciará exposições de artes visuais. As expressões artísticas estarão interligadas em um único espetáculo, a fim de conseguir transmitir – na medida do possível – aspectos subjetivos que permeiam o trabalho do quarteto.

Serviço

O que: Especial Suinga Um Ano;
Onde: Sala Principal do Teatro Vila Velha;
Quando: 13 de outubro (pontualmente às 20 horas);
Quanto: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia ou com nome na lista). Para fazer parte da lista, basta enviar um e-mail com o assunto "lista amiga" paraviladamusica@teatrovilavelha.com.

 
Comunicado de Alugo Minha Língua e Siré Obá Imprimir
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Foto Thalita Andrade

Comunicado de Alugo Minha Língua e Siré Obá, espetáculos em cartaz no Teatro Vila Velha:
 
Como é sabido pela imprensa, os espetáculos acima citados estão em cartaz aos finais de semana no Teatro Villa Velha, Passeio Público, Campo Grande, Salvador. Porém, nos dias 7, 8 e 9 de outubro, a Feira da Paróquia de Santana será montada no Passeio Público e a entrada para o evento será cobrada.
 
O público que desejar ir ao Teatro Vila Velha conferir as peças Siré Obá - A Festa do Rei e Alugo Minha Língua terá acesso livre ao Passeio Público, não pagando nada a mais por isso, exceto o valor do ingresso dos espetáculos (ambos custam R$ 20 a inteira e R$10 a meia entrada).
 
As apresentações da peça Siré Obá - A Festa do Rei seguem normalmente aos sábados e domingos, 18h. Já Alugo Minha Língua está em cartaz de sexta a domingo, sempre às 20h, até 16/outubro.
 

 
A Outra Cia de Teatro inicia entrevistas para compor o Memorial Brasil de Artes Cênicas Imprimir

A Outra Cia de Teatro inicia entrevistas para compor o
Memorial Brasil de Artes Cênicas

Os integrantes d´A Outra cia de Teatro começaram na semana passada a entrevistar grupos soteropolitanos a fim de seguir na criação de perfis que irão compor o Memorial Brasil de Artes Cênicas - projeto de memória d'A Outra Companhia com patrocínio do Banco do Nordeste através do Prêmio BNB de Cultura 2011. 

Inicialmente a proposta foi de desenvolver perfis de artistas nordestinos, das áreas de teatro, dança e circo. No entanto, ao desenvolver o projeto, foi percebida a necessidade de também contar e registrar a trajetória de grupos e companhias da região. 

A primeira entrevista foi feita em junho, quando estavam em Fortaleza, com o Grupo Bagaceira de Teatro. Na última sexta-feira (dia 23/09), as entrevistas retornaram com o Teatro da Queda, grupo jovem em Salvador, com uma trajetória que começa no Rio de Janeiro, e atualmente integra o quadro de grupos em residência do Teatro Vila Velha. No domingo, foi a vez da Cia de Teatro Nata, grupo teatral de Alagoinhas que começa e mantém suas atividades em Alagoinhas (BA), sendo hoje um grupo também em residência do Teatro Vila Velha. 

Em breve, será lançado o site com estes perfis e muito mais, como o de Chica Carelli, Raimundo Matos Leão, Fernando Yamamoto e entre outros.

 
Entrou no ar a TV Vila! Imprimir

Entrou no ar a TV Vila!

Ao longo da sua história, o Teatro Vila Velha sempre teve o cuidado de registrar tudo o que acontecia em seus palcos. A partir de hoje, o Vila inaugura a TV Vila e abre para o público seu rico acervo videográfico. Com uma programação nova todas as segundas, a TV Vila vai disponibilizar peças teatrais, shows, entrevistas, além de eventuais transmissões ao vivo, para que todos possam ver e rever um pouco da história do Teatro. Nomes como Gilberto Gil, Lázaro Ramos, Wagner Moura, Marcio Meirelles, Caetano Veloso e Maria Bethânia estão entre as muitas personalidades registradas nos palcos do Vila.

Assista a TV Vila: www.livestream.com/teatrovilavelha

 
Vila em números - semana de 26/09 a 02/10 Imprimir

Na semana de 26/09 a 02 de outubro o Vila teve em cartaz os espetáculos “Alugo Minha Língua” e Siré Obá – “A Festa do Rei”, “Cabaré da Rrrrraça”, “Breve” e “O Barbeiro de Ervilha”, além dos shows do Encontro de Compositores, no Vila da Música, e do Vila do Choro. Num total de treze apresentações para um público de 1.406 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 8.400,00 reais.
Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.

 

 
Vila em números Imprimir
Vila em números
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Transparência Vila! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.
Na semana de 22 a 27 de setembro, tivemos em cartaz os espetáculos “Alugo Minha Língua” e Siré Obá – “A Festa do Rei”, “Cabaré da Rrrrraça” além dos show da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia dentro do Vila da Música e do Vila do Choro. Num total de oito apresentações, tivemos um público de 951 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 6.839,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e ISBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.
O Teatro Vila Velha acredita na importância de prestar contas não só ao público do teatro, mas também a toda sociedade. Dessa maneira, nasce o Vila em números! Toda semana divulgaremos os resultados da bilheteria do Vila. Quantas pessoas vieram assistir aos nossos espetáculos? Quanto arrecadamos? Quantos espetáculos temos em cartaz? Assim, todos poderão acompanhar um pouco do funcionamento do Teatro.

Na semana de 22 a 27 de setembro, tivemos em cartaz os espetáculos “Alugo Minha Língua” e Siré Obá – “A Festa do Rei”, “Cabaré da Rrrrraça” além dos show da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia dentro do Vila da Música e do Vila do Choro. Num total de oito apresentações, tivemos um público de 951 pessoas e os espetáculos arrecadaram o valor de R$ 6.839,00 reais. Desse dinheiro é feito o pagamento dos impostos ISS, ECAD e SBAT e o pagamento da pauta do espetáculo ao Teatro.
 
Sucesso na estreia de "Alugo Minha Língua" Imprimir

Sucesso na estreia de "Alugo Minha Língua"

Casa cheia, acréscimo de cadeiras para acomodar o público presente e bilheteria esgotada uma hora antes do início do espetáculo super concorrido. Esse foi o cenário da estreia de Alugo Minha Língua, o musical erotragicômico dirigido por Fernando Guerreiro, encenado na última sexta-feira (16), no Teatro Vila Velha.
 
As línguas afiadas de Ciro Sales, Luisa Proserpio, Marinho Gonçalves, Vanessa Mello e Will Brandão deram vida ao texto polêmico de Gil Vicente Tavares e provocaram a plateia com questionamentos que passearam desde a bíblia, às relações interpessoais corriqueiras, discursos do senso comum, Platão e chegam até a atual Constituição Federal.
 
Normalidade, pecado, desejo, solidão, direito e prazer foram os fios condutores da montagem, que intencionalmente provocou risos, surpresa, estranhamento, curiosidade, desconforto, mas, principalmente, reflexão.
 
Após a encenação, elenco, diretor, autor e equipe se juntaram ao público e fizeram um brinde no Cabaré dos Novos, dependências do Teatro Vila Velha, para comemorar o sucesso. No sábado e domingo as apresentações também tiveram casa cheia.
Alugo Minha Língua segue em cartaz até 16 de outubro, de sexta a domingo, na sala principal do Teatro Vila Velha, sempre às 20h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada).


 
Cabaré da Rrrrraça na Universidade Imprimir
O Bando de Teatro Olodum e o Teatro Vila Velha iniciam este mês um novo modelo na programação da casa. Trata-se da temporada contínua de “Cabaré da Rrrrraça”, todas às terças feiras, sempre às 20 horas. Em mais de duas décadas de existência, o Bando tornou-se uma referência dentro da cultura baiana e tem sido tema de vários estudos acadêmicos. Um dos mais recentes é a dissertação de mestrado A Mulher Negra no Bando de Teatro Olodum – Relações Raciais e de Gênero no Espetáculo Cabaré da Rrrrraça, do jornalista, escritor e crítico teatral Marcos Uzel, mestre em cultura pela UFBA.
O trabalho é uma fonte de pesquisa importante sobre o tratamento dado à mulher negra no campo das artes cênicas, especialmente nas produções de Salvador. Uzel conta que escolheu o “Cabaré da Rrrrraça” por ser o espetáculo mais popular do Bando e pelo fato de suas personagens femininas apresentarem uma fartura de possibilidades de reflexão através de temas vinculados à questão racial, como identidade negra, relações inter-raciais, miscigenação, branqueamento, sexualidade e religião.
A estreia dessa nova fase acontece no próximo dia 20/09 e contará com a participação da atriz Eddy Veríssimo, d´A Outra Cia de Teatro, no papel da cabeleireira Marilda Refly, substituindo Cássia Valle, nos dias 20 e 27/09. Diretor do espetáculo e do Vila Velha, Marcio Meirelles, nos informa que a decisão de manter o espetáculo em cartaz todas as terças foi tomada pelo teatro e pelo grupo. “Primeiro porque enquanto houver racismo e a falsa idéia de democracia racial ele será necessário. Depois porque economicamente é positivo, podemos nos remunerar com a bilheteria, uma vez que não contamos com nenhuma forma de patrocínio, e isso não é motivo de orgulho, é um fato para se pensar”, diz.
O “Cabaré” se transformou em um fenômeno de popularidade. Levou e leva um considerável número de espectadores negros para as platéias da companhia, até então, majoritariamente brancas. A peça viajou pelo Brasil, passou por outros países, como Angola e Portugal, e completou 14 anos em cartaz. Nenhuma outra montagem encenada exclusivamente por atores e atrizes negros fez tanto sucesso na história do teatro baiano.
No conjunto de papéis representados na encenação, as personagens femininas se sobressaem. Uzel enfatiza que elas são mulheres de personalidade forte, vida produtiva e que têm uma história, um referencial. “Esses papéis foram levados ao palco por atrizes que interferiram diretamente na formação do repertório do Bando, grupo no qual elas têm voz ativa e ajudam a escrever a história de personagens que formam um valoroso panorama simbólico da mulher negra no Brasil”, destaca o pesquisador.
O Bando de Teatro Olodum e o Teatro Vila Velha iniciam este mês um novo modelo na programação da casa. Trata-se da temporada contínua de “Cabaré da Rrrrraça”, todas às terças feiras, sempre às 20 horas. Em mais de duas décadas de existência, o Bando tornou-se uma referência dentro da cultura baiana e tem sido tema de vários estudos acadêmicos. Um dos mais recentes é a dissertação de mestrado A Mulher Negra no Bando de Teatro Olodum – Relações Raciais e de Gênero no Espetáculo Cabaré da Rrrrraça, do jornalista, escritor e crítico teatral Marcos Uzel, mestre em cultura pela UFBA. 

O trabalho é uma fonte de pesquisa importante sobre o tratamento dado à mulher negra no campo das artes cênicas, especialmente nas produções de Salvador. Uzel conta que escolheu o “Cabaré da Rrrrraça” por ser o espetáculo mais popular do Bando e pelo fato de suas personagens femininas apresentarem uma fartura de possibilidades de reflexão através de temas vinculados à questão racial, como identidade negra, relações inter-raciais, miscigenação, branqueamento, sexualidade e religião. 

A estreia dessa nova fase acontece no próximo dia 20/09 e contará com a participação da atriz Eddy Veríssimo, d´A Outra Cia de Teatro, no papel da cabeleireira Marilda Refly, substituindo Cássia Valle, nos dias 20 e 27/09. Diretor do espetáculo e do Vila Velha, Marcio Meirelles, nos informa que a decisão de manter o espetáculo em cartaz todas as terças foi tomada pelo teatro e pelo grupo. “Primeiro porque enquanto houver racismo e a falsa idéia de democracia racial ele será necessário. Depois porque economicamente é positivo, podemos nos remunerar com a bilheteria, uma vez que não contamos com nenhuma forma de patrocínio, e isso não é motivo de orgulho, é um fato para se pensar”, diz. 
O “Cabaré” se transformou em um fenômeno de popularidade. Levou e leva um considerável número de espectadores negros para as platéias da companhia, até então, majoritariamente brancas. A peça viajou pelo Brasil, passou por outros países, como Angola e Portugal, e completou 14 anos em cartaz. Nenhuma outra montagem encenada exclusivamente por atores e atrizes negros fez tanto sucesso na história do teatro baiano. 

No conjunto de papéis representados na encenação, as personagens femininas se sobressaem. Uzel enfatiza que elas são mulheres de personalidade forte, vida produtiva e que têm uma história, um referencial. “Esses papéis foram levados ao palco por atrizes que interferiram diretamente na formação do repertório do Bando, grupo no qual elas têm voz ativa e ajudam a escrever a história de personagens que formam um valoroso panorama simbólico da mulher negra no Brasil”, destaca o pesquisador.
 
Teatro Vila Velha transmite ao vivo o concerto da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia Imprimir
Nesta quinta-feira, dia 22/09, os jovens instrumentistas da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia (YOBA - Youth Orchestra of Bahia), sob regência do maestro Ricardo Castro, se apresentam pela segunda vez no Teatro Vila Velha, dessa vez, dentro do projeto Vila da Música, às 20h. O concerto será transmitido ao vivo, via livestream, no canal do Teatro Vila Velha (http://www.livestream.com/teatrovilavelha).
A apresentação é uma prévia do concerto que será realizado na Sala São Paulo, pela famosa Série Mozarteum, no dia 26 de setembro, e poderá ser conferido em Salvador. No programa, o Concerto para violino e orquestra em ré maior, op. 35, de Piotr I. Tchaikovsky, a Sinfonia nº 7 em lá maior, op. 92, de Ludwig van Beethoven, e a Abertura dos Mestres Cantores de Nuremberg, de Richard Wagner
Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia
A Sinfônica Juvenil da Bahia é a principal orquestra do NEOJIBA, um programa da Secretaria de Cultura do Governo da Bahia, criado em 2007 pelo pianista e maestro Ricardo Castro, com o objetivo de promover a excelência e a integração social por meio da prática orquestral. A Sinfônica Juvenil da Bahia é composta por integrantes de 13 a 25 anos de idade, e realizou diversas apresentações no Brasil e exterior, sob constante monitoria de regentes e solistas de renome internacional.
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Nesta quinta-feira, dia 22/09, os jovens instrumentistas da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia (YOBA - Youth Orchestra of Bahia), sob regência do maestro Ricardo Castro, se apresentam pela segunda vez no Teatro Vila Velha, dessa vez, dentro do projeto Vila da Música, às 20h. O concerto será transmitido ao vivo, via livestream, no canal do Teatro Vila Velha (http://www.livestream.com/teatrovilavelha).

A apresentação é uma prévia do concerto que será realizado na Sala São Paulo, pela famosa Série Mozarteum, no dia 26 de setembro, e poderá ser conferido em Salvador. No programa, o Concerto para violino e orquestra em ré maior, op. 35, de Piotr I. Tchaikovsky, a Sinfonia nº 7 em lá maior, op. 92, de Ludwig van Beethoven, e a Abertura dos Mestres Cantores de Nuremberg, de Richard Wagner.

Orquestra Sinfônica Juvenil da BahiaA Sinfônica Juvenil da Bahia é a principal orquestra do NEOJIBA, um programa da Secretaria de Cultura do Governo da Bahia, criado em 2007 pelo pianista e maestro Ricardo Castro, com o objetivo de promover a excelência e a integração social por meio da prática orquestral. A Sinfônica Juvenil da Bahia é composta por integrantes de 13 a 25 anos de idade, e realizou diversas apresentações no Brasil e exterior, sob constante monitoria de regentes e solistas de renome internacional.

22/09 | qui | 20h
R$ 4 e 2
Sala Principal
 
A Outra Companhia representa a Bahia no 13º Caxias em Cena Imprimir

A Outra Companhia representa a Bahia no 13º Caxias em Cena
Grupo participa do festival em Caxias do Sul com Mar Me Quer e Remendo Remendó
 

Após participar em agosto do 4º Festluso, festival que reuniu grupos de teatro de países de língua portuguesa, em Teresina (PI), A Outra Companhia já está de malas prontas para embarcar na próxima quinta-feira rumo ao 13º Caxias em Cena, em Caxias do Sul (RS).

O grupo participa do festival apresentando seus dois mais recentes espetáculos: Mar Me Quer, baseado na obra homônima de Mia Couto, e Remendo Remendó, sua mais recente montagem infanto-juvenil que será apresentada numa praça da cidade.

O Caxias em Cena é um festival de artes cênicas que - desde sua primeira edição, em 1999, por meio de uma parceria com o Porto Alegre em Cena - vem se consolidando como um importante evento artístico-cultural do país, que ganhou caráter internacional diante da significativa participação de grupos de teatro, dança e música de países da América do Sul e Europa.

Este ano o festival acontecerá de 13 a 25 de setembro de 2011, apresentando 28 espetáculos, aproximadamente 33 apresentações ao longo de 13 dias de atividades. Na programação tem peças de Minas Gerais (01), Pernambuco (01), Rio de Janeiro (03), Rio Grande do Sul (12), Santa Catarina (01), São Paulo (05), além de artistas do Uruguai e Colômbia. A Bahia será representada pel’A Outra Companhia de Teatro que apresentará seus espetáculos nos dias 17 (Mar Me Quer) e 18 (Remendo Remendó) de setembro.

Este é o terceiro festival que grupo participa este ano. Em maio, a companhia integrou como convidada a programação do Festival de Teatro do Palco Giratório, em Recife (PE), em agosto, esteve presente no Festluso, em Teresina (PI), e agora participa do Caxias em Cena. Mas a participação d’A Outra Companhia em festivais este ano não acaba aqui. Em outubro o grupo integra a programação do Festival de Vitória (ES).

O Quê? Espetáculos Mar Me Quer e Remendo Remendó d’A Outra Companhia de Teatro no 13º Caxias em Cena
Quando? Mar Me Quer, sábado, 17 de setembro, às 20 horas, na Sala de Teatro do Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho; Remendo Remendó, domingo, domingo, 18 de setembro, às 16 horas, no Parque Getúlio Vargas
Informações: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. ou (71) 3083-4600 / (71) 8849- 9308 Luiz Antônio Jr. / (71) 8811-4081 Roquildes Junior / www.teatrovilavelha.com.br

 

 
Teatro Vila Velha lança o Vila da Música Imprimir
A intensa atividade que vem marcando a programação musical do Teatro Vila Velha desde o início desse ano, consolida-se e dá surgimento a um novo projeto institucional batizado como VILA DA MÚSICA.
No Cabaré ou na Sala Principal, no palco ou na platéia, uma tribo de muitas caras tem povoado as noites das quintas-feiras do Teatro para celebrar a música em sua diversidade.
“Vendo 147”, “Grupo de Percussão da UFBA”, “Os Panteras”, “Encontro de Compositores”, “Velotroz”, “Ronei Jorge, Pietro Leal e Jarbas Bittencourt”, “Maglore”, “Quarteto de Cinco”, “Thiago Kalu”, “Arnaldo Almeida” e “OCA” são alguns dos artistas que já deram o ar de seu som nessas noites sonoras.
O nome do projeto dá corpo a algo que já vem acontecendo de forma independente ao longo dos últimos meses e indica a um só tempo a existência de uma povoação e sua razão de ser. “A intenção é usar o Teatro em toda a sua versatilidade para que bandas e artistas que estão se movimentando na atual cena baiana possam encontrar aqui um espaço bem preparado para suas apresentações”, diz Júlia Rizério, produtora do Vila da Música e acrescenta: “Isso independente de gêneros e estilos”.
O investimento do Vila nesse viés de sua programação é uma resposta natural a uma demanda da cidade e uma afirmação de sua vocação em dialogar com a cultura musical independente, viva e pulsante da Bahia.
A Sertanília inaugura o projeto no dia 1° de setembro com um show em comemoração ao primeiro ano de criação da banda. O grupo faz uma música essencialmente brasileira inspirada na sonoridade das manifestações musicais do sertão e vai contar com participações de Xangai e Pietro Leal (Pirigulino Babilake). Também teremos as bandas Lunata e Neologia, novas promessas da música baiana, além da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia e do Encontro de Compositores.
A intensa atividade que vem marcando a programação musical do Teatro Vila Velha desde o início desse ano, consolida-se e dá surgimento a um novo projeto institucional batizado como VILA DA MÚSICA.

No Cabaré ou na Sala Principal, no palco ou na platéia, uma tribo de muitas caras tem povoado as noites das quintas-feiras do Teatro para celebrar a música em sua diversidade. 

“Vendo 147”, “Grupo de Percussão da UFBA”, “Os Panteras”, “Encontro de Compositores”, “Velotroz”, “Ronei Jorge, Pietro Leal e Jarbas Bittencourt”, “Maglore”, “Quarteto de Cinco”, “Thiago Kalu”, “Arnaldo Almeida”, “OCA” e a banda "Sertanília" (que inaugurou o projeto dia 1°/09) são alguns dos artistas que já deram o ar de seu som nessas noites sonoras.

O nome do projeto dá corpo a algo que já vem acontecendo de forma independente ao longo dos últimos meses e indica a um só tempo a existência de uma povoação e sua razão de ser. “A intenção é usar o Teatro em toda a sua versatilidade para que bandas e artistas que estão se movimentando na atual cena baiana possam encontrar aqui um espaço bem preparado para suas apresentações”, diz Júlia Rizério, produtora do Vila da Música e acrescenta: “Isso independente de gêneros e estilos”.

O investimento do Vila nesse viés de sua programação é uma resposta natural a uma demanda da cidade e uma afirmação de sua vocação em dialogar com a cultura musical independente, viva e pulsante da Bahia.

Ainda este mês teremos as bandas Lunata e Neologia, novas promessas da música baiana, além da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia e do Encontro de Compositores.

 
O Vila exibe o documentário “Cozinheiro do Tempo” de André Luiz Oliveira Imprimir
O diretor André Luiz Oliveira estará no Teatro Vila Velha durante a exibição do documentário “Cozinheiro do Tempo” sobre o artista plástico, músico, poeta e ambientalista Bené Fonteles. André se encontra no Vila acompanhando a oficina do Panthéâtre (França), dos diretores Enrique Pardo e Linda Wise. Os três trabalharam juntos na filmagem do espetáculo “Tropiezos”, dirigido por Enrique, no início deste ano, em Santiago (Chile).
"Cozinheiro do Tempo" - 52' (cinquenta e dois minutos).
Documentário | Direção: André Luiz Oliveira
Sinopse: Um olhar poético sobre a vida e obra do auto-titulado "artivista" - misto de artista e ativista político nas questões ambientais e ecológicas - Bené Fonteles. Nas suas exposições e andanças pelo Brasil, Bené prega e pratica a "arte da cura", a arte da autotransformação que na sua dinâmica criadora almeja transmutar o espaço social à sua volta. Sua arte joga luz nas coisas simples da vida e expressa a contemporaneidade de um espírito livre em profundo contato com a natureza.
Trilha sonora: Cláudio Vinícius
Fotografia: Adelson Barreto
Participações de: Gilberto Gil | Egberto Gismonti | Arnaldo Antunes | José Roberto Aguillar | Alberto Beutenmuller Mila Petrillo | Lucinda | Adriano Martins e outros
André Luiz Oliveira: Diretor de um dos marcos do cinema marginal brasileiro, Meteorango Kid - O herói intergalático (1969), prêmio de público no Festival de Brasília e Margarida de Prata da CNBB. É autor de uma filmografia curta, porém reconhecida. Nasceu em Salvador, em 1948, e estudou cinema na Universidade Federal da Bahia, na década de 60. Em 1975, depois de realizar Meteorango Kid, experimentou caminhos aparentemente mais clássicos em A lenda do Ubirajara, adaptação da obra de José de Alencar. Depois de um longo hiato, voltou à direção em 1995, com Louco por cinema (seis prêmios em Brasília, entre eles, o de melhor filme e melhor diretor), obra na qual narra parte de sua própria experiência em um manicômio judiciário, onde foi internado nos tempos da ditadura militar. É também autor dos curtas Doce amargo (1969), A fonte (1972) e Ladeiras de Salvador (1976).
06 e 07/09 | ter e qua | 18h30
Gratuito
Cabaré dos Novos
O diretor André Luiz Oliveira estará no Teatro Vila Velha durante a exibição do documentário “Cozinheiro do Tempo” sobre o artista plástico, músico, poeta e ambientalista Bené Fonteles. André se encontra no Vila acompanhando a oficina do Panthéâtre (França), dos diretores Enrique Pardo e Linda Wise. Os três trabalharam juntos na filmagem do espetáculo “Tropiezos”, dirigido por Enrique, no início deste ano, em Santiago (Chile).

"Cozinheiro do Tempo" - 52' (cinquenta e dois minutos).
Documentário | Direção: André Luiz Oliveira

Sinopse: Um olhar poético sobre a vida e obra do auto-titulado "artivista" - misto de artista e ativista político nas questões ambientais e ecológicas - Bené Fonteles. Nas suas exposições e andanças pelo Brasil, Bené prega e pratica a "arte da cura", a arte da autotransformação que na sua dinâmica criadora almeja transmutar o espaço social à sua volta. Sua arte joga luz nas coisas simples da vida e expressa a contemporaneidade de um espírito livre em profundo contato com a natureza.

Trilha sonora: Cláudio Vinícius
Fotografia: Adelson Barreto
Participações de: Gilberto Gil | Egberto Gismonti | Arnaldo Antunes | José Roberto Aguillar | Alberto Beutenmuller Mila Petrillo | Lucinda | Adriano Martins e outros

André Luiz Oliveira: Diretor de um dos marcos do cinema marginal brasileiro, Meteorango Kid - O herói intergalático (1969), prêmio de público no Festival de Brasília e Margarida de Prata da CNBB. É autor de uma filmografia curta, porém reconhecida. Nasceu em Salvador, em 1948, e estudou cinema na Universidade Federal da Bahia, na década de 60. Em 1975, depois de realizar Meteorango Kid, experimentou caminhos aparentemente mais clássicos em A lenda do Ubirajara, adaptação da obra de José de Alencar. Depois de um longo hiato, voltou à direção em 1995, com Louco por cinema (seis prêmios em Brasília, entre eles, o de melhor filme e melhor diretor), obra na qual narra parte de sua própria experiência em um manicômio judiciário, onde foi internado nos tempos da ditadura militar. É também autor dos curtas Doce amargo (1969), A fonte (1972) e Ladeiras de Salvador (1976). 

06 e 07/09 | ter e qua | 18h30
Gratuito
Cabaré dos Novos
 
Teatro Vila Velha recebe o FiLTE Bahia 2011 Imprimir
Teatro Vila Velha recebe o FiLTE Bahia 2011
A partir desta sexta serão apresentados cinco espetáculos de diferentes países
De 02 a 10 de setembro, o Teatro Vila Velha vai sediar uma parte da quarta edição do Festival Latino Americano de Teatro da Bahia (FilteBahia 2011). Iniciativa pioneira na Bahia e no Nordeste, o Festival tem como proposta promover uma maior interação entre a expressão artístico-teatral dos países latino-americanos com o teatro brasileiro. Durante o festival, o público poderá conferir 23 apresentações de teatro em palcos e praças públicas de Salvador e Lauro de Freitas, com a participação de grupos teatrais nacionais e internacionais de países como México, Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai e França.
Além dos diversos grupos, o festival terá também a participação da atriz, diretora e dramaturga brasileira, Denise Stoklos, considerada uma das melhores performers do mundo, com o espetáculo “Preferiria, Não!”. O Festival vai promover uma intensa programação voltada para artistas, diretores, pesquisadores, acadêmicos e estudantes de teatro. A programação conta com dez demonstrações de trabalho dos grupos convidados, três cursos internacionais, dez palestras e o lançamento da segunda edição da Revista Boca de Cena – Revista de Artes Cênicas da Bahia. Também haverá uma Roda Baiana de Dramaturgia Teatral.
Os espetáculos vão acontecer no Teatro Vila Velha (Sala Principal), Teatro Castro Alves (Sala Principal e Sala do Coro), Teatro Martim Gonçalves, Espaço Cultural Barroquinha, Teatro Gamboa e em praças públicas.
Com organização da Carranca Produções Artísticas e do grupo teatral Oco Teatro Laboratório, o FilteBahia 2011 conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal, da Fundação Nacional de Arte (Funarte) e apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado.
De 02 a 10 de setembro, o Teatro Vila Velha vai sediar uma parte da quarta edição do Festival Latino Americano de Teatro da Bahia (FilteBahia 2011). Iniciativa pioneira na Bahia e no Nordeste, o Festival tem como proposta promover uma maior interação entre a expressão artístico-teatral dos países latino-americanos com o teatro brasileiro. Durante o festival, o público poderá conferir 23 apresentações de teatro em palcos e praças públicas de Salvador e Lauro de Freitas, com a participação de grupos teatrais nacionais e internacionais de países como México, Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai e França. 

Além dos diversos grupos, o festival terá também a participação da atriz, diretora e dramaturga brasileira, Denise Stoklos, considerada uma das melhores performers do mundo, com o espetáculo “Preferiria, Não!”. O Festival vai promover uma intensa programação voltada para artistas, diretores, pesquisadores, acadêmicos e estudantes de teatro. A programação conta com dez demonstrações de trabalho dos grupos convidados, três cursos internacionais, dez palestras e o lançamento da segunda edição da Revista Boca de Cena – Revista de Artes Cênicas da Bahia. Também haverá uma Roda Baiana de Dramaturgia Teatral.

Os espetáculos vão acontecer no Teatro Vila Velha (Sala Principal), Teatro Castro Alves (Sala Principal e Sala do Coro), Teatro Martim Gonçalves, Espaço Cultural Barroquinha, Teatro Gamboa e em praças públicas.

Com organização da Carranca Produções Artísticas e do grupo teatral Oco Teatro Laboratório, o FilteBahia 2011 conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal, da Fundação Nacional de Arte (Funarte) e apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado.
 
CRIA celebra a Arte do Encontro Imprimir
O Centro de Referência Integral de Adolescentes (CRIA) e a Companhia C’art (grupo italiano) realizam, em parceria, a Arte do Encontro – Mostra Cênica CRIA e C’art que acontece entre os dias 26 e 31 de agosto, no Teatro Vila Velha. Oficinas e espetáculos compõem a programação do evento, proporcionando ao público e aos estudantes e profissionais do campo artístico, uma troca de experiências com o teatro do CRIA, sob direção artística de Maria Eugênia Milet, atriz e professora da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e o C’art, gerido e coordenado pelo ator e diretor André Casaca.
A largada da mostra cênica, que tem o patrocínio da União Européia, será na tarde de 26/08, às 15h30, quando um cortejo artístico tomará conta do Passeio Público, puxado pelo grupo cultural do recôncavo baiano, Lindro Amor. Até o dia 31/08, serão cinco dias que prometem movimentar a cidade de Salvador com as montagens dos grupos artísticos do CRIA, permeadas pelo universo Clown italiano, trazido por André Casaca e o seu grupo de jovens que virão da Itália para celebrar uma união de 14 anos, entre o C´art e o CRIA.
O CRIA tem realizado festivais e mostras de arte-educação há 17 anos, tecendo redes e reunindo artistas de todo o Brasil, bem como jovens da capital e do interior da Bahia. “Trocar experiências e descobrir formas de fazer arte e agir no mundo são nossos objetivos na realização de eventos como esse”, declara Maria Eugênia Milet, diretora artística do CRIA e da Arte do Encontro – Mostra Cênica CRIA e C’art.
O Centro de Referência Integral de Adolescentes (CRIA) e a Companhia C’art (grupo italiano) realizam, em parceria, a Arte do Encontro – Mostra Cênica CRIA e C’art que acontece entre os dias 26 e 31 de agosto, no Teatro Vila Velha. Oficinas e espetáculos compõem a programação do evento, proporcionando ao público e aos estudantes e profissionais do campo artístico, uma troca de experiências com o teatro do CRIA, sob direção artística de Maria Eugênia Milet, atriz e professora da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e o C’art, gerido e coordenado pelo ator e diretor André Casaca.

A largada da mostra cênica, que tem o patrocínio da União Européia, será na tarde de 26/08, às 15h30, quando um cortejo artístico tomará conta do Passeio Público, puxado pelo grupo cultural do recôncavo baiano, Lindro Amor. Até o dia 31/08, serão cinco dias que prometem movimentar a cidade de Salvador com as montagens dos grupos artísticos do CRIA, permeadas pelo universo Clown italiano, trazido por André Casaca e o seu grupo de jovens que virão da Itália para celebrar uma união de 14 anos, entre o C´art e o CRIA.

O CRIA tem realizado festivais e mostras de arte-educação há 17 anos, tecendo redes e reunindo artistas de todo o Brasil, bem como jovens da capital e do interior da Bahia. “Trocar experiências e descobrir formas de fazer arte e agir no mundo são nossos objetivos na realização de eventos como esse”, declara Maria Eugênia Milet, diretora artística do CRIA e da Arte do Encontro – Mostra Cênica CRIA e C’art.
Confiram a programação.
 
Um ano de Encontro de Compositores Imprimir

Primeiro ano do Encontro de Compositores

 

O Evento do Teatro Vila Velha que reúne músicos em roda de conversa completa seu primeiro aniversário no dia 25 de agosto

 
 

 

A primeira noite do Encontro de Compositores foi no dia 26 de agosto de 2010, ninguém sabia ao certo como aconteceria este projeto, ele não tinha nome e o que motivou a sua existência foi a vontade de fazer algo a mais para a cidade e principalmente, reunir artistas de estilos e gerações diferentes.

 

Jarbas Bittencourt, Arnaldo de Almeida, Manuela Rodrigues, Sandra Simões, Ronei Jorge, Dão, Pietro Leal, Thiago Kalu, Carlinhos Cor das Águas e Deco Simões são os artistas que fazem parte do time fixo do Encontro. A configuração do espaço, que deixa os compositores espalhados pelo Cabaré dos Novos, permite uma integração entre público e artista e sempre traz algum convidado. Os artistas têm a liberdade de explicar a origem de suas composições, contar sobre suas estórias, amores perdidos, questionamentos sobre a vida e por aí vai.

 

Um ano depois, o evento musical do Vila ganhou força, relevância e desdobramentos. Em janeiro e fevereiro todas as quintas foram ocupadas com o Encontro e como resposta o Vila teve casa cheia em todas as noites.  A partir de maio, todas as quintas passaram a ser dedicadas a música e em julho e agosto apostamos no Vila do Rock, uma programação semanal que deu espaço para artistas da cena baiana. Uma turma de Feira de Santana viu, gostou e agora fazem o seu Encontro de Compositores uma vez por mês também.

 

Em 16 apresentações o Encontro de Compositores trouxe um público de mais de 1.800 pessoas. Participaram como convidados nomes já conhecidos e muita gente nova: Fábio Cascadura, Pablues (Clube dos Patifes) do Encontro de Feira, Sílvio Carvalho da Quarteto de Cinco, Giovani Cidreira da Velotroz,  Teago Oliveira da Maglore, Álvaro Lemos, Tito Bahiense, Jota Anderson, Ray Gouveia, Rudnei Monteiro, Mario Ulloa, Magary, Peu Meurray, Claudia Cunha, Taís Nader, integrantes da Coro de Cor, Vandex e outros mais

 

Quem quiser conferir, o Encontro de Compositores acontece sempre na última quinta-feira de cada mês, às 20h.

 

Confira a página especial do Facebook sobre o Encontro de Compositores:

http://bit.ly/dnXTWH

 

 

Aniversário do Encontro de Compositores

25/08 | 20h

Cabaré dos Novos

R$ 20/10

 
Breve é leve Imprimir

Foto: Rodrigo F. Wanderley do ©Labfoto 2011

Não se assuste quando entrar no Cabaré dos Novos e reparar que os atores que estão ali, prontos para uma nova sessão de Teatro, estavam há três minutos no foyer do Vila conversando com as pessoas e chegando como a plateia, pela porta principal. E nem se incomode de achar aquelas cenas parecerem, de tão leve, reais. 

Breve é de assistir com um sorriso no rosto. Os atores ficam ali, contando sobre as suas lembranças e memórias, se chamam pelos nomes reais e nos fazem lembrar das nossas histórias. Qual o presente, em toda a sua vida, que você mais gostou? A pergunta é direcionada para um espectador, mas é possível perceber que todos ali voltaram às suas lembranças para encontrar a sua resposta. Cartinhas trocadas na época da escola, os cheiros da nossa vida, as lições dos mais velhos, os encontros, os desencontros, tudo volta. 

O espetáculo explora bem os nossos sentidos, é possível comer e beber com os atores, as projeções trazem imagens belíssimas e emocionantes, existem cheiros. O espetáculo tem cheiro de lembrança. 

O cenário colorido e o chão branco dão uma leveza à narrativa e trazem um sentimento de aconchego, parece que estamos compartilhando com os atores daquele momento. Não existe uma única história, o que vemos são recortes e fragmentos de memórias. Exatamente como são as nossas lembranças. 

Breve é o primeiro resultado da Cia Teatro da Queda como grupo em residência do Teatro Vila Velha. O espetáculo tem concepção e direção e dramaturgia (em colaboração com os atores) de Thiago Romero. Seu elenco: Duda Woyda, Guilherme Silva, Gustavo Nery, Karen Souza, Luiza Bocca, Márcia Gil-Braz e Ricardo Albuquerque. Figurino de Tina Melo, cenário de Deilton José. A trilha sonora é da ZERO e Thiago Romero. Os vídeos são de Gustavo Nery e a iluminação de Maria Carla. 

O espetáculo contou ainda com preparação para Yoga de Ricardo Albuquerque, direção de Produção de Gilmário D´Souza, a produção executiva é de Luiza Bocca, Guilherme Silva, Márcia Gil-Braz. Orientação de Projetos: Ligia Benigno, assessoria de imprensa de Bia Roriz, Duda Woyda e Gustavo Nery e fotos de Rodrigo F. Wanderley do ©Labfoto 2011.

 
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