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Sucesso nas oficinas do VIVADANÇA!
Oficina La Intrusa DanzaBoa notícia: todas as oficinas do VIVADANÇA que ocorreram até agora tiveram turma cheia! E as que estão por vir, já estão lotadas! Conheça um pouco mais sobre os professores destas fantásticas aulas:

 

 

TADASHI ENDO - Atualmente, Tadashi Endo é, além de dançarino de Butô e coreógrafo, diretor do centro coreográfico e festival internacional MAMU – Butoh Center em Göttingen, Alemanha. Seus solos incluem os espetáculos MA, Synapsis, Kara Da Kara, Tasogare, MAbeMA (em homenagem ao pintor nipo-brasileiro Manabu Mabe), One-Nine-Four-Seven e Ikiru, performance improvisacional em homenagem a Pina Bausch. Em 2008 e 2009, participou e fez a preparação de dança do filme Hanami - Cerejeiras em Flor, da cineasta Dóris Dörrie, indicado ao Urso de Ouro no Festival Internacional de Berlim.

 

LUÍS ARRIETA - Original de Buenos Aires, Argentina, Luis Arrieta iniciou seus estudos de dança na Escuela del Ballet Contemporáneo de la Ciudad de Buenos Aires e de cenografia na Universidad de El Salvador, em 1972. Em 1974 chegou ao Brasil, e, ao longo de sua trajetória como bailarino, coreógrafo e diretor artístico, constituiu uma destacada carreira no país. Com mais de 150 trabalhos de sua autoria – assinados com sua sensibilidade e exigência técnica –, marcou a história de importantes companhias, coreografando para o Balé da Cidade de São Paulo, o Balé Teatro Castro Alves (BA), a Rede Manchete de Televisão (RJ), o Ballet Municipal do Natal (RN), o Ballet del Teatro San Martín (Argentina), o La Habana Ballet Nacional de Cuba e o Ballet’s San Juan (Estados Unidos), entre outros. Nos anos de 1980 foi diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo e do Elo Ballet de Câmara Contemporâneo. Também já emprestou seus talentos como figurinista e iluminador a espetáculos de diversos coreógrafos.

 

CIE LADAINHA - Formada pelo brasileiro Armando Pekeno e pela inglesa Michele Brown, a companhia de dança contemporânea francesa Cie. Ladainha promete abordar em seus espetáculos “os instintos, as sensações, a lógica do sentido; aquilo que se desenvolve no mais profundo de nós mesmos, mas que não podemos expressar com palavras”. Fortemente vinculadas às questões de apelo social, como aquelas ligadas ao progresso e ao consumo, suas criações buscam abordar sujeitos contemporâneos, através de uma extensa pesquisa coreográfica.

 

VIRGINIA GARCÍA - Criadora, coreógrafa e intérprete dos projetos da La Intrusa, combina a criação e direção de obras próprias com colaborações em outras companhias ou coletivos. Participa dos projetos de pesquisa e criação da Plataforma de Pesquisa Malqueridas Creaciones al Límite dirigida por Lipi Hernández e como intérprete em diferentes espectáculos da companhia Sol Picó entre outras. Como docente, ministra aula, cursos y oficinas para diferentes centros, companhias e coletivos
nacionais e internacionais.

 

DAMIÁN MUÑOZ - Criador artístico, coreógrafo e intérprete dos proyectos da La Intrusa, combina a criação e direção de obras proprias com colaborações em outras companhias a nível nacional e internacional. Professor e coreógrafo convidado em prestigiosos centros coreográficos e escolas nacionais e internacionais, colabora como assessor de movimento em peças teatrais de diretores aclamados.

 

SUELY MACHADO - Suely Machado é mineira, graduada em Psicologia (PUC/MG), com especialização em Coreoterapia e Psicomotricidade e com curso de extensão em Pedagogia do movimento para o ensino da dança (UFMG). Bailarina e coreógrafa formada em Dança Moderna, possui extenso currículo de cursos com expoentes da dança nacional e internacional. Realizou cursos com: Pedro Pederneiras (1973 a 1977); Hugo Travers (1975); Graça Salles (1978); Fred Romero (1979); Isabel Santa Rosa (1981) Hector Zarasp, Rodrigo Pederneiras e Luiz Arrieta (1982); David Mundim e Jairo Sette (1983); Ismael Guiser e Yoko Okada (1984); Bettina Bellomo (desde 1985); Tica Lemos (1995); Suzana Yamauchi e Sônia Mota (1996); Luiz Damasceno (1997); Osman Kelili (1999 e 2000); Josef Nadj (2001); Sônia Mota (2003); Rose Ackras (2006). Dirige o Grupo de Dança Primeiro Ato e o 1º Ato Centro de Dança desde 1982. Preside a Associação Mineira de Dança Artística e Acadêmica - UNIDANÇA desde 1996. É representante de Minas Gerais na Associação de Produtores do Mercosul. Por três anos consecutivos, desde 2008, está como conselheira do Festival de Joinville, e atualmente integra o projeto Caminho das Artes na cidade de Nova Lima que reúne artistas de grande expressão na cena cultural brasileira.

 

IVALDO BERTAZZO - Em mais de 35 anos dedicados à dança, Ivaldo Bertazzo sempre se preocupou em atrelar sua arte ao desenvolvimento pleno do corpo. Ele começou a dançar aos 16 anos, e teve aulas com grandes nomes da dança brasileira, como Renée Gumiel, Klauss Vianna e Márika Gidali. Ivaldo também estudou o funcionamento do aparelho locomotor e da biomecânica humana, a partir das pesquisas de Marie Madeleine Béziers e de Suzanne Piret, na França, e de Godelieve Denys Struyf, na Bélgica. A partir de 1996, com o espetáculo Cidadão Corpo, passou a trabalhar a “identidade brasileira do movimento”, cujo conceito já gerou diversos espetáculos e a formação da Cia. TeatroDança, uma companhia de bailarinos profissionais vindos da periferia e de projetos sociais. No período de 1975 a 1992, Bertazzo criou 24 espetáculos, entre coreografias sofisticadas, com bailarinos profissionais e aparato cênico, e peças de “dança-cidadania”, com pessoas comuns, chegando a reunir no palco mais de 80 Cidadãos Dançantes, o que lhe fez ser aclamado como um “coreógrafo de multidões”. No quadro quinzenal que estrelou no Fantástico, em abril de 2008, ele mostrava, com a ajuda de atores e cidadãos comuns, como é possível compreender o próprio corpo através de exercícios e, assim, usufruir de todas as possibilidades para viver mais e melhor.

 

ELDAD BEN - Eldad Ben Sasson estudou na Escola de Dança Bat Dor. Ele trabalhou com a companhia de dança Vertigo, dirigida por Noa Wertheim e Adi Sha'al, e com o conjunto Batsheva e a companhia de dançaBatsheva, ambos dirigidos por Ohad Naharin. Depois de trabalhar com coreógrafos como Mats Ek, Paul Norton, Yoshifumi Inao, Orjan Andersson, Ivo Van Adoce, Michal Getman, Noa Dar e Sharon Eyal, ele hoje é convidado a dar workshops em escolas, academias de dança e companhias em Israel e na Europa.

 

IDAN COHEN - Idan Cohen se tornou, desde 2003, um coreógrafo independente premiado em todo o mundo, com trabalhos realizados para a Maria Kong Dancers Company (Israel/Brasil/França), Arabesque Dance Company (Bulgária), entre outras. Suas coreografias têm sido apresentadas em diversas cidades dos Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Bélgica, Itália, Bulgária, Polônia, Israel, Tailândia, Grécia e, agora, Brasil. A sensibilidade psicológica, um grande senso de musicalidade e um profundo entendimento do contexto cultural fazem das criações de Idan raras combinações de análise e compaixão.

 

CORTOCINESIS DANZA CONTEMPORÁNEA - Criada em 2002, na cidade de Bogotá, a Cortocinesis esteve, desde sua criação, sob a direção de Vladimir Ilich Rodríguez. Seu objetivo é descobrir e desenvolver uma proposta coreográfica e estilística de dança contemporânea, fundamentada no conhecimento de seus integrantes e sob a firme intenção de explorar campos da criação e da interpretação do movimento, acessíveis tanto para o dançarino quanto para o espectador. A companhia considera a coreografia como espaço de pesquisa, a dança como o estado que promove a singularidade corporal e do palco como uma zona de trânsito na construção do ofício do dançarino.

 

MIRIAN DRUWE - Miriam Druwe tem formação clássica e moderna e participou de grandes companhias de dança de São Paulo, tendo dançado coreografias de nomes como Luis Arrieta, Ana Mondini, Victor Navarro, Gisela Rocha, Philip Talard, entre outros. Em 1993, foi premiada pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como melhor bailarina.

 

***FOTO: João Meirelles