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Oficina de Tadashi Endo

 

 

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Uma das grandes novidades do VIVADANÇA Festival Internacional Ano 5 é o maior número de oficinas. Uma das mais aguardadas, a de Tadashi Endo, já tem a lista final de participantes. Confira abaixo os nomes dos selecionados:

 

1. ADELICE SOUZA
2. ALESSANDRA FLORES
3. ALEXANDRE MOLINA
4. ANA LUCIA OLIVEIRA
5. ANDRE FEITOSA
6. ANDREA SALES
7. BERGONA CRUZ
8. BRUNO DE JESUS
9. CHICA CARELLI
10. CIRO SALES
11. CLARA TRIGO
12. DEISE GABRIELE
13. DEJALMIR MELO
14. ELANE NASCIMENTO
15. FELIPE ANDRE
16. FELIPE BENEVIDES
17. IARA CERQUEIRA
18. ISA BARRETO
19. JOLINE ANDRADE
20. LAURA PACHECO
21. LEO FRANÇA
22. PAULA CARNEIRO
23. PAULO FONSECA
24. RITA AQUINO
25. SANDRA CORRADINI
26. SIMON QUEVEN

 

Os suplentes são:

1. SIMONE MELLO
2. FERNANDA SANTOS
3. SIMONE GONÇALVES
4. PEDRO MOURA
5. ANDREA NUNES
6. FERNANDO LOPES
7. ALEX BARRETO
8. THAI LOPEZ
9. CAMILLA SARNO
10. ROSE BOARÊTTO

 

IMPORTANTE! É importante confirmar a participação na oficina (que acontecerá entre os dias 26 de março a 01 de abril, das 13 às 17h, no Teatro Vila Velha – Sala João Augusto) até o dia 18 de março de 2011 (sexta-feira).  Em caso de desistência, convocaremos os suplentes de acordo com a ordem de classificação, entrando em contato através de e-mail.

 

SOBRE A OFICINA - Quando Tadashi Endo ensina, não envolve unicamente um exigente aquecimento, improvisações e trabalho coreográfico; ele também tenta dar uma visão mais aprofundada da filosofia do Butô, falando sobre o que Kazuo Ohno e Tatsumi Hijikata estavam pensando ao concebê-lo e sobre suas vidas como dançarinos de Butô. Porém, ele sempre tenta deixar os estudantes buscarem seu próprio Butô. Como Kazuo Ohno dizia, “todo mundo pode dançar Butô”, talvez não o Butô japonês, mas todos podem encontrar seus próprios movimentos na forma Butô. Para ter sucesso nesta pesquisa, é necessário deixar suficiente espaço vazio para que novas idéias e imaginações com novos padrões de movimento possam se desenvolver na mente e no corpo. Butoh-MA é a forma de tornar o invisível visível. O mínimo de movimento proporciona o crescimento da expressão de sentimentos e imagens na maior intensidade. É mais importante manter o equilíbrio entre energia, tensão e controle que cuidar da estética dos movimentos. “O dançarino não deve dançar - deve ser dançado”, afirma Endo.