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Um espaço para troca de idéias, associações, reflexões, posicionamentos e contraposições.

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DNA-DANÇA
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Expo_Caryb_-_SITE_2 Expo_Caryb_-_SITE_2A vida é uma música e dançar é viver. A gente a escuta no som da respiração, no ritmo do batuque do coração, nas vozes ao nosso redor, e dançamos, frenética e loucamente, ao som dessa música, mesmo sem entendê-la completamente. É algo da própria essência humana, algo que está no DNA. O FESTIVAL VIVADANÇA, em sua quinta realização, reúne mais uma vez, em torno da dança, diversas formas de expressão, promovendo uma extensão do entendimento da atitude universal e inevitável de mover-se ao som.


Na presente realização do projeto, de acesso gratuito, está sendo homenageado Hector Julio Páride Bernabó, mais conhecido como Carybé (1911-1997), um grande artista argentino, naturalizado brasileiro, que em 1972 perpetuou, de forma maestral, na imobilidade monocromática do papel, os movimentos do dançarino russo Rodolf Khametovich Nureyev (1938-1993)


Carybé reproduz a vida da dança do bailarino russo tão bem como sempre retratou a dança da vida baiana em seus outros admiráveis trabalhos. Argentino de nascimento, branco de pele, mas baiano de alma e Obá de Xangô, o fascínio de Carybé pelo movimento do corpo está presente em suas obras, expresso em várias formas e cores em suas pinturas e esculturas. No Álbum de Gravuras Nureyev, o dançarino corta o espaço e abre o infinito, seu corpo é uma espada viva e infalível em movimentos precisos, graciosos e eternos, como os traços do imortal Carybé.


Carybé capta o ápice de cada movimento de Nureyev. O dançarino está suspenso no ar, transportado pelo traço do ilustrador para o agora, a dançar, adaptando-se à música de quem o vê no papel. Agora, o dançarino está a saltar como quem corre, dança a música do fraco, a música da presa, dança a fuga, dança a sobrevivência, a música do forte, a música da besta, dança o ataque, dança a caça.


E sabe-se lá o que ouvia e sentia o ilustrador... e sobre que sons bailava Nureyev em 1972. E não importa para quem o vir na ilustração hoje. Agora dançarino dança rock, forró, batuque, samba, arrocha, jazz, reggae, blues, pagode, rap, hip-hop, frevo, funk, break e até o silêncio das mentes de quem apenas existe... sem viver, sem dançar. Cada momentum captado no passado é, no agora, o momento da vida de cada um que se vê ali... num movimento paralisado, hipnótico. Dançando, presente contínuo.


Samuel Galvão é estudante do 4º semestre do Curso de Letras com habilitação em Português e Inglês da UNIME – Lauro de Freitas. Participa em desenvolvimento independente de jogos para computador e desenvolve programas para inclusão digital dentro da faculdade em que estuda. Parte de sua produção pode ser encontrada no blog Letra Digital, www.samuelgalvao.wordpress.com