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Um espaço para troca de idéias, associações, reflexões, posicionamentos e contraposições.

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Calendário, pra que te quero?
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antonio-nobrega-por-joao-meirellesO dia e o mês dedicados à Dança devem estimular ações e reflexão sobre o seu campo de trabalho.

 

antonio-nobrega-por-joao-meirellesO dia e o mês dedicados à Dança devem estimular ações e reflexão sobre o seu campo de trabalho

 

No dia 1° de abril começou o mês da Dança.

Dia 29 de abril é o Dia Internacional da Dança.

Neste período, muitas comemorações e eventos são realizados em todo o mundo e, a todo ano, nós profissionais da área temos o compromisso de participar, colaborar e ampliar as reflexões de nosso campo de trabalho. É nosso dever promover discussões que viabilizem a conscientização e o estabelecimento da Dança como área de conhecimento, problematizando-a e apontando caminhos, até chegar o tempo de toda a sociedade respeitá-la e valorizá-la.

Essa é nossa missão e dela não podemos nos abster.

Cada um, em seu nicho, deveria reservar um espaço de discussão, seja com alunos em academias e escolas de dança, seja com bailarinos de cias, seja no meio acadêmico, seja em projetos sociais ou espaços informais onde a dança está presente.

Como fazer isso? Por meio de quais estratégias podemos, efetivamente, transformar a situação? Quais as questões mais relevantes a serem abordadas?

Estas e outras inúmeras perguntas podem ser levantadas e cada um, com seu grupo de pessoas, deverá diagnosticar a melhor maneira de fazer com que reverbere tais inquietações e procedimentos.

Devemos aproveitar a programação que cada cidade, supostamente, promove, sendo espetáculos ou bate-papos; qualquer espaço deve ser aproveitado para, além da apreciação estética, pensar sobre o exercício da Dança- Profissão.

Nenhum de nós que vive de/para/com dança, espera-se, nenhum quer que sua área continue com poucos investimentos públicos, poucas oportunidades de trabalho, baixa remuneração, ínfima geração de trabalho e renda, num faz-tudo o tempo todo. Podemos nos especializar, mantendo a curiosidade e inteligência de aprender sobre várias coisas da área como coreografar, dançar, escrever, gerir políticas, mas, sobretudo, podemos e queremos construir espaços de pesquisa, fruição, execução, produção, dignos e estabelecidos na cadeia produtiva da Dança.

Este texto é sim para comemorar a Dança e festejá-la com vocês; no entanto, me sinto responsável por alertar e instigar as pessoas que trabalham na área, a fim de manter vivo o desejo de ver crescer, cada vez mais, nossa Dança!!! Assim como Prigogine, sou uma otimista.

 

 

GILSAMARA MOURA - Doutora em Comunicação e Semiótica (Políticas Públicas em Dança). Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Diretora e bailarina do Grupo Gestus. Coordenadora do GDC/UFBA. Co-realizadora do Fronteiras Brasil. Idealizadora do Projeto Gestus Cidadãos/ LUPO.

 

***Foto: João Meirelles